O objetivo central deste texto não é confrontar as pessoas que seguem as doutrinas adventistas, e sim, esclarecer os cristãos à respeito da verdadeira doutrina cristã. Portanto, ao ler este estudo, faça-o com amor e graça, comparando com a Bíblia, os assuntos e temas aqui elencados. O estudo abaixo foi escrito pelos pastores Natanael Rinaldi e Paulo Romeiro, em “Desmascarando as Seitas”, Rio de Janeiro, CPAD, Rio de Janeiro. Leia também: Pastores batistas rebatem as doutrinas adventistas
As seitas e as heresias são um dos maiores problemas da Igreja de Cristo. Os números são assustadores. Nunca se viu um crescimento tão grande das seitas em todo o mundo, e a Igreja precisa estar armada contra isso. As seitas geralmente chegam primeiro que o Evangelho. Trabalham como nunca, se empenham até mais que muitos dos filhos da luz. Esta é a realidade com que se defrontam a antiga União Soviética e muitos outros países do mundo, alheios por muito tempo ao Evangelho.
Quando estes países e povos abrem as portas para Cristo, recebem todos os meses milhões de Testemunhas de Jeová, mórmons e uma infinidade de outras seitas, dispostas a ganhar almas para o reino das trevas. Como se isso não bastasse, crescem muito nos países desenvolvidos e multiplicam-se como nunca nos Estados Unidos, país cujo berço firma-se no cristianismo protestante.
Seitas no Brasil
Esta é também a realidade do Brasil. Não obstante crescer o cristianismo e a Igreja de Cristo encontrar até motivos para se orgulhar, vemos que uma parte considerável da sociedade caminha para o secularismo. A mais preocupante realidade é que muitos intelectuais, jornalistas, artistas e outros formadores de opinião estão se abrindo para essas seitas, dando espaço como nunca se viu antes para o espiritismo, a Nova Era, a maçonaria e as Testemunhas de Jeová.
É explícita ainda a campanha pró-espiritismo e Nova Era que as emissoras de televisão, vêm desempenhando em suas novelas, utilizando-se do melhor meio possível de imputar ideias anticristãs ao nosso povo. As estratégias dessas seitas inovam-se a cada ano, enquanto a maioria dos cristãos permanecem desinformados acerca de assuntos elementares e importantes a respeito das seitas.
Outra característica muito importante é que todas as refutações são citadas pela Bíblia tudo está na Palavra de Deus e é explicado de uma forma bem clara, em linguagem acessível, que não deixa dúvidas. Não ousamos dizer nada contra uma seita que não seja condenado pela Bíblia. Por isso é indispensável, ao ler este estudo, que você tenha às mãos a Bíblia Sagrada e possa pesquisá-la.
Adventistas do Sétimo Dia
I – ORIGEM E HISTÓRIA DOS ADVENTISTAS
1. O nome “Adventistas do Sétimo Dia”
Após o grande desapontamento – que apresentaremos adiante e com detalhes os que aguardavam a frustrada vinda de Cristo para o dia 23 de março de 1843, pertencentes ao “Movimento do Advento na América”, formaram vários grupos: o de Hiram Edson, em Port Gibson; o de José Bates, em New Hampshire, Washington; o de Ellen Gould Harmon (White), que começou em Portland, no Maine.
Desorientados, resolveram escolher um nome que lhes fosse comum. Alguns optaram por “Igreja de Deus”, mas prevaleceu a opinião de que o nome deveria refletir os ensinos distintivos da igreja, que passou a se chamar Adventista do Sétimo Dia. Em maio de 1863, por questões de coordenação e sobrevivência, organizou-se a “Associação Geral dos Adventistas do Sétimo Dia”. “Somos Adventistas do Sétimo Dia. Envergonhamo-nos, acaso, desse nome? Respondemos: Não, não! Não nos envergonhamos” (Administração da Igreja, p. 26).
Afinal, havia de fato motivo para que os Adventistas do Sétimo Dia (ASD) se envergonhassem do nome adotado na assembléia realizada em Battle Creek, nos EUA, em 28 de setembro de 1860? E como havia! Embora a palavra advento signifique “vinda”, e os cristãos evangélicos aguardem a segunda vinda de Cristo, os ASD foram além e, pela boca do seu fundador, marcaram datas para esse acontecimento.
O livro Fundadores da Mensagem (p. 9) registra não apenas o equívoco, como o resultado: “O Movimento do Advento na América foi originado por homens que estavam desejosos de receber a verdade, quando esta a eles chegasse. Aceitaram-na sinceramente e segundo ela viveram, esperando serem dentro em breve transladados. Depois do grande desapontamento todos caíram em trevas”.
2. A segunda vinda de Cristo segundo os ASD
A história dos ASD está ligada a William (Guilherme) Miller, que desempenhou papel proeminente no início do Movimento do Advento na América, o qual fixou a data de 23 de março de 1843 para a vinda de Cristo à Terra, estabelecendo a seguinte doutrina:
- que Cristo voltaria de maneira pessoal e visível nas nuvens do céu, por volta do ano de 1843;
- que os justos ressuscitariam incorruptíveis e os vivos seriam transformados para a imortalidade, sendo levados para reinar com Cristo na “nova terra”;
- que a terra seria destruída pelo fogo;
- que os ímpios seriam destruídos, e seus espíritos, conservados em prisão até sua ressurreição e condenação;
- que o milênio ensinado na Bíblia eram os mil anos que se seguiriam à ressurreição.
Nada acontecendo no dia marcado, mudou-se a data para 22/10/1844 (Fundadores da Mensagem, p. 39). A segunda data também passou e a volta de Cristo não aconteceu. Ora, é possível imaginar o escárnio generalizado para com os seguidores de Miller diante do escandaloso fracasso profético, mesmo porque não há necessidade de um conhecimento profundo da Bíblia para saber que o dia da volta de Cristo não foi revelado a ninguém (Mt 24.36; Mc 13.31; Atos 1.7).
O cálculo do dia do arrebatamento
Como William Miller chegou à data de 23 de março de 1843?
(Posteriormente Samuel Snow, um seguidor de Miller, mudou a data para 22 de outubro de 1844). Tudo foi baseado em Daniel 8.14, num estudo realizado de forma errônea desde o princípio e que levou à seguinte interpretação:
- o santuário era a terra;
- a purificação se faz pelo fogo; logo, a terra seria purificada pelo fogo da vinda de Jesus (2 Pe 3.9,10);
- as 2.300 tardes e manhãs foram interpretadas como dias (não literais, mas sim dias proféticos) valendo cada dia um ano (com base em Nm 14.34 e Ez 4.6);
- o ponto de partida era o ano de 457 a.C. (com base em Dn 9.25 e Ed 7.11-26);
- e, quando não se deu a volta de Jesus em 1843, aumentou-se um ano. considerando que tinham decorrido apenas 2.299 anos de 457 a.C. até 1843, ficando assim 22/10/1844 como a data definitiva.
