Casamento

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Leia, aplique e melhore seu casamento

As manias de cada cônjuge, o temperamento diferente, a toalha molhada que fica em cima da cama, os sapatos que nunca são guardados ou situações mais complicadas como a vida financeira do casal: o fato é que conviver com uma pessoa, todos os dias da sua vida, até que a morte os separe, não é tarefa fácil. Mas não é impossível. Dicas para se ter um casamento feliz não faltam, seja através de conselhos de pessoas próximas que querem o bem do casal, terapeutas, amigos da igreja ou mesmo por meio de uma literatura específica. Por isso trazemos aqui alguns livros que podem ajudar você se o seu casamento está em crise ou se você só quer mesmo melhorar ainda mais a relação.

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  1. Casais inteligentes enriquecem juntos: Mestre em Administração pela Faculdade de Economia da USP, Gustavo Cerbasi é autor de vários livros sobre educação financeira. Neste livro, que inspirou o filme brasileiro Até que a Sorte nos Separe, Cerbasi traz sugestões valiosas que podem ser aplicadas desde o namoro até, claro, o casamento. O autor lembra que muitas das brigas entre casais têm início nas finanças e que a conversa sobre o assunto é essencial para a felicidade do casal.
  1. 75 hábitos dos casais felizes: com hábitos saudáveis o relacionamento pode se tornar muito harmonioso, mas com hábitos negativos a insatisfação aparece. No livro, Ashley Bush e Daniel Arthur Bush dão dicas de boas práticas no relacionamento. São ações simples que podem melhorar a comunicação e resgatar a intimidade e o carinho entre os dois. Deixando os problemas de lado e se concentrando no amor mútuo, o casal aprende por meio das 75 sugestões como experimentar coisas novas que quebrem a monotonia, como focar naquilo que o outro faz e que te deixa bem e até como se libertar das mágoas.
  1. Como mudar o que mais irrita no casamento: duas declarações bastante comuns em vários casamentos revelam uma expectativa grande em relação ao outro: “Ela sempre foi desse jeito” e “ Ele nunca vai mudar”. Gary Chapman, que por muito tempo foi conselheiro familiar, mostra que é possível que haja mudança nesses pensamentos e no comportamento do cônjuge, sem manipulação ou jogos psicológicos. Com a análise de três fatores essenciais para o processo de mudança, Chapman mostra as possibilidades para uma nova dinâmica no relacionamento.

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  1. Casamento blindado – o seu casamento à prova de divórcio: baseado na convivência do próprio casal de autores – Renato e Cristiane Cardoso –, o livro traz recomendações para os casais (inclusive que ainda estão solteiros) sobre como lidar com as mais variadas situações do cotidiano que envolvem o relacionamento a dois. Questões financeiras, o tratamento e cuidado mútuo, as emoções, os ciúmes e até traumas do passado são alguns dos temas abordados.
  1. Os segredos dos casais inteligentes: o conselho de Gustavo Cerbasi nesse livro é: união. E é a união da renda, do patrimônio e até das contas bancárias, na busca da realização de sonhos em comum. O livro traz dicas e estratégias para que o casal garanta um futuro sem que comprometa o presente. São casos reais que tratam de temas como aposentadoria e orçamento mensal, por exemplo.
  1. As regras de ouro dos casais saudáveis: uma relação inteligente é estável – cada um é especialista em agradecer. Enquanto isso, o relacionamento desinteligente é instável e os atores são especialistas em reclamação. Quando a vida a dois está doente, muito se cobra e pouco se elogia; já no momento em que o casamento está saudável, a doação é maior mútua é maior. Augusto Cury faz compreender que ninguém muda ninguém, que as pessoas têm o poder de piorar as outras, que cobrar demais, chantagear, dar sermões e criticar em excesso podem desgastar, ao passo que a empatia e a conversa fazem bem aos dois.

