EBD em Foco

Ex-presidente dos EUA dá aulas na EBD

Aos 92 anos, ex-presidente dos EUA ainda dá aulas na escola dominical de sua igreja – Apesar da idade avançada, o ex-presidente Jimmy Carter continua a exercer o ministério que move o seu coração: ensinar sobre a Bíblia em sua igreja. (matéria de 2/8/2017).

A idade avançada ainda não é o suficiente para fazer com que o ex-presidente Jimmy Carter deixe de desenvolver o ministério que move o seu coração em sua igreja: ensinar sobre a Bíblia na escola dominical.

O jornalista e autor cristão David Schechter relatou em uma publicação para o site ‘Charisma News’ – no qual contribui como colunista – sobre a alegria de poder assistir uma aula ministrada por Carter.

Segundo Schechter, no domingo em que ele compareceu à igreja para assistir à aula ministrada pelo ex-presidente, centenas de outras pessoas também estavam ali por este mesmo motivo.

“Esperando nos bancos estão muitos dos 130 membros da Igreja Maranatha, juntamente com algumas centenas de visitantes de todo os Estados Unidos e três mulheres jovens chinesas, sentadas à nossa frente”, contou o jornalista.

“Poucos minutos depois de 9h50, Jimmy entra, com o rosto suave, sorrindo, e de microfone na mão”, acrescentou. “Hoje, diz ele, estaremos revendo ‘uma das seções mais difíceis da Bíblia”.

Segundo David Schechter, com simplicidade, Carter perguntou se havia pastores ou missionários presentes e três pessoas se colocaram de pé. Então o professor pediu a um deles que fizesse a oração inicial.

O jornalista contou que antes de iniciar a ministração do conteúdo da aula – sobre o livro de Ezequiel, no Antigo Testamento – Carter falou sobre seu estado de saúde, abordando um colapso que sofreu devido a uma desitratação com certo bom humor.

“Eu tive um tratamento excelente no Canadá … de forma gratuita’, diz Carter, provocando risos, ‘mas meus médicos de Atlanta me fizeram usar um monitor cardíaco – o que torna o sono incômodo”, contou David.

Já se voltando para o conteúdo da aula, Carter lembrou que o profeta Ezequiel surgiu como um “mensageiro de más notícias”, enviado por Deus para dizer aos israelitas que são responsáveis ​​por suas tribulações, por sua deslealdade e então o professor alertou a classe sobre o peso da responsabilidade pessoal em suas decisões.

“Carter sugere redefinir o que constitui uma vida bem-sucedida. ‘Que tipo de pessoa eu quero ser?’; ‘Tomamos decisões sobre o tipo de pessoa que queremos ser e como queremos viver o resto de nossas vidas”, contou David citando as palavras do professor.

David contou que o final da aula de Carter se focou em alertar os alunos sobre a única forma de alcançar uma vida “plena, frutífera, feliz e pacífica”: se entregar a Jesus e caminhar com Ele.

Segundo o jornalista, assistir à aula de Carter, além do fato de ser ministrado por uma boa reflexão, também serviu como uma agradável surpresa, de ver que um ex-presidente de 92 anos ainda se coloca à disposição do Reino para ensinar sobre a Bíblia em sua igreja.

“Este ex-presidente não-autárquico, de construção de casas, de eleições, de erradicação de doenças também ensina na igreja em vários domingos, diante de centenas de visitantes, que, como nós, partem dali nada menos que impressionados”, finalizou.,


FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO CHARISMA NEWS ATUALIZADO: QUARTA-FEIRA, 2 AGOSTO DE 2017 AS 8:53

A ansiedade e nossos inéditos viáveis

Mas eu, quando estiver com medo, confiarei em ti”. Salmos 56.2 – Na língua grega, ansiedade significa estrangulamento, cortar o fôlego, sufocar, tirar o oxigênio. Podemos constatar alguns males que a ansiedade pode produzir na vida das pessoas, tais como, insegurança, sofrimento, desestabilidade emocional, desânimo, etc.

A geração atual desenvolveu um perfil que não sabe dar o “time” correto para os acontecimentos. Na verdade, as vezes somos os maiores “culpados” quando os eventos que gostaríamos que acontecessem em nossas vidas, demoram um pouco mais para se realizarem ou cumprirem.

Viver desafios é uma das maiores qualidades do ser humano, e isso o incentiva, anima e faz com que as expectativas em torno de novas possibilidades nos motivem a avançar e superar cada novo desafio. Todavia, precisamos pensar nas motivações que nos impulsionam a pensar e projetar esses desafios, ou quem sabe, indo um pouco mais a fundo nessa questão, deveríamos pensar nos recursos e possibilidades que temos a nossa disposição para estabelecermos tais desafios.