A interpretação correta de Daniel 8.14
A interpretação correta de Daniel 8.14 (E ele me disse: Até duas mil e trezentas tardes e manhãs: e o santuário será purificado) é a seguinte:
- o carneiro com duas pontas (v. 3) representava o rei da Média e Pérsia (v. 20);
- o bode (v. 5) representava o rei da Grécia (v. 21);
- a derrota que o bode (rei da Grécia) infligiu ao carneiro (Média e Pérsia, v. 7,8) representava a vitória da Grécia sobre a Média e Pérsia;
- a quebra da ponta notável e o surgimento das outras quatro pontas do bode (v. 8) indicam a morte de Alexandre, o Grande, e a posterior divisão do seu reino entre seus quatro generais (v. 22);
- a ponta pequena que saiu de uma das pontas (v. 9 um rei feroz de cara – v. 23 ), é Antíoco Epifânio (v. 11, 12);
Antíoco Epifânio, governador da Síria entre 175 e 164 a.C., profanou o santuário (v. 11) e substituiu os sacrifícios prescritos na Lei por sacrifícios pagãos (para maiores detalhes veja a narração que se faz em 1 Macabeus 1.21-24; cf. Nm 28.1-3); - o santuário foi purificado depois de 1.150 dias, ou seja, 2.300 tardes e manhãs (1 Macabeus 4.36-58).
Entretanto, os seguidores de Miller não quiseram aceitar tal interpretação do texto de Daniel 8.14. No dia seguinte ao fracasso profético (o grande desapontamento), surgiu Hiran Edson, dizendo ter tido uma visão: “Vi, distinta e claramente, que nosso Sumo Sacerdote, em vez de sair do lugar santo do santuário celeste para vir à Terra do dia sétimo do sétimo mês ao fim de dois mil e trezentos dias, entrava naquele dia pela primeira vez no segundo compartimento do santuário e tinha uma obra a realizar no lugar santíssimo antes de voltar à Terra” (Administração da Igreja, p. 20).
Com essa explicação foi contornada a tormenta, e os ASD prosseguem sua caminhada, apesar desta interpretação do Santuário Celestial ter originado duas heresias perniciosas para uma seita que se ufana de ser a Igreja Remanescente.
II – IGREJA REMANESCENTE
O significado
No livro Sultilezas do Erro (p. 30) se explica: “O espírito de profecia é o que, segundo as Escrituras, a par com a guarda dos mandamentos de Deus, seria o característico da Igreja Remanescente. Compare com Apocalipse 12.17 e 19.10b. Este dom consiste principalmente em dar ao povo de Deus mensagens diretas e específicas… Os testemunhos orais ou escritos da Sra. White preenchem plenamente este requisito, no fundo e na forma. Tudo quanto disse e escreve foi puro, elevado, cientificamente correto e profeticamente exato (grifo nosso).
As “profecias” da Sra. Ellen Gould White
Como comprovar se o que escreveu a Sra. White é “profeticamente exato”? Naturalmente, analisando seus escritos, e ela escreveu muito. Vejamos algumas de suas profecias:
“Por algum tempo, depois da decepção de 1844, mantive, juntamente com o corpo do advento, que a porta da graça estava para sempre fechada para o mundo” (Mensagens Escolhidas, p. 63). Com base em que a Sra. White chegou a sustentar uma posição que mais tarde provou-se equivocada? Ora, nada justifica uma declaração leviana sobre um assunto de tamanha responsabilidade. A porta da graça continua aberta, assim hoje como no ano “da decepção” (Is 55.7; 2 Co 6.2; Tt 2.11-13).
“Quando a Inglaterra declarar guerra, todas as nações terão seu próprio interesse em acudir, e haverá guerra geral” (Sutilezas do Erro, p. 42). Nesta profecia que nunca se cumpriu (pronunciada no contexto da guerra civil americana), foi usada a forma verbal “haverá”, que expressa certeza, e não o futuro do pretérito “haveria” (que tornaria a predição condicional). Além de a guerra não se generalizar, a Inglaterra optou pelo não envolvimento.
“Logo ouvimos a voz de Deus, semelhante a muitas águas, o qual nos anunciou o dia e a hora da vinda de Jesus… Ao declarar a hora, verteu sobre nós o Espírito Santo e nosso rosto brilhou com o esplendor da glória de Deus, como aconteceu com Moisés, na descida do monte Sinai” (Primeiros Escritos, p. 15). O próprio Jesus, quando aqui esteve, alegou desconhecer o dia e a hora de sua volta. Mas a Sra. White disse que sabia!…
“Ouvi a hora proclamada, mas não tinha lembrança alguma daquela hora depois que saí da visão” (Mensagens Escolhidas, p. 76). Assim se justificou a profetisa dos adventistas, quando pressionada por seus oponentes.
Ora, se a Igreja Adventista do Sétimo Dia arroga ser a Igreja Remanescente porque possui o dom da profecia na pessoa da Sra. White, cujas predições se mostram falsas (pois nenhuma se cumpriu), o que dizer da Igreja ASD? Dizemos que é uma igreja falsa, não fundamentada na verdade e sim no conselho de homens. Isso o declaramos na autoridade concedida pela Palavra de Deus (cf. Dt 18.20-22; Jr 14.14-22; 23.15-17, 21-32; Ez 13.6,7).
E, repetimos, falsa, não só porque suas profecias não se cumpriram, mas também porque os ASD colocam a autoridade da Sra. White em pé de igualdade com a própria Bíblia Sagrada: “Cremos que Ellen White foi inspirada pelo Espírito Santo, e seus escritos, o produto dessa inspiração, têm aplicação e autoridade especial para os ASD. Negamos que a qualidade ou grau de inspiração dos escritos de Ellen White sejam diferentes dos encontrados nas Escrituras Sagradas” (Revista Adventista, fev./1984, p. 84).
III – FONTE DE AUTORIDADE RELIGIOSA
Na brochura A Orientação Profética do Movimento Adventista (p. 108) consta: “Pouca atenção tem sido dada à Bíblia, e o Senhor nos deu uma luz menor para guiar homens e mulheres para uma luz maior”. Segundo a Sra. White, é vedado a todos o direito de examinar e duvidar de suas falsas profecias. Disse ela no livro Primeiros Escritos, p. 258: “Disse o meu anjo assistente – Ai de quem mover um bloco ou mexer um alfinete dessas mensagens”. Entretanto, a Bíblia, com mais autoridade, dá campo para o livre exame de suas profecias (1 Ts 5.21; Sl 119.105,130).
IV – JUÍZO INVESTIGATIVO – OU REDENÇÃO INCOMPLETA
“Antes que se complete a obra de Cristo para a redenção do homem, há também uma expiação para tirar o pecado do santuário. Este é o serviço iniciado quando terminaram os 2.300 dias. Naquela ocasião, conforme fora predito pelo profeta Daniel, nosso Sumo Sacerdote entrou no lugar santíssimo para efetuar a última parte de sua solene obra purificar o santuário” (O Conflito dos Séculos, p. 420).
“Destarte, os que seguiram a luz da palavra profética viram que, em vez de Cristo vir à Terra, ao terminarem em 1844 os 2.300 dias, entrou ele então no lugar santíssimo do santuário celeste, a fim de levar a efeito a obra final da expiação, preparatória à sua vinda” (Ibid., p. 421).
Refutação:
Até onde a Bíblia permite, constata-se que os ASD estão errados em pelo menos três pontos: o tempo, o lugar e a obra de redenção:
-
- tempo: Mesmo seguindo sua forma de interpretar a profecia, a data mais provável para o início de contagem dos 2.300 anos de Daniel 8.13-14 seria 445 a.C. (cf. Ne 2.1-8 e Dn 9.25), e não 457 a.C. (Meditações Matinais, 1970, p. 165; cf. Ed 7.11-26).