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  1. As cinco linguagens do amor: Gary Chapman mostra no livro as cinco formas pelas quais podemos demonstrar amor. As pessoas não são iguais e as linguagens que utilizam para mostrar o que sentem pelo outro também não. São elas: qualidade de tempo, palavras de afirmação, receber presentes, formas de servir e toque físico. A leitura irá ajudar a compreender melhor quem é o seu companheiro e quem é você, e o que espera e o que tem a oferecer para a relação.
  1. A equação do casamento: o psicólogo Luiz Hanns mostra seis fatores que estruturam a relação amorosa e explica que quando eles se desequilibram, há grandes riscos para o casal. O autor propõe então que haja a adaptação em relação às expectativas do outro em um esforço comum para que as coisas saiam bem. É preciso se ajustar, já que não fomos preparados para entender o quanto é completo o projeto de felicidade no casamento, que está longe de ser apenas a satisfação de expectativas pessoais, mas envolve a compreensão do outro.
  1. As regras do casamento feliz: Se dois grandes amigos adaptam-se um ao outro e estabelecem um convívio tranquilo, por que não conseguiríamos fazer o mesmo com os nossos companheiros? Esta é uma das grandes premissas para este livro. Com uma experiência de mais de 20 anos no consultório, Harriet Lerner compartilha mais de 100 regras que abordam os pontos principais de todos os relacionamentos de longa duração. Se um dos parceiros seguir dez regras que o outro escolher, as mudanças e os resultados serão visíveis.

Compreenda o que é limerência

Você sabia que pode estar limerente? Ou que já esteve? Ou que pode ficar? É, se você acha que é saudável passar o dia inteiro pensando no seu amor, se sente uma alegria extrema quando está ao lado dele e uma tristeza enorme na sua ausência. Se não pode evitar, é um reflexo involuntário que nasce no seu interior e se projeta com gestos dignos de uma loucura. Isso é a limerência. Estar loucamente apaixonado, mas literalmente.

Para a maioria das pessoas, estar apaixonado é sinônimo de felicidade e plenitude. Além disso, estar em um relacionamento romântico pode trazer inúmeros benefícios para a saúde – comprovados pela ciência -, como diminuição da pressão arterial, alívio do stress e da ansiedade, redução de dores e melhoria da saúde cardiovascular. No entanto, existem aspectos do romance – nem tão famosos e apreciados – que podem ter efeitos físicos e psicológicos prejudiciais, incluindo aumentar os níveis de stress, induzir pensamentos suicidas (que podem ou não culminar em morte) e causar vício.

Para explicar melhor essas associações, o site especializado Medical News Today preparou uma lista com as três principais consequências negativas do amor. Confira.

1. Amor e stress

Se por um lado, pesquisadores afirmam que o amor ajuda a reduzir os níveis de stress – o que de fato faz -, estudos mostram que dependendo da fase do relacionamento, os níveis de cortisol, também chamado de hormônio do stress, podem estar elevados.

Estar apaixonado desencadeia a liberação de uma série de substâncias químicas no cérebro, incluindo a ocitocina, chamada de hormônio do amor, que costuma ser liberada durante o sexo ou toque físico. Essa substância tem efeito calmante, mas especialistas dizem que os níveis de ocitocina só começam a subir de forma considerável (a ponto de trazer benefícios à saúde) depois do primeiro ano de namoro. Portanto, outros hormônios atuam no início do namoro, principalmente o cortisol, pelo menos é o que indica um estudo de 2004.

 
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De acordo com o resultado, indivíduos que estão apaixonados a menos de seis meses apresentam altos níveis de stress, que só declinam e voltam aos níveis normais depois que o relacionamento se prolonga. Segundo os pesquisadores, esse aumento nada mais é do que uma reação normal do corpo durante o início do contato social, fase em que estamos sempre tentando agradar.

No entanto, como o cortisol circula pelo corpo por quase um ano, ele pode deixar suas marcas no organismo. Altos níveis de cortisol podem prejudicar o sistema imunológico, aumentando o risco de infecções. Além disso, em excesso, esse hormônio pode elevar a probabilidade de desenvolver hipertensão e diabetes tipo 2, assim como prejudicar a função cerebral e até mesmo reduzir o volume do cérebro.

2. Amor e vício

Além da ocitocina e do cortisol, outra substância poderosa é liberada quando estamos apaixonados: a dopamina, também chamada de hormônio do prazer, já que só é liberada quando a pessoa se envolve em atividades que considera prazerosa. No entanto, essa substância tem a capacidade de provocar vícios.