É admirável como algumas pessoas conseguem ter a capacidade de sonhar e projetar modelos de desafios a serem alcançados, e muitas vezes, quando estamos fora do contexto de vida dessas pessoas, estabelecemos uma crítica negativa que não nos permite enxergar as possibilidades que determinadas pessoas parecem ter tão nítidas a sua frente.

O problema muitas vezes está na factibilidade de alcance desses desafios. Talvez nesses casos seja interessante podermos discernir o que é um projeto (sonho), ou aquilo que é um delírio (pesadelo).

É muito interessante pensarmos o real sentido da palavra “Utopia”.

Utilizamos a palavra Utopia para falar de impossibilidade, algo que não vai levar a lugar nenhum, mas ao contrário disso, utopia não é impossibilidade, porque topos = lugar e U em grego é negação para tempo e não para lugar. Então o uso correto de utopia deve ser para definir o Inédito viável, aquilo que neste tempo ainda não é mas pode ser. Por isso a expressão Utopia, ao invés de significar “lugar nenhum”, “impossível”, ela significa “ainda não”. Eu e você temos os nossos “ainda não”, ou seja, nossos inéditos viáveis.

O estabelecimento de nossos projetos de vida pode ser o ambiente para registrarmos as nossas utopias, o inédito viável, onde ficam os nossos sonhos. Mas não confunda sonho com delírio.

Por exemplo:

“Eu sonho com o dia em que toda a minha família será alcançada para Cristo.

Eu sonho com o dia em que a minha igreja terá autonomia financeira para ter a melhor EBD de todos os tempos.

Eu sonho em sem o melhor goleiro de futebol do mundo em 2020. Isso é delírio. Eu não tenho mais idade, não tenho vigor, e mesmo que entrasse num sério de programas de boa forma ou minha igreja levantasse um grande clamor de 40 dias por um milagre, isso jamais acontecerá. Eu sei que isso é delírio”.

Mas e o que tem isso a ver com ansiedade?

Como citado acima, os desafios são muito interessantes e com certeza criam em nós uma certa dose de motivação. Mas temos que ter muito claro que estes desafios precisam ser projetados de tal forma que tenhamos alguma possibilidade factível de alcançá-los, e que não sejam tão elevados que acabem consumindo todas as nossas forças e foco, a tal ponto de perdermos a nossa capacidade de controle emocional, principalmente face ao eminente “fracasso” ou que venhamos a necessitar de tanto investimento que percamos o sentido da vida, ou das demais coisas e possibilidades dela.

Tanto na vida particular quanto eclesial, precisamos aprender a controlar nossas emoções, muito especialmente aquelas que nos provocam aos grandes desafios. Vivê-los e poder realiza-los é sempre o nosso maior desejo e o resultado nesse caso, é sempre animador. Todavia, o mais prudente é apresenta-los diante de Deus para que possamos ter muito clara a Sua vontade que é sempre “boa, perfeita e agradável”.

Estar ou viver ansioso diante de determinado desafio, não mudará nem influenciará positivamente os resultados que esperamos alcançar. Muito pelo contrário, a ansiedade poderá ser um fator negativo que impactará e prejudicará nossas ações, limitando-as ou condicionando-as ao ponto de frustrar nossas ações com reflexos indesejados nos resultados.

Projetos humanos são factíveis e propensos a não obterem o sucesso esperado, mas quanto colocamos nossos anseios e desafios nas mãos de Deus, os resultados, mesmo que seguindo estratégias e caminhos diferentes daqueles que imaginamos, serão sempre os melhores.

Que Deus nos ajude a vencermos a ansiedade e possamos projetar os nossos “inéditos viáveis” com os pés no chão e o pensamento no alto.

Não Anule Seu Voto!

“Pedro e os outros apóstolos responderam: “É preciso obedecer antes a Deus do que aos homens!”  Atos 5:29 – Vivemos dias muito difíceis! Vivemos a oportunidade de tomarmos decisões muito difíceis. Temos hoje no Brasil 35 partidos políticos registrado oficialmente no Tribunal Superior Eleitoral, cada um trazendo em suas legendas as mais variadas propostas e soluções, que escritas e verbalizadas, se desabrocham como oportunidades ímpares de soluções para as celeumas e problemáticas enfrentadas por esta nação de proporções continentais.

Em meio a todas estas siglas, agora materializadas em nomes de homens e mulheres através de suas candidaturas, para Deputados, Senadores e Governantes confundem o povo brasileiro, que se deixa iludir pela fama de alguns, suas posturas no discurso, pelo traje ou palavras bonitas e na forma como se apresentam diante de sua “clientela” eleitoral, encontraremos sérias dificuldades para a escolha do voto naqueles que irão nos governar.