- lugar: Jesus adentrou o santuário celestial, isso incluindo o lugar santíssimo, quarenta dias após sua ressurreição (cf. At 1.3), e não em 22/10/1844. A epístola aos Hebreus, escrita por volta de 63 d.C, já declarava ter Cristo entrado no santo dos santos (Hb 6.19,20; 7.23-28; 8.1,2; 9.1-14,24-26; 10.19,20; comp. com Êx 26.33; Lv 16.2; Nm 7.89; 1 Sm 4.4; 2 Rs 19.15).
- obra de redenção: A obra de redenção foi realizada de uma vez por todas na cruz; não ficou incompleta. Quando Cristo subiu ao céu ela estava definitivamente terminada (Hb 1.3; 9.24-28).
V – PECADOS COLOCADOS SOBRE SATANÁS
“Quando, portanto, os dois bodes eram postos perante o Senhor no Dia da Expiação, representavam Cristo e Satanás… Satanás não somente arrastou o peso e o castigo de seus próprios pecados, mas também dos pecados da hoste dos remidos, os quais foram colocados sobre ele, e também deve sofrer pela ruína de almas por ele causada” (O Ritual do Santuário, pp. 168 e 315).
“Como o sacerdote, ao remover dos santuários os pecados, confessava-os sobre a cabeça do bode emissário, semelhantemente Cristo porá esses pecados sobre Satanás, o originador e instigador do pecado… Quando Cristo, pelo mérito de seu próprio Sangue, remover do santuário celestial os pecados de seu povo, ao encerrar-se o seu ministério, ele os colocará sobre Satanás que, na execução do juízo, deverá arrostar a pena final” (O Conflito dos Séculos, pp. 421 e 489).
Em Levítico 16.5,10 são apresentados dois bodes para expiação dos pecados. Satanás não é nossa oferta pelo pecado. Foi Cristo e não Satanás quem carregou nossos pecados (Is 53.4-6,11,12; comp. Mt 8.16-17; Jo 1.29; 1 Pe 2.24; 3.18). Não era só o bode expiatório que fazia expiação pelo pecado. Eram os dois bodes (Lv 16.10). Azazel pode ser traduzido por “afastamento”, “remoção” ou “emissário”. Logo, colocar os pecados sobre o bode Azazel significava afastá-los. Uma vez que a morte do primeiro bode efetuou plena redenção dos pecados (nisto representando Cristo), a maldição a eles devida foi removida, afastada, e isso de modo a não mais retornar. Aceitar a explicação dos ASD sobre o bode emissário transferiria a obra de Cristo para o diabo. Ele seria um co-salvador, o que perverte e diminui a obra realizada por Jesus Cristo na cruz (2 Co 5.21; Hb 10.18).
Arrazoemos se não é assim. Eis o ensino adventista:
- os pecados dos crentes são lançados no santuário do céu e lá ficam;
- os pecados do santuário celestial são depois transferidos para Cristo e tornam-se dele;
- estes pecados de Cristo, na sua segunda vinda, são lançados sobre Satanás e passam a lhe pertencer;
- quando Satanás for aniquilado, também os pecados o serão.
Eis, em suma, a essência do plano da salvação dos ASD: O salvador não é Cristo, e sim Satanás. Esse ensino é outro evangelho (Gl 1.8,9). Se os ASD aceitam essa despropositada explicação, rejeitam o plano de salvação apresentado nas Escrituras, cuja iniciativa e elaboração devem-se ao próprio Deus.
VI – O SONO DA ALMA OU A IMORTALIDADE CONDICIONAL
“O que o homem possui é o ‘fôlego da vida’ (o que dá animação ao corpo), que lhe é retirado por Deus, quando expira. E o fôlego é reintegrado no ar, por Deus, mas não é entidade consciente ou homem real como querem os imortalistas” (Sutilezas do Erro, p. 217).
Refutação:
Vejamos alguns textos bíblicos que desmentem a doutrina do sono da alma:
- o espírito não morre, nem dorme com a morte do homem (Mt 10.28 ; Ec 12.7);
- o espírito separa-se do corpo por ocasião da morte (Lc 20.37,38; 23.43; Atos 7.59);
- o espírito continua a viver, autoconsciente e com todas as suas faculdades ativas depois da morte, seja ímpio ou justo (cf. Lc 16.19-21; Ap 6.9-11; 2 Co 5.6-8; Hb 12.23; 2 Co 12.2-4 ; Fp 1.21-23);
- dormir refere-se ao corpo (Mt 27.52) e não à alma (Dt 34.5-6; comp. Mt 17.1-3);
- substitua, nas seguintes referências, a palavra espírito por “fôlego” ou “sopro”, e veja o resultado: Marcos 2.8; Atos 17.16; João 13.21; 2 Coríntios 7.1; 1 Pedro 3.4; Mateus 26.41.
VII – OS DOIS CONCERTOS
Os ASD dizem que a guarda da Lei (para eles, o Decálogo os Dez Mandamentos) continua a ser obrigatória. E assim perguntam aos cristãos “por que guardam os nove mandamentos da Lei, quando ela se constitui de dez?”
Citam a seguir Tiago 2.10, para afirmar que os cristãos são transgressores da Lei porque não guardam o sábado do quarto mandamento.
Refutação
Os Dez Mandamentos faziam parte do Antigo Concerto, que foi abolido por Cristo (Dt 4.12,13; 9.8; Êx 34.27-28). Vamos às provas: O Antigo Concerto foi dado a Israel na saída do Egito, junto ao monte Sinai (Êx 19.1-6; Hb 9.18-20). O povo israelita, por sua vez, aceitou as condições do Antigo Concerto que assim foi firmado entre Deus e Israel; Deus propôs (Êx 19.3-6), Israel aceitou (Êx 24.3-8); não foi dirigido a todos os homens (Sl 147.19,20). Como o povo não foi fiel às exigências do Antigo Concerto, Deus prometeu estabelecer um Novo Concerto (Jr 3.16; 31.31-34; Zc 11.10; Mt 27.3-10; Jr 3.16. Este Novo Concerto foi instaurado por Jesus, como declara o escritor de Hebreus (cf. Hb 8.6-13; 10.7-9). Em 2 Coríntios 3.3,14, Paulo confirma a abolição do Antigo Concerto.
Estabeleçamos os seguintes pontos:
- A promessa de Deus foi cumprida, sendo estabelecido o Novo Concerto;
- Israel rejeitou a Jesus, o mediador do Novo Concerto, passando este a abranger o mundo todo (Jo 1.12; Gn 12.3; Gl 3.14);
- o Novo Concerto é melhor do que Antigo Concerto e está firmado em melhores promessas (Hb 8.6);
- o primeiro era repreensível (Hb 8.7), isto é, não alcançou o fim desejado;
- este Concerto novo é melhor, pois está escrito no coração (Hb 8.10-11) ;
- sendo estabelecido o Novo Concerto, o primeiro envelheceu (Hb 8.13) e foi posto de lado e com ele o sábado (Cl 2.14-17);
- em Hebreus 12.18-24, referindo-se aos crentes em Jesus, é dito que eles não chegaram ao monte Sinai (onde foi dado o Antigo Concerto) mas ao monte Sião… a Jesus, o mediador do Novo Concerto;
- o mesmo é repetido em Gálatas 4.21-31 (na comparação entre as duas mulheres de Abraão: Sara e Agar) “Lança fora a escrava” (Gl 4.30) significa: Lança fora o Antigo Concerto. Logo, o sábado, que dele fazia parte, não vigora para o cristão.