Uma pesquisa de 2010 mostrou que esse vício pode surgir porque o amor ativa áreas do cérebro associadas à dependência de cocaína, ganhos e perdas (como durante apostas), desejo, motivação e regulação emocional. “A ativação de áreas envolvidas no vício em cocaína pode ajudar a explicar comportamentos obsessivos associados à rejeição no amor”, disseram os pesquisadores.

De acordo com Helen Fisher, principal autora da pesquisa, esses comportamentos danosos incluem mudanças de humor, obsessão, dependência emocional, perda de autocontrole, desejo intenso, mudanças de personalidade e distorção da realidade. Diante desses sintomas, alguns especialistas sugeriram incluir o vício em amor no Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais junto com outros vícios comportamentais, como dependência sexual, vício em comprar, vício em trabalho ou em aparelhos tecnológicos, por exemplo. No entanto, a proposta não foi aceita.

Apesar de ser uma preocupação, outros cientistas acreditam que estar “viciado” em alguém não é uma doença e pode ser explicado como resultado de uma capacidade fundamental do ser humano que, às vezes, é exercida em excesso. Ainda assim, eles acreditam que se o excesso de amor for prejudicial deve, sim, ser tratado da mesma forma que qualquer outro vício. “Pessoas cujas vidas são impactadas negativamente pelo amor devem receber oportunidades de apoio e tratamento semelhantes às que oferecemos a dependentes químicos”, explicaram em artigo

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3. Amor e limerência

De acordo com a psicóloga Dorothy Tennov, autora do livro “Amor e Limerência: a experiência de estar apaixonado (1979)”, apaixonado pode causar sentimento de limerência – caracterizado por um desejo romântico associado à necessidade intensa, avassaladora e obsessiva de ter esse sentimento correspondido. Para a especialista, o amor nem sempre gera limerência e a limerência nem sempre está relacionada ao amor. 

Em seu livro, Dorothy descreve alguns sinais típicos de quem está em estado de limerência, como:

  • Pensamento intrusivo a respeito do objeto de desejo;  
  • Intenso desejo de reciprocidade; 
  • Realizar ações com base na possibilidade de que o objeto de desejo possa retribuir os sentimentos;
  • Incapacidade de ter sentimentos de limerência em relação a mais de uma pessoa por vez;
  • Medo exagerado da rejeição; 
  • Timidez excessiva e incômoda na presença do objeto de limerência;
  • Percepção de que quanto mais difícil é se livrar da sensação, mais intensa ela se torna; 
  • Dor no “coração” (região no centro do peito) quando a incerteza da reciprocidade é forte;
  • Sensação de andar no ar quando a reciprocidade parece evidente;
  • Intensificação do sentimento e deslocamento de toda atenção para o objeto de limerência ao ponto de outras atividades ou preocupações perderam a importância; e  
  • Enfatizar as qualidades do objeto de limerência enquanto ignora intencionalmente os defeitos.

Segundo Dorothy, há aspectos negativos da limerência que não recebem a devida atenção, mas podem ter graves consequências, como a criação de situações em que o indivíduo provoca uma lesão em si mesmo para receber a atenção do objeto de limerência, suicídio em que um bilhete é deixado diretamente para o objeto de limerência, além de homicídios cometidos em prol do objeto de limerência.

Outro aspecto negativo da limerência é autodepreciação, especialmente em casos em que a pessoa percebe a própria obsessão e tenta – em vão – se livrar do sentimento. Para quem se percebe vivendo esse sentimento, a recomendação é escrever um diário, focar nos defeitos da outra pessoa ou procurar um terapeuta.

No final da década de 1970, a psicóloga norte-americana Dorothy Tennoy, entrevistou ao longo da década mais de quinhentos pacientes apaixonados, se dedicou a desenvolver a teoria sobre esse estado físico, espiritual e mental. Seu trabalho foi publicado no livro: Love and Limerence: The Experience of Being in Love, onde foi usado pela primeira vez o termo que intitula este artigo.