Como escolher? Como votar? Em quem confiar? Qual a melhor e mais bem-intencionada proposta? Quem poderá promover as mudanças que desejamos?

São tantos os questionamentos, cujas respostas e soluções serão mais difíceis ainda de serem atendidas ou colocadas em prática. Assusta-nos no entanto, que diante de tantas opções ideológicas, ainda assim encontremos indivíduos que se dizem na condição de não terem uma opção de voto, ao ponto de se eximirem da escolha e já terem declarado que farão uso da opção legítima e constitucional de anular o voto ou deixar de comparecer às urnas para a votação.

O número de cristãos da República Federativa do Brasil está em 91,4% da população totalizando 175,7 milhões de adeptos (https://mundotop10.com/top-10-paises-com-o-maior-numero-de-cristaos/), só ficando atrás dos EUA. Por isso, a pergunta que deveria nos incomodar como uma nação cristã e que deveria estar todos os dias em nossas orações à Deus, teria que ser: “Senhor Deus! Esclarece às nossas mentes e olhos humanos quais são os candidatos que desejas que governem essa nação.”

Não é possível, não é racional que ao invés de investirmos em relacionamento com Deus para nos revelar a Sua vontade nesta área tão importante, ainda estejamos iludidos com propostas que sempre acabam ficando apenas no papel, e confiemos em homens que não tem nenhum temor à Deus. Que ainda discutamos entre nós, se somos de direita, de centro ou de esquerda. Se as ideologias apresentadas pudessem ser a solução para os problemas do Brasil, eles já estariam resolvidos a muito tempo!

Se o povo cristão, e especialmente o povo evangélico em cujo contexto estamos envolvidos diretamente, não se render a uma solução vinda do alto e continuar a confiar na intelectualidade ou capacidade humana de superação, estaremos fadados a mais uma vez nos decepcionarmos, e ainda assistirmos as Leis e Projetos de Leis que a cada ano são propostas votadas e implementadas, que desafiam nossa crença e as instituições que cremos.

Nessa hora, mais do que nunca, precisamos relembrar as promessas de Deus para nossas vidas, estabelecidas em um momento de festa na vida do povo de Israel com a inauguração do templo construído pelo rei Salomão:

E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra”. 2 Crôn. 7:14

As promessas de Deus para o Seu povo são eternas, assim como Deus é imutável, e portanto, aquilo que Deus promete, Ele cumpre cabalmente, desde que não nos esqueçamos de fazer a nossa parte.

Temos pouco mais de dois meses para decidirmos em quais candidatos votaremos para o pleito de 07 de outubro de 2018. Que nestes poucos dias que faltam, possamos dedicar nossa oração para que Deus nos oriente quanto a opção que faremos como povo de Deus, de modo a elegermos as pessoas que Ele deseja que governe sobre nós.

premio areté

Falando de EBD, falando de literatura

premio aretéSomos (CIBI) uma denominação com mais de 105 anos no Brasil e muito nos alegra podermos olhar para esse passado e constatarmos o significado que podemos ter na vida de tantas pessoas que foram alcançadas pelo Evangelho de Cristo, tendo suas vidas transformadas, ao mesmo tempo em que são usados para fazer a diferença e servirem de instrumento de transformação para outros através de sua experiência de Salvação.

Este significado tem expressão também quando avaliamos o tipo de ensino bíblico que está sendo repassado pela denominação Batista Independente desde a criação da RED Revista de Estudos Bíblicos há mais de 62 anos e recentemente da REJRevista de Estudos Jovem, com menos de 4 anos de existência.

Estes dois veículos de ensino bíblico colaboram para a grandeza denominacional através da seriedade, fundamentação e equilíbrio teológico com que são abordados os assuntos propostos e desenvolvidos desde o planejamento do programa de estudos, passando pelo desenvolvimento de layout/arte, pelos redatores e revisores, a logística de distribuição, até chegar às mãos dos alunos e leitores em geral.

Durante os últimos 3 anos, tivemos a honra e o privilégio de marcar presença no meio literário evangélico com essas duas literaturas, sendo finalistas do prêmio Areté por ocasião da FLIC – Feira Literária Internacional Cristã, tendo ocupado a posição de melhor literatura com a RED no ano de 2015, e agora na última feira, encerrada no dia 2 de setembro, tanto a RED como a REJ galgaram a posição de melhores revistas de estudos bíblicos do meio evangélico, a despeito da concorrência com grandes editoras de reconhecimento nacional.