Costumam os ASD argumentar da seguinte maneira: “Podemos matar? Podemos adulterar, cobiçar a mulher do próximo…?” Citam, um a um, nove dos dez mandamentos e indagam se podem ser quebrados. A nossa resposta é: “Não”. Então, citam o quarto mandamento e fazem a mesma pergunta.
Esperam que a nossa resposta não fuja à regra. Entretanto, não só podemos como devemos responder: Sim! Surpreendidos, questionam: “Como sua resposta pôde ser não para nove mandamentos e sim apenas para o quarto?” Nossa resposta é que temos autoridade do próprio Jesus, segundo a Bíblia, para assim responder: “Ou não tendes lido na lei que, aos sábados, os sacerdotes no templo violam o sábado e ficam sem culpa?” (Mt 12.5).
Baseados nesse texto perguntamos: O sacerdote podia matar, roubar… enfim, violar os nove mandamentos? Depois de provavelmente responderem nove vezes: “Não”, perguntamos: Podiam violar o sábado? Aí os ASD se engasgam e titubeiam sem resposta. Por quê? Porque os serdotes violavam o sábado para atender às exigências do sacrifício: rachavam lenha, carregavam água, acendiam fogo… o que era vedado pela Lei (Êx 35.3). Se o sábado era subordinado aos sacrifícios e estes foram abolidos (Jo 19.30; Mt 19.30; Hb 7.12-18), por que guardá-lo hoje?
Escreveu Ellen G. White: “O sábado será a pedra de toque da lealdade: pois é o ponto da verdade especialmente controvertido. Quando sobrevier aos homens a prova final, traçar-se-á a linha divisória entre os que servem a Deus e os que não o servem” (O Conflito dos Séculos, 26a edição, 1981. p. 611).
Mas guardam eles realmente o sábado? Está escrito em Gálatas 3.10 (referindo-se aos que estão sob a Lei) que é maldito aquele que não permanece em todas as coisas escritas no livro da Lei para cumpri-las. E, quanto ao sábado, a Lei estabelece que ninguém deve sair de casa, não pode acender fogo, etc… (Êx 35.3).
Os ASD não saem de suas casas aos sábados? E não acendem fogo? O veredito da Bíblia é: “maldito” (Gl 3.10; Rm2.23).
Em Oséias 2.11 há uma profecia sobre a abolição do sábado, cumprida em Cristo (como afirma Paulo em Cl 2.14-17; cf. Is 1.13,14; Gl 4.9-11). Diante da clareza do texto de Colossenses, costumam os ASD afirmar que a palavra “sábados” não se refere ao sábado semanal, mas aos sábados cerimoniais ou anuais (cf. Lv 23.1-39).
Três razões para afirmar que esta interpretação não é correta:
- 1a razão: Os chamados “sábados anuais” ou “sábados cerimoniais” eram festas, e já estão incluídos na expressão “dias de festa” ou “sábados anuais”:
Festa da Páscoa (Lv 23.5-7);
Festa dos Asmos (Lv 23.8);
Festa de Pentecostes – Primícias (Lv 23.15,16);
Festa das Trombetas (Lv 23.23-25);
Festa da Expiação – 1o dia de festa (Lv 23.26-32);
Festa dos Tabernáculos – último dia (Lv 23.34-37); - 2a razão: A expressão “dias de festa, lua nova e sábados” é a fórmula para indicar os dias sagrados anuais, mensais e semanais (Nm 28.9-17; 1 Cr 23.31; 2 Cr 2.4; 8.13; Sl 81.3; Ez 45.17; Os 2.1 1).
- 3a razão: As palavras “sábado” e “dia de sábado” (singular ou plural) ocorrem sessenta vezes no N.T. Em 59 casos, os ASD reconhecem tratar-se do sábado semanal e apenas num o negam, justamente em Colossenses 2.16. E por que o fazem? Porque teriam de reconhecer que o sábado foi abolido na cruz! (cf. Estudos Bíblicos, 6a edição, p. 378).
Os ASD afirmam que a expressão “meus sábados” e “seus sábados” indicam a distinção entre os sábados semanais e sábados cerimoniais, o que não é bíblico. Ambas as expressões são usadas para indicar os mesmos sábados: sábados semanais. São de Deus (“meus sábados”) porque foram dados por Ele, e são dos judeus (“seus sábados”), porque foram dados a eles. Vejamos os “meus” e “seus” aplicados na Bíblia:
- o Templo (Is 56.7; comp. Mt 23.38, “minha casa, vossa casa”);
- a Lei (Rm 9.4: comp. Jo 8.17);
- os holocaustos (Nm 28.1,2; comp. Dt 12.6).
Os ASD são culpados de “galacianismo” (o conceito de que em parte o homem se salva pela obra de Cristo e em parte por sua própria fidelidade em guardar a Lei): “Todos os que verdadeiramente se tenham arrependido do pecado… e verificando estar o seu caráter em harmonia com a Lei de Deus, seus pecados serão riscados e eles próprios havidos por dignos da vida eterna” (O Conflito dos Séculos, 26a edição, 1981, Casa Publicadora Brasileira, p. 487).
VIII – A DIVISÃO DA LEI EM DOIS SISTEMAS: LEI MORAL E LEI CERIMONIAL
Dizem os ASD: “A lei moral, os Dez Mandamentos, chamados Lei de Deus… O mesmo não se dá com a lei cerimonial, frequentemente chamada de Lei de Moisés” (folheto Leis em Contraste, pp. 2 e 3).
As expressões “Lei de Deus” e “Lei de Moisés” são sinônimas e não se referem a leis distintas, como afirmam os ASD (Is 33.22 um legislador). Basta ler Neemias 8.1,2,8,14,18, onde a mesma Lei é chamada de “Lei de Deus” e “Lei de Moisés”.
Para distinguir com maior clareza o erro adventista, atente aos seguintes contrastes:
Os ASD dizem: “A Lei moral são os dez mandamentos”.
A Bíblia diz: há uma só Lei, sem distinção (1 Cr 16.40; 2 Cr 31.3; Lc 2.22,23; Hb 10.28; comp. Dt 17.2-6). A “Lei de Moisés” é a “lei moral” (Mc 7.10; comp. Êx 20.12); (Jo 7.19; comp. Êx 20.13).
Jesus ensinou (cf. Mt 22.37-39) que os dois maiores mandamentos são amar a Deus e amar o próximo. Ambos fazem parte do livro da Lei colocado ao lado da arca (Dt 31.26). Esses dois mandamentos acham-se em Deuteronômio 6.5 e Levítico 19.18. O livro da Lei continha os cinco primeiros livros da Bíblia, o Pentateuco, e não apenas o Decálogo. Admitimos que, se os ASD estivessem certos em sua interpretação, estariam desobrigados de amar a Deus sobre todas as coisas e de amar o próximo como a si mesmos.
O quinto mandamento do Decálogo é atribuído a Moisés em Marcos 7.10 (comp. Êx 20.12), de onde se deduz que os Dez Mandamentos integram a chamada “lei de Moisés”. O cerimonial da circuncisão, que não faz parte do Decálogo, é chamado “a lei do Senhor” (Lc 2.23,24). Portanto, dizer que o Decálogo é a “lei moral” (também chamada “a lei de Deus”, ainda vigente) e que as demais ordenanças do Pentateuco são “a lei cerimonial” (“a Lei de Moisés”, abolida por Cristo), não se confirma na própria Bíblia.