A definição que Tennoy utilizou na sua publicação foi a de “um estado involuntário interpessoal que causa um desejo agudo de reciprocidade emocional; pensamentos, sentimentos e comportamentos obsessivo-compulsivos e de dependência emocional de outra pessoa”.

O texto também cobriu o aspecto bioquímico. Estar loucamente apaixonado pode enviar um sinal do hipotálamo para a glândula pituitária para que esta libere noreadrenalina, dopamina, feniletilamina -uma anfetamina natural, estrogênio e testosterona. Esse coquetel químico é o resultado do novo amor e tende a se normalizar quando aparecem os hormônios do apego, a vasopressina e a ocitocina, normalmente entre seis e 24 meses de relacionamento. No cérebro funciona como uma droga, porque pode levar as pessoas a comportamentos extremos na busca do objeto do seu afeto.

Como detectar um caso de limerência

As principais características da Limerência são:
1. Surge de forma brusca e involuntária.
2. Pensamentos incontroláveis e invasivos sobre a pessoa amada.
3. A idealização das características da outra pessoa, seja de maneira positiva ou negativa.
4. Uma timidez extrema e confusão diante da outra pessoa, com pulsação rápida, suor, rubor facial e tremores, entre outros sintomas físicos.
5. Medo de rejeição, que levam ao desespero e a pensamentos suicidas, caso isso aconteça.
6. Uma euforia extrema quando a outra pessoa também demonstra interesse.
7. Fantasias de encontros com a pessoa amada.
8. Lembrar da pessoa a todo instante e durante todas as atividades.
9. Mudar os horários de forma a forçar encontros com a outra pessoa.
10. Reproduzir na mente repetidamente os encontros com o outro.

Diferenças entre a limerência e a paixão

Embora a limerência seja um estado emocional e cognitivo na qual a pessoa sente um desejo romântico intenso por alguém, para a psicologia ela tem um lado negro. Trata-se de um transtorno obsessivo-compulsivo que pode terminar mal, com danos à pessoa ou ao ser amado.

No início é difícil notar a diferença entre a limerência e a paixão. Mas, com o tempo, um se transforma em um caminho agradável para ambas as partes, e o outro se transforma em um terreno sinuoso onde só o que importa é a reciprocidade.

Em um relacionamento saudável, quando o amor é correspondido, o processo natural é que o relacionamento seja construído com respeito, intimidade física e compromisso. Depois que passa a paixão, o vínculo amoroso se fortalece. Quando o desejo não é mútuo, o tempo e as diferenças fazem o seu trabalho natural.
Mas se um dos parceiros nesse relacionamento for limerente, o processo se torna artificial já que a pessoa doente só tentará garantir a permanência da outra, com ou sem amor.

O tratamento para a limerência

Quem faria terapia por estar apaixonado? Achariam que está louco. No entanto, quando o sentimento não passa, não evolui, não muda, é preciso procurar ajuda, da mesma forma com que seria tratado qualquer transtorno obsessivo-compulsivo. Inclusive precisando de intervenção interdisciplinária e ajuda farmacológica em casos agudos.

talvez você nunca tenha ouvido falar da palavra limerência ou limerância, mas se chegou a este blog, é provável que já tenha sentido o fogo desse sentimento avassalador. Talvez você se identifique mais com o termo mais próximo em português, e talvez equivalente na linguagem popular: paixonite, com as variantes paixonite aguda ou síndrome de paixonite aguda.

O termo limerência foi criado psicóloga norte-americana Dorothy Tennov, e aparece em 1977 no livro Love and Limerence: the Experience of Being in Love (Amor e Limerência: A Experiência de Estar Apaixonado, em tradução livre). O termo oferece “um contorno especial ao domínio semântico do amor”, diferenciando a emoção dos sentimentos do amor e da paixão, como experienciados pela maior parte das pessoas “normais”.

O conceito resulta de pesquisas conduzidas nos anos 60, quando ela entrevistou mais de 500 pessoas sobre o amor, e concluiu:

Limerência é um estado cognitivo e emocional involuntário que resulta de um desejo romântico por outra pessoa (objeto da limerência) combinado por uma intensa, avassaladora e obsessiva necesssidade de se ter o sentimento correspondido […]

[…] um estado involuntário interpessoal que causa um desejo agudo de reciprocidade emocional; pensamentos, sentimentos e comportamentos obsessivo-compulsivos e de dependência emocional de outra pessoa.