Aproveitando essa premiação podemos chamar a atenção de nossas lideranças, pastores, professores e demais colaboradores da área do ensino, para o diferencial de conteúdo de ensino que temos em nossas mãos, segundo avaliação de teólogos, educadores e líderes de outras denominações que chancelaram tal conceito e que nos colocaram em um nível elevado de reconhecimento nacional. Diante deste cenário positivo, precisamos adotar uma postura interna de compreensão dos valores extraordinários que temos nas mãos com essas duas ferramentas poderosas de ensino bíblico para Adultos e Jovens que são a RED e a REJ. Por isso chamamos a atenção do leitor para dez razões pelas quais devemos prezar pela utilização dessas literaturas em nossos espaços de estudos em nossas igrejas:

  1. Pertencem à denominação Batista Independente;
  2. São planejadas e construídas para atingir objetivos de aprendizado alinhados com a denominação;
  3. Possuem currículos bem elaborados que ajudam o crescimento da fé inteligente;
  4. Primam pela fundamentação bíblica e teológica;
  5. São escritas por redatores reconhecidamente alinhados com a denominação;
  6. Capacitam o cristão para o crescimento espiritual;
  7. Proporcionam a possibilidade de conhecer com maior profundidade a Palavra de Deus;
  8. Ensinam sobre a vida cristã e a necessidade de serviço cristão;
  9. Ajudam a desenvolver o aprendizado e amor por missões;
  10. Porque foram avaliadas pelo meio evangélico nacional como a melhor revista de estudos bíblicos em dois dos últimos três últimos anos.

Embora as premiações estejam representadas por dois troféus, na verdade o valor maior não está neles, mas em suas mãos, caro leitor. Sim, em suas mãos a cada dia em que você se dispõe a abrir as suas revistas de estudos e extrai delas as mais preciosas lições e aprendizados que lhe ajudarão a sedimentar sua caminhada na vida cristã. Faça bom uso da sua revista, leia, estude e compartilhe com outros.

Leia mais em: Novo currículo da RED/REJ: Crescimento e Maturidade.

Como a escola bíblica pode impactar ou influenciar a Igreja

Um dos maiores enfoques das políticas sociais neste país, tem sido a necessidade de investimentos e cuidados com a Educação. As técnicas de Educar têm se modernizado constantemente, de modo a alcançar com mais dinamismo, o maior número de alunos no menor tempo possível. Ensinar não é apenas transmitir conhecimento, mas promover a aprendizados por parte do aluno. Essa aprendizagem não pode ser forçada ou introduzida no educando como o ato de vestir uma peça de roupa. Isto significa que ensinar não é apenas ler ou falar diante da classe, mas primeiro despertar, motivar e interessar a mente do aluno, e em seguida, dirigi-la no processo de aprendizado.

Se o mundo secular preocupa-se com o ensino e a educação do povo, por quê a Igreja não tem tido essa mesma preocupação mais intensa? Será que a igreja pode se dar ao luxo de desprezar o ensino e achar que poderá sobreviver imune ao vírus da ignorância que tem atacado muitos cristãos e derrubado muita gente pela falta de conhecimento integral da palavra e dos propósitos de Deus para consigo mesmo e o corpo maior?

Na verdade é a Escola Bíblica a melhor e mais eficaz ferramenta de ensino da Palavra que a Igreja dispõe, uma vez que ela tem a possibilidade de trabalhar com o ensino através de faixas etárias, possibilitando a cada aluno o entendimento de acordo com sua capacidade intelectual de aprendizagem.

Por que a Igreja necessita ser Ensinada?   I Cor. 3:1-4

Com o crescimento e difusão do evangelho, começaram a se levantar muitas teologias, que têm levado muitos cristãos a repensarem sua fé sem nenhum embasamento verdadeiramente teológico. Estes são os chamados “ventos de doutrina” que chegam, levam e derrubam muita gente.

Uma Igreja sólida na área doutrinária e teológica, é aquela que se aplica a palavra e que tem em seus líderes (pastores e mestres) pessoas de profundo conhecimento da Palavra, e dependência do Espírito Santo que é o verdadeiro detentor de toda a sabedoria.

Investir e acreditar na Escola Bíblica, é uma atitude de extrema sabedoria; negligenciar ou desprezar a Escola Bíblica é o contrário, com reflexos e resultados danosos e perigosos.

É fácil de perceber doutrinariamente, pelas atitudes, investimentos e visão da obra, se uma igreja tem ou não tem Escola Bíblica. Quando a Escola Bíblica é um departamento forte e atuante, percebe-se pelos frutos os reflexos em uma liderança sadia e comprometida com a Palavra de Deus.

Se desejamos ter ou manter uma Igreja forte, sólida, sadia, espiritualmente, e com visão dos propósitos de Deus em todos os aspectos, ela precisa passar pelo processo de aprendizagem genuína da Palavra, e este processo chama-se Escola Bíblica.


RED 240 – IV Trim 2016