A Bíblia que não faz distinção entre uma lei e outra, na forma como anteriormente mencionada , declara a abolição de todo aquele velho sistema chamado “Lei” (Rm 6.14; 7.4; Gl 2.19; 4.21-31; Ef 2.14-17; 2 Co 3.6-11). Se a Lei foi abolida podemos pecar à vontade? Não! (Rm 6.11; Gl 5.18-21). Cristo não apenas cumpriu toda a Lei, mas Ele a cumpre em nós, mediante a graça que nos dá, capacitando-nos à renúncia de todo caminho iníquo.
1. O domingo e o sinal da besta
Os ASD citam a coroa papal afirmando que os seus dizeres são o número da besta, se somados os algarismos romanos. Depois de “descobrir” que o resultado é 666 dizem que o papa é a besta, e que nós, os que adotamos o domingo como “Dia do Senhor”, somos seguidores dele.
Façamos a soma para verificar a verdade dessa alegação:
Cômputo adventista VICARIUS FILII DEI
(5+1+100+1+5) + (1+50+1+1) + (500+1) O resultado é 666
Cômputo correto VICARIUS FILII DEI
(5+1+100) + (4) + (1+50+1+1) + (500+1) O resultado é 664
Pelo visto, quem criou esse argumento não conhecia com propriedade os algarismos romanos – ou estava desesperado em busca de provas. Sabemos que IV é quatro e não I + V (seis). Já alertamos antes para o perigo de se criar doutrinas baseadas em fatores estranhos à Bíblia, pois o resultado é sempre desastroso. Os dizeres da coroa papal não somam 666, e mesmo que somassem nada justifica afirmar dogmaticamente que o papa é a besta – poderia ser coincidência, ou então teríamos também de dizer que a Sra.
Ellen Gould White – uma das fundadoras e a principal profetiza do Adventismo – é a besta, conforme o resultado da soma seguinte dos algarismos romanos que compõem seu nome:
ELLEN GOULD WHITE
(50+50)+(5+50+500)+(5+5+l)
O resultado é 666, o número da besta.
Vale lembrar que o letra W tem o valor de V + V, ou seja, 5 + 5.
Mesmo assim, não estamos dizendo que a Sra. Ellen Gould White seja a besta pelo simples fato de a soma de seu nome resultar 666; o argumento é fraco – teríamos de recorrer a provas mais fortes. Ainda considerando que seja uma forma correta de se avaliar a besta, e que a soma fosse realmente 666, no caso da coroa papal (o que não acontece), estaríamos (os evangélicos – apesar de dedicar a Deus o domingo em vez do sábado) imunes a um ataque pois, em nenhum momento, de nenhuma forma, sob qualquer argumento, nós, cristãos sinceros, temos a menor ligação com o Vaticano. Tal afirmação constitui flagrante falta de conhecimento não só da Bíblia, mas de toda a realidade do cristianismo.
2. A realidade sobre o sábado
Seria a guarda do sábado o selo de Deus nos dias atuais? Não depois da morte de Cristo. Mas os ASD dizem que sim, talvez porque seus teólogos pensem ser os melhores intérpretes da Bíblia, a ponto de se colocarem acima de Jesus e dos apóstolos.
Quando foi que Jesus ensinou ou fez algum escritor inspirado do Novo Testamento escrever sobre a guarda do sábado? O Israel, segundo a carne, possuía dois selos: a guarda do sábado (Êx 31.17) e a circuncisão (Gn 17.9-14). O povo de Deus não tem, nem precisa mais desses sinais identificadores de uma nação eleita. O ensino de Paulo em Efésios 1.13 indica ser o selo de Deus, neste nosso tempo, o recebimento do EspíritoSanto (cf. 2 Tm 2.19; 1 Co 9.2; Jo 6.27; Rm 4.11).
Portanto, até onde a Bíblia nos permite, as maiores bases dos ASD acerca da guarda do sábado móstram-se verdadeiras falácias em revelia à Escritura.
IX – PASSAGENS BÍBLICAS USADAS COMO FONTES DE DOUTRINA
1. Gênesis 26.5
“Abraão obedeceu à minha voz e guardou o meu mandado, os meus preceitos, os meus estatutos e as minhas leis”.
Exame bíblico:
O texto não diz que esses “preceitos”, “estatutos” e “leis” são os Dez Mandamentos (entre os quais se acha o sábado), mesmo porque a Lei só foi dada 430 anos depois de Abraão (Gl 3.17).
Vejamos alguns dos preceitos e estatutos dados por Deus a Abraão:
- que saísse de sua terra (Gn 12.1);
- que andasse na presença de Deus e fosse perfeito (Gn 17.1,2);
- que guardasse o Concerto da circuncisão (Gn 17.9-11);
- que ouvisse Sara, sua mulher, para deitar fora sua serva (Gn 21.12);
- que sacrificasse seu filho Isaque (Gn 22.2);
- que habitasse na terra que Deus ordenara (Gn 26.2,3).
2. Êxodo 16.22-30
Esta passagem mostra que a Israel foi ordenado guardar o sétimo dia, não colhendo o maná. Tal ordenação foi dada antes do povo chegar ao Sinai, onde veio a ser escrito o Decálogo. Os ASD alegam que, como o sábado foi dado antes do Sinai, a obrigação de guardá-lo existe desde o princípio do mundo. Ora, antes do Sinai não significa necessariamente “desde o princípio do mundo”.
Exame bíblico:
- Deus, que tirou Israel do Egito, começou a educá-lo, dando-lhe sua Lei (Êx 16.4);
- O v. 5 revela como Deus dá instrução a Moisés para ordenar ao povo que colha o dobro do maná no sexto dia, para não ter de fazê-lo no sétimo;
- Em Êxodo 15.25, quando o povo se achava em Mara, no deserto, se diz que Deus “ali lhes deu estatutos e uma ordenação” – não foi no princípio do mundo;
- Em Êxodo 20.10-12, Deus diz que tirou Israel do Egito e lhe deu (não restaurou) o sábado como sinal (entre Deus e Israel). Quando? Quando os tirou do Egito (v. 10); Onde? No deserto (v. 11). Além da menção à data e local de entrega da Lei, neste texto temos a indicação do povo a quem foi dada;
- Deuteronômio 5.15 diz que Deus ordenou a guarda do sábado em memória da libertação do povo do Egito. Isso mostra que a guarda do sábado é exclusivamente judaica.
3. Êxodo 20.1-17
O Decálogo (“lei moral”). Afirmam que é perfeito e superior ao resto da Lei de Moisés, também chamada de “lei cerimonial”.
Exame bíblico:
Os Dez Mandamentos não foram escritos em pedras por serem superiores aos outros, mas para servir de testemunho visível do Concerto de Deus com Israel. Por isso as duas tábuas de pedra são chamadas de:
- Tábuas do Testemunho (Êx 31.18);
- a arca na qual foram postas, Arca do Testemunho (Êx 40.5);
- o tabernáculo onde se guardava a arca, Tabernáculo do Testemunho (Êx 38.21);
- era costume, naquele tempo, constituir-se uma testemunha visível para comprovar qualquer acontecimento solene (Gn 28.18; 21.27-30); assim fez Deus com Israel. Seria muito difícil – para não dizer impossível – escrever em pedra e transportar pelo deserto todo o Pentateuco;
- o Decálogo não é completo, nem o veículo exclusivo da vontade de Deus, uma vez que não proíbe a bebedice, a ingratidão, a ira, a depravação etc.