É importante notar nessa apresentação do termo que trata-se de um estado involuntário, ou seja, não depende da vontade da pessoa afetada, não é intencional – a pessoa não tem escolha, ela funciona assim. O importante é aprender a viver com a limerência, se aceitanto, mas estando consciente que é um distúrbio.

Sintomas

Os sinais e sintomas são bem parecidos com o de paixão, com a diferença que enquanto a paixão é normalmente de curta duração, na pessoa limerente eles duram muito mais, podendo levar anos ou até mesmo tomar a vida inteira de uma pessoa. Além disso, a compulsão e obsessão com o que os pensamentos sobre a pessoa eleita ultrapassam os padrões de normalidade uma vez que chegam a atrapalhar o funcionamento normal da pessoa. Outra diferença é que pessoas afetadas parecem ter os sintomas exacerbados por adversidades ou impossibilidade de consumação.

Bioquímicos:

Liberação, pela glândula pituitária sob o comando hipotálamo, de noreadrenalina, dopamina, feniletilamina (uma anfetamina natural), estrogênio e testosterona. Esse coquetel funciona como uma droga no cérebro.

Psicológicos:

  • Pensamentos intrusivos e obsessivos (semelhante ao transtorno obsessivo-compulsivo)
  • Oscilação de humor a depender da percepção de reciprocidade da parte outra pessoa
  • Medo da rejeição, incerteza;
  • Esperança injustificada;
  • Fantasia incessante;
  • Confusão mental;
  • Timidez;
  • Êxtase

(No início, antes de conhecer bem a pessoa, eu fico uma idiota, não consigo nem falar coisa com coisa!)

Físicos:

  • Dor, opressão ou aperto no peito
  • Alteração do ciclo de sono;
  • Estômago “revirando”;
  • Dilatação da pupila;
  • Mudança no apetite;
  • Coração acelerado;
  • Palidez ou rubor;
  • Fraqueza geral;
  • Gagueira;
  • Tremores;
  • Náusea;
  • Rubor;

(A sensação no meu peito é como na síndrome de coração partido)

Como detectar:

1. Surge de forma brusca e involuntária.
2. Pensamentos incontroláveis e invasivos sobre a pessoa amada.
3. A idealização das características da outra pessoa, seja de maneira positiva ou negativa.
4. Uma timidez extrema e confusão diante da outra pessoa, com pulsação rápida, suor, rubor facial e tremores, entre outros sintomas físicos.
5. Medo de rejeição, que podem levar ao desespero e a pensamentos suicidas.
6. Uma euforia extrema quando a outra pessoa também demonstra interesse.
7. Fantasias de encontros com a pessoa amada.
8. Lembrar da pessoa a todo instante e durante todas as atividades.
9. Mudar os horários de forma a forçar encontros com a outra pessoa.
10. Reproduzir na mente repetidamente os encontros com o outro.

Tratamento:

Tenho cá para mim que a limerência não tem “cura”, posto que não é uma doença, mas um padrão psicológico: é assim que o corpo e mente da pessoa foram programados desde a infância. Acredito, porém, que é possível aprender a conviver com a limerência, e quem sabe até transformar a energia que ela evoca em algo construtivo.

As formas de “tratamento” sugeridas abaixo são, portanto, para ajudar a lidar com os sintomas indesejáveis, como fantasias e devaneios, pensamentos intrusivos e desgovernados, e fazer com que você, e não a limerência, esteja no leme de sua vida:

  • Meditação: Ajuda você a aprender a domar seus pensamentos e a disciplinar a mente. Além disso, fortalece a sensação de paz interior, independente de fatores (ou pessoas) externos, onde você pode se refugiar em momentos difíceis;
  • Psicoterapia: Ajuda você a entender seus padrões de comportamento, lidar com seus sentimentos e a desenvolver mais autonomia, auto-confiança e força de vontade para evitar conscientemente situações indesejáveis;
  • Arte-terapia: Procure extravasar as emoções por meio da criatividade e auto-expressão. A limerência inspira muita música, poesia, literatura e arte em geral – as grandes histórias de amor têm um pingo de tragédia limerente. Não desperdice a sua!
  • Médico: Procure imediatamente ajuda médica caso esteja com pensamento suicida, ou os sintomas de transtorno obsessivo-compulsivo estejam muito fortes. Alguns medicamentos podem ser receitados para aliviar os sintomas.
  • Diário: Documente a sua limerência. Em público, como esse blog, ou privado, escrever um diário é uma forma de acompanhar o seu processo e notar os padrões que dominam o seu pensamento e coração. A partir daí, você pode fazer escolhas mais saudáveis.
  • Pesquise: No mais, pesquise sobre o assunto, leia, aprenda, converse com outras pessoas que também passam por isso. Quanto mais você entender os mecanismos de sua psique, mais em controle de sua vida você estará.

Sorria, você está casado

Marido e esposa precisam mostrar que valorizam um ao outro. Mas muitos casais deixam de fazer isso porque param de observar as qualidades um do outro. No livro Infidelidade Emocional,* um terapeuta diz que muitos que procuram sua ajuda estão mais preocupados com o que eles não têm em seu casamento do que com o que têm. Normalmente, quando os casais vem para uma sessão de aconselhamento, dizem apenas o precisa mudar, e não o que deve continuar como está. O erro desses casais é esquecer que o amor envolve valorizar um ao outro. Como os casais podem evitar essa armadilha?

 

O QUE VOCÊ PRECISA SABER

O estresse no casamento diminui quando marido e esposa mostram que valorizam um ao outro. Em geral, quando os dois se esforçam para ver as qualidades um do outro e fazem elogios, o relacionamento melhora. Quando marido e esposa sentem que são valorizados, até uma situação muito tensa pode ficar mais fácil de lidar.

Esposas: O livro Infidelidade Emocional diz: “Muitas mulheres esquecem que os homens enfrentam uma enorme pressão para cuidar das necessidades da família.” Em alguns casos, essa pressão existe até quando os dois trabalham fora.

Maridos: Muitos homens não dão valor a tudo o que a esposa faz para cuidar da família, como trabalhar fora e cuidar dos filhos e das tarefas domésticas. Fiona,* que é casada há três anos, diz: “Errar é humano. Mesmo assim, eu fico muito mal quando erro. Daí, se meu marido me elogia por alguma coisa que eu fiz, mesmo que seja algum serviço na casa, eu sinto que ele me ama, apesar das minhas falhas. Isso melhora minha autoestima e eu vejo que meu marido está do meu lado.”

Por outro lado, quando o marido ou a esposa se sentem desvalorizados, isso coloca em risco a fidelidade no casamento. Uma esposa chamada Valerie diz: “Se você não se sente valorizada pelo seu marido, é fácil se sentir atraída a alguém que dá valor às suas qualidades.”

O QUE VOCÊ PODE FAZER

Fique atento. Na próxima semana, fique atento às qualidades do seu cônjuge. Observe também o que ele faz para ajudar na rotina da família. Pode ser que algumas coisas tenham passado despercebidas até agora porque você as considerava como obrigação. No fim da semana, faça uma lista de (1) qualidades que você admira no seu marido ou esposa e (2) coisas que ele ou ela fez para o bem-estar da família. — Princípio bíblico: Filipenses 4:8.

Por que é importante ficar atento? Nice diz: “Depois de alguns anos de casada, você pode parar de dar valor ao seu cônjuge. Em vez de perceber o que ele faz de bom, pode ser que você se concentre no que ele deixa de fazer.”

Pergunte-se: ‘Será que estou deixando de dar valor ao que o meu cônjuge faz?’ Por exemplo, se o seu marido conserta alguma coisa na casa, você agradece? Ou pensa que isso não é nada mais que a obrigação dele? Marido, você elogia sua esposa pelos esforços dela em criar os filhos? Ou acha que ela está fazendo apenas o dever dela? Marido e esposa, o que acham de ter como meta ficar atentos e dar valor a cada coisa que seu cônjuge faz, por menor que seja, para você e sua família? — Princípio bíblico: Romanos 12:10.