4. Êxodo 31.12-18
Esta passagem diz que o sábado é um concerto perpétuo e um sinal entre Deus e os filhos de Israel. Sendo perpétuo, dizem, ainda está em vigor.
Exame bíblico:
Se somos obrigados a guardar o sábado pelo simples fato de ser denominado “estatuto perpétuo”, então somos obrigados também a:
- guardar a Páscoa – estatuto perpétuo (Êx 12.14);
- lavar cerimonialmente as mãos e os pés – estatuto perpétuo (Êx 30.17-21);
- celebrar as festas judaicas – estatuto perpétuo (Lv 23.41);
- subordinar-nos ao sacerdócio aarônico – estatuto perpétuo (Nm 25.13).
5. Deuteronômio 31.24-26
A Lei escrita por Moisés, o Pentateuco (menos o Decálogo, que foi escrito por Deus), foi posta “ao lado da arca do concerto do Senhor, vosso Deus…” O arrazoado que fazem é que, sendo esta a Lei posta ao lado da arca, difere da colocada dentro. A de dentro é moral (o Decálogo), e a do lado de fora, cerimonial.
Exame bíblico:
A Lei é uma só. Mesmo aquela chamada “cerimonial” pelos ASD contém preceitos morais. Basta ler Êxodo 22.21-22; Levítico 19.2,16,18; Deuteronômio 16.19; 18.13; Êxodo 23.2. Que parte da Lei foi considerada mais importante por Jesus? (cf. Mt 22.36-40) O primeiro mandamento (pela ordem de importância) é citado em Deuteronômio 6.5 e o segundo em Levítico 19.18. Destes depende toda a Lei, portanto o Decálogo é dependente deles.
Se fosse válida a divisão da Lei em duas, feita pelos ASD, hoje como já mencionamos – estaríamos desobrigados de amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos, visto que tais mandamentos não fazem parte do Decálogo e, sim, da Lei que Moisés escreveu e colocou ao lado da arca.
6. Salmos 19.7
“A lei do Senhor é perfeita”. Dizem que esta referência é feita à lei moral, contida no Decálogo, que é perfeito e, portanto, imutável.
Exame bíblico:
De tudo o que foi dito, podemos considerar que a grande falácia nos seus argumentos está no fato de admitirem que “Lei” seja apenas o Decálogo. Quando Davi fala da “Lei”, nos Salmos, sempre se refere à Lei de Moisés, porque ele, como rei, era obrigado a ter uma cópia dela e lê-la diariamente (Dt 17.15-19). Assim, Salmos 19.7 e textos isolados do Salmo 119, sempre citados pelos ASD, não se referem ao Decálogo somente, mas “em tudo”, a “todos os preceitos…” (Sl 119.128). A mesma explicação se deve dar em relação às citações de Provérbios 28.9 e Eclesiastes 12.13,14, pois quem escreveu tais livros foi Salomão, também monarca de Israel.
7. Isaías 56.1-7
Esta passagem é citada para provar que os crentes gentílicos são obrigados a guardar o sábado, pois faz referência “aos filhos dos estrangeiros, que se chegarem ao Senhor…” (v. 6).
Exame bíblico:
Se essa passagem prova que os gentios devem guardar o sábado, da mesma maneira prova que devem guardar todo o Concerto que Deus fez com Israel, oferecendo holocaustos e sacrifícios no altar, no Santo Monte, em Jerusalém (v. 7).
8. Isaías 66.22,23
“Porque, como os céus novos e a terra nova que hei de fazer estarão diante de minha face… E será que, desde uma Festa da Lua Nova até à outra e desde um sábado até ao outro, virá toda carne a adorar perante mim, diz o Senhor”.
Os ASD não hesitam em aplicar esta promessa a si mesmos e a seus esforços para que todos guardem o sábado, pois creem que esse será o dia de guarda no futuro.
Exame bíblico:
Se o texto supramencionado prova que o sábado é perpétuo e que deve ser guardado ainda hoje, também prova que a festa judaica da Lua Nova é igualmente perpétua e que deve ser observada nos nossos dias por todas as pessoas. Por um motivo que não se pode atinar, os ASD guardam o sábado, mas descumprem a Lua Nova…
9. Mateus 5.17,18
“Não cuideis que vim destruir a lei ou os profetas; não vim ab-rogar, mas cumprir. Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a terra passem, nem um jota ou um til se omitirá da lei sem que tudo seja cumprido”. Logo, afirmam, o sábado deve ser guardado, pois nenhuma parte da Lei (para eles, o Decálogo) pode ser omitida. Vejamos:
Exame bíblico:
Por um lado, esta passagem não diz que cada “jota” ou “til” da Lei permanecerá até que o céu e a Terra passem, mas até “que tudo seja cumprido!” É o que se lê em Lucas 16.16,17: “A lei e os profetas duraram até João…” Ora, tanto um texto quanto outro dão conta da transitoriedade da Lei – mas ela só passará depois de seu integral cumprimento.
Visto que Jesus veio cumpri-la e ele não falhou -, a Lei já passou. Jesus não fez referência a uma duração perpétua da Lei, mas ao seu completo cumprimento (Lc 24.44; Atos 13.29; Rm 10.4; Cl 2.14-16).
Por outro, a Lei mencionada por Jesus no cap. 5 de Mateus não é só o Decálogo, mas toda a Lei, como vemos:
- refere-se a três mandamentos do Decálogo: o sexto (v. 21); o sétimo (v. 27) e o terceiro (v. 33);
- também a outros, fora do Decálogo: v. 38 – “olho por olho” (cf. Êx 21.24; Lv 24.20); v. 43 – “amar o próximo e aborrecer o inimigo” (cf. Lv 19.18; Dt 23.6);
Jesus, quando fala da Lei, refere-se a todo o Pentateuco – Gênesis a Deuteronômio (Mt 7.12; 11.13; 22.40; Lc 16.29-31). Ele veio cumprir toda a Lei, inclusive o Decálogo, e o fez plena e definitivamente. Nada mais há que nos obrigue à sua guarda.
10. Mateus 19.16-22
“Guarda os mandamentos”, manda Jesus ao moço rico. Baseados nesta passagem os ASD dizem que Jesus ensinou a guardar os Dez Mandamentos e, como o sábado é um deles, temos a obrigação de guardá-lo.
Exame bíblico:
É digno de nota que Jesus omite o sábado;
Jesus citou outros mandamentos fora do Decálogo;
Se somos obrigados a guardar todo o Decálogo porque Jesus citou apenas cinco mandamentos, então somos obrigados a guardar toda a Lei de Moisés, porque Jesus também citou mandamentos fora da chamada “Lei de Moisés” onde se encontram os seguintes: “Amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Mt 19.19), que não faz parte do Decálogo (Lv 19.18) e: “Não defraudarás alguém” (Mc 10.19), que se acha em Levítico 19.13.
Se uma parte abrange o todo, certamente os ASD pecam contra sua própria argumentação, porque não guardam a “Lei de Moisés” onde se encontram os dois citados mandamentos, fora do Decálogo.
11. Marcos 2.28
“Assim, o Filho do Homem até do sábado é Senhor”. Os ASD empregam este texto para provar que o sábado é o dia do Senhor.
Exame bíblico:
Cristo não diz que o sábado é seu dia, senão que Ele é o Senhor do sábado. Sua intenção foi mostrar que o Filho do Homem era superior ao sábado. O sábado fora dado para atender às necessidades do homem – quais sejam: descanso, inspiração e mesmo lazer.
Logo, Jesus, como Filho de Deus e conhecedor dos propósitos da Lei, pôde inocentar seus discípulos da acusação que lhes faziam os líderes judaicos: a de colher espigas nesse dia. O sábado veio a ser criado em função do homem, e não o homem por causa do sábado, de modo que este não podia servir de pretexto a uma negligência amorosa para com o próximo.
12. João 3.13
“Ora, ninguém subiu ao céu, senão o que desceu do céu, o Filho do homem, que está no céu”. Mencionam este texto como prova do sono da alma no intervalo entre a morte e a ressurreição.
Exame bíblico:
O trecho refere-se à conversa entre Jesus e Nicodemos, na qual Jesus lhe faz ver a necessidade do Novo Nascimento para entrar no Reino de Deus. Este ensino produziu admiração em Nicodemos a ponto de não poder aceitá-lo (Jo 3.7,9,11). Então, no v. 12, Jesus diz: “Se vos falei de coisas terrestres [o novo nascimento] e não crestes, como crereis, se vos falar das celestiais?” (as coisas que o olho não viu, 1 Co 2.9).
Ora, claro está que Jesus não falava da morte das pessoas nem do estado da alma após a morte, mas das verdades espirituais que só podiam ser discernidas mediante o Espírito. O conhecimento destas coisas, frisou, não dependia de alguém ter subido ao céu, senão dEle próprio – sua origem, motivo e propósito eram o céu.
Sendo assim, era um legítimo representante do céu (de Deus) entre os homens, e podia dizer: “Sabemos e testificamos o que vimos” (v. 11). Confira Gênesis 5.24 e 2 Reis 2.11, onde se declara que Enoque e Elias foram ao céu, sem provar a morte.
13. Atos 13.14; 18.4
“…e entrando na sinagoga, num dia de sábado, assentaram-se. E todos os sábados disputava na sinagoga e convencia a judeus e a gregos”. Os ASD, numa interpretação toda tendenciosa, dizem que Paulo guardava o sábado.
Exame bíblico:
Paulo foi criado em observância a toda a Lei (Atos 23.3); seu grande desejo era ganhar os judeus (Rm 9.3,4; 1 Co 9.20-23); circuncidou a Timóteo (At 16.3), mas deixou claro (1 Co 7.19) que a circuncisão nada é; observou o dia de Pentecostes (Atos 20.16); tosquiou a cabeça em sinal de voto (Atos 18.18); fez ofertas segundo a Lei (Atos 21.26).
Não obstante, ensinou que os preceitos da Lei haviam sido abolidos e que ninguém precisava guardá-los (Cl 2.16).
Sua presença na sinagoga (bem como a prática de outros preceitos legais), pois, atendia a um objetivo evangelístico – convencer os judeus de que Jesus era o prometido Messias e que, por isso, a Lei dera lugar à graça. Valera-se, assim, do grande número de judeus que se congregavam nas sinagogas para lhes apresentar aquele de quem falavam a Lei e os Profetas – Jesus Cristo.
14. Romanos 3.31
“Anulamos, pois, a lei pela fé?” Dizem os ASD que a Lei consubstanciada nos Dez Mandamentos não é abolida pela fé, mas estabelecida. O sábado faz parte dela e por isso somos obrigados a guardá-lo.
Exame bíblico:
Nada há no texto ou no contexto que se refira ao Decálogo.
Paulo está argumentando que ninguém jamais guardou a Lei (os preceitos do Pentateuco); esclarece, em função disso, que ninguém será justificado pelas obras da Lei (Rm 3.28), mas todos podem sê-lo mediante a fé (Rm 5.1). Antecipa que, desde que ele se subordinava à “lei da fé” icf. Rm 3.27,31), ninguém poderia taxá-lo de homem sem lei (v. 31). A
ssim, a fé e não as obras, como a guarda do sábado, tinham o poder de justificar. Ele não hesitou em afirmar que a Lei fora abolida (Rm 10.4; 2 Co 3.14; Cl 2.14-16). Usando outra metáfora, diz que para com Deus não estava sem lei, mas debaixo da “lei de Cristo” (1 Co 9.21). Em seguida, dá o veredito: “estais mortos para a lei… agora, estamos livres da lei… para que sirvamos em novidade de espírito, e não na velhice da letra” (Rm 7.4-6).
15. Romanos 6.14
“O pecado não terá domínio sobre vós, pois não estais debaixo da lei, mas debaixo da graça”. Os ASD dizem que estar “debaixo da lei”, é estar sob a condenação da lei, uma vez transgredida.
Exame bíblico:
A princípio, se estar debaixo da Lei significa estar sob condenação, que dizer sobre o estar debaixo da graça, visto que esta também tem suas exigências? (Tt 2.1-12; Hb 10.28,29) A subordinação cega à Lei é em si condenação à medida em que estimula a aparência de piedade e camufla a real condição humana de pecado.
Além disso, se estar sob a Lei significa estar condenado, que dizer de Jesus? Afinal, consta na Bíblia dele ter “nascido sob a lei” (Gl 4.4).
16. Romanos 7.12
“Assim, a lei é santa; e o mandamento, santo, justo e bom”. Ainda achando que se refere ao Decálogo, visto que no v. 7 há uma referência a ele, os ASD arrazoam que o mesmo não foi abolido. Reforçando seu argumento dizem que Paulo, além do que disse, reconhece ser a Lei espiritual (v. 14) e declara ter prazer nela (v. 22). No parecer deles, o posicionamento de Paulo ressalta a validade da Lei do modo como é expressa nos Dez Mandamentos.
Exame bíblico:
Paulo, pouco antes, diz com inequívoca ênfase que já não estamos debaixo da Lei (Rm 6.14). Queria dizer com isso, longe de qualquer peso de condenação, que não estamos mais sujeitos às suas ordenanças, uma vez que Cristo as cumpriu por nós. Estabelece, no cap. 7, a analogia da mulher que está sujeita ao marido enquanto este vive (v. 2). Morto o marido, fica livre a mulher e pode se casar novamente. Assim, a lei do marido pode ser santa, justa e boa, mas só vigora enquanto ele vive. A Lei nunca deixou de ser santa, justa e boa, mas sendo abolida, deu lugar à graça. A graça é que nos permite estar em Cristo e ostentar nEle o cumprimento integral da Lei.
17. Hebreus 4.3-11
“Porque, em certo lugar, disse assim do dia sétimo: E repousou Deus de todas as suas obras no sétimo dia” (v. 4). E evidente que o repouso de que se trata aqui não é o do sábado indicado no quarto mandamento, mas o repouso vindouro: “Portanto, resta ainda um repouso para o povo de Deus” (v. 9).
Exame bíblico:
Deus repousou depois de haver criado o mundo; os profetas falaram de antemão de um “outro dia” (Sl 118.24) em vez do sétimo, para comemorar o repouso maior que se seguiria a uma obra maior do que a criação; a este repouso maior, Josué nunca pôde guiar o povo judeu (v. 8);
Jesus, havendo terminado sua obra de redenção na cruz (Jo 19.30), repousou Ele mesmo no primeiro dia da semana (Mc 16.9), como Deus havia repousado na criação; na cruz, foi abolido o sábado (Os 2.11; comp. Cl 2.16); portanto, enquanto se processa o glorioso plano salvífico de Deus, cumpre aguardar um descanso longe da corrupção que destrói (Mq 2.10; Mt 11.28-30); foi necessário esclarecer ao judeu – para quem o sábado era uma glória – que há um dia de descanso reservado para o povo de Deus, um sábado espiritual, muito superior em glória ao seu Shabbat (Ap 1.10; Sl 118.22-24).
18. Tiago 2.8-12
“Porque qualquer que guardar toda a lei e tropeçar em um só ponto, tornou-se culpado de todos” (v. 10). Dizem os ASD que, como Tiago cita dois dos Dez Mandamentos (“não cometerás adultério” e “não matarás”, v. 11), logo, a lei de que fala é o Decálogo.
Exame bíblico:
Na verdade Tiago está reprovando o pecado da acepção de pessoas, que é transgressão da lei real (Lv 19.18): “Todavia, se cumprirdes, conforme a Escritura, a lei real: Amarás a teu próximo como a ti mesmo, bem fazeis. Mas, se fazeis acepção de pessoas, cometeis pecado e sois redarguidos pela lei como transgressores” (vv. 9 e 10). A lei de que fala Tiago (“a lei real”) inclui a expressão na forma do Decálogo, mas não se encerra com ele, percorrendo tudo o que Moisés ordenou e ainda mais. A lei real estava muito além das mostras e especificações previstas na letra, pois de nada adianta uma conduta legalista à parte do amor.
Ora, o espírito da Lei é o amor (cf. Rm 13.8-10): “Quem ama cumpriu a lei” (v .8). Se todos os preceitos da Lei que representa o Antigo Concerto tivessem de ser observados hoje, na forma como foram então registrados, os ASD seriam seus maiores transgressores, pois não sacrificam animais, não guardam as festas, nem praticam a circuncisão. Quem não cumpre todas as coisas que estão na Lei, é dela transgressor (cf. Gl 3.10). E quem pode satisfazer à justiça de Deus pelas obras da Lei?
19. 1 João 2.3-6
“E nisto sabemos que o conhecemos: se guardamos os seus mandamentos” (v. 3). Sem atentar para o principal mandamento (o amor a Deus e ao próximo), dizem que aquele que não guarda o sábado (um dos Dez Mandamentos) é mentiroso. Ora, mentiroso e hipócrita é quem, no sábado, acorrentado à letra da Lei, deixa de exercer a misericórdia; este de fato não viu a Deus nem o conheceu.
Exame bíblico:
Os mandamentos a que se refere João é mesmo o Decálogo? E incrível como conseguem afirmar isso em todos os seus argumentos, mas onde está escrito que o sejam? Apenas presumem isso, e por essa presunção ousam chamar de mentirosos todos quantos não rezam segundo a sua cartilha. Nos versículos 1 e 2, vemos que João fala de Cristo, e o pronome possessivo “seus” refere-se a Jesus e aos seus mandamentos não consta haver menção ao Decálogo (Jo 13.34; 15.12; 1 Jo 3.23; 4.21; 2 Jo 5).
Encontramos no Novo Testamento muitas ordenanças chamadas de “mandamentos”, entre eles os dois grandes mandamentos (Mateus 22.36-46). Os preceitos de Cristo são igualmente chamados “mandamentos do Senhor” (1 Co 14.37; 1 Ts 4.2; 2 Pe 3.2). Logo, não só a referência de João não é à Lei antiga, abolida por Jesus. Ele próprio nunca mandou guardar o sábado. Ao contrário, a não observância por Jesus do sétimo dia, segundo a opinião dos judeus, é que lhe trouxe perseguição e morte (Mt 12.1-3; Jo 5.16; 18.9-16).
Conclusão
Não há como negar terem os ASD cometido erros graves, desde a fixação equivocada de uma data para a volta de Jesus, passando por concepções erradas acerca de assuntos escato- lógicos, como o número da besta, por exemplo, atribuído ao Papa, até à observância nada coerente do sábado, numa flagrante prova de legalismo sectário. Não apenas os cometem, mas são vítimas de seus próprios erros. Nosso dever é esclarecê-los sempre que possível, mostrar-lhes o caminho da salvação pela graça e, permanecendo recalcitrantes, não comungar e nem permitir vinculações com suas formas de culto e adoração, as quais, corrompendo a muitos, os afastam do Evangelho verdadeiro.
Autoria do Texto: pastores Natanael Rinaldi e Paulo Romeiro, em “Desmascarando as Seitas”, Rio de Janeiro, CPAD, Rio de Janeiro – Leia também: Pastores batistas rebatem as doutrinas adventistas
BIBLIOGRAFIA (Por ordem de citação neste estudo):
- A Orientação Profética do Movimento Adventista
- O Conflito dos Séculos
- Meditações Matinais
- O Ritual do Santuário
- Estudos Bíblicos
- Leis em Contraste
- or que se Guarda o Domingo?
Outras obras sobre o adventismo:
Obs.: A sugestão abaixo é apenas uma lista de consulta. O fato de uma obra estar incluída não significa que os autores asseguram a precisão do seu conteúdo, nem que haja recomendação implícita de outras obras do mesmo autor ou editora. Algumas estão esgotadas, podendo ser encontradas em sebos e bibliotecas.
Obras Evangélicas:
- O Sabatismo à Luz da Palavra de Deus, R. Pitrowshy, Rio de Janeiro, Casa Publicadora Batista, 1967.
- O Abalo do Adventista, Geoffrey Paxton, Rio de Janeiro, JUERP, 1983.
- O Adventista, Ubaldo Torres Araújo, Águas de Prata, SP, Novo Despertar, 1981.
- Igreja de Vidro, Ubaldo Torres Araújo, Águas de Prata, SP, Novo Despertar, 1983.
- Pecador Eu Sou. Transgressor, Não, Ubaldo Torres Araújo, Águas de Prata, SP, Novo Despertar, 1983.
- O Sábado, a Lei e a Graça, Abraão de Almeida, Rio de Janeiro, CPAD, 1980.
- Que é Adventismo, José Pio da Paz, Rio de Janeiro, 1976.
- A Guarda do Sábado, Aníbal Pereira Reis, São Paulo, Edições Caminho de Damasco.
- Os Cristãos Devem Guardar o Sábado? Roger E. Dickson, 1978.
- Cristianismo ou Sabatismo? H.E. Alexander, São Paulo, Casa da Bíblia.
- Trinta Razões Porque Não Guardo o Sábado, Amilto Justus, Edições Vale da Bênção.
- Será Que o Cristão Deve Guardar o Sábado? E.D. Harris, Ourinhos, Edições Cristãs, 1986.
- Que É Adventismo do Sétimo Dia? Roland H. A. Seboldt, Porto Alegre, 1970.
- O Sabatismo, Adrião Bernardes, São Paulo, Ordem dos Pastores, 1961.
- Porque Saí do Adventismo do Sétimo Dia, Rio de Janeiro, Casa Publicadora Batista, 1984.Leia também: Pastores batistas rebatem as doutrinas adventistas