Elogie sempre. A Bíblia vai além de dizer que devemos ser gratos. Ela diz: “Mostrem-se gratos.” (Colossenses 3:15) Por isso, tente criar o hábito de agradecer ao seu cônjuge pelo que ele faz. James diz: “Quando minha esposa valoriza o que eu faço, isso me incentiva a ser um marido melhor e a fazer ainda mais pelo nosso casamento.” — Princípio bíblico: Colossenses 4:6.

Maridos e esposas que dão valor um ao outro, e mostram isso por palavras e ações, têm um relacionamento mais forte. Elton diz: “Acho que muitos casamentos seriam salvos se marido e esposa se concentrassem nas qualidades um do outro. Ao enfrentar problemas, eles não pensariam em acabar com o casamento. Eles se lembrariam de que têm ao seu lado uma pessoa com muitas qualidades.”

10 segredos sobre o casamento que você precisa saber

Quero dizer, todos nós temos uma idéia do que é o casamento. Temos esperanças, sonhos e expectativas de como será. Assistimos a filmes, idolatramos programas de TV e até observamos casamentos no mundo ao nosso redor para tentar vislumbrar algo que chamamos de santo matrimônio. Mas nós realmente não sabemos até estarmos lá, não é?

 

Eu entendi algumas coisas sobre o casamento, mas há tantas que eu nunca poderia imaginar.  E até hoje, ainda há muito que estou aprendendo. Mas, como conselheira profissional e, mais importante, como esposa, a década passada do casamento me ensinou dez coisas importantes que eu não havia compreendido completamente antes.

1. O casamento é mais íntimo que o sexo.

Eu acho que uma das primeiras coisas que os solteiros pensam quando se trata de casamento é o sexo. Em nossa sociedade, o sexo é retratado como a marca da intimidade dentro de um relacionamento.  Embora exista muito valor e proximidade no relacionamento sexual, um bom casamento é o que contribui para o bom sexo, e não o contrário.

Antes do casamento, acho que não compreendi a verdadeira intimidade resultante de me comprometer com essa pessoa pelo resto da minha vida. No casamento, é a incrível oportunidade de permitir que outra pessoa olhe dentro de sua vida, mente, coração e alma. Agora isso é a verdadeira intimidade.

2. O casamento revela egoísmo, mas pode cultivar o desinteresse.

Eu sabia que tinha a capacidade de ser egoísta, mas não sabia que realmente era egoísta, até que cheguei … cerca de 6 meses em meu casamento (provavelmente mais de 6 horas, mas estou sendo generoso). Desde os momentos bobos de escolher onde comer e quem fica com o controle remoto, até as coisas mais importantes, como pedir desculpas e colocar suas necessidades antes das minhas – você aprende que o verdadeiro altruísmo é algo que precisa ser vivido.

É uma lição difícil que estendeu minha vida espiritual mais do que qualquer outra coisa jamais pôde – e através disso, uma bela lembrança de um Deus que abnegadamente deu o Seu tudo por mim. Estou aprendendo a ser mais parecido com Ele nessa parte do meu casamento.

 3. Unidade significa literalmente … um.  

Todos pensamos nos profundos benefícios físicos e espirituais da unidade, mas sempre consideramos as seguintes coisas: Uma casa. Uma cama. Um banheiro. Um espelho acima da pia do banheiro. Uma conta bancária Um orçamento. No casamento, você aprende a lição pré-escolar de “compartilhamento”, mas a aprende de uma maneira muito não-pré-escolar. Você aprende a abandonar a minha e a sua mentalidade, porque no casamento tudo é verdadeiramente nosso. Há algo realmente difícil, mas algo realmente bonito nisso. É um lembrete de que, no final das contas, o que é meu é seu … mas tudo o que temos é realmente dele.

 4. Em algum momento, você ficará desapontado.

Eu sei, essa era uma realidade difícil. Não sei por que realmente não acreditava que isso iria acontecer. Estou plenamente consciente da humanidade do meu marido e do meu marido. Mas, por alguma razão, essa verdade realmente não chega em casa – até que realmente chegue em casa. Meu marido e eu nos amamos profundamente, mas também nos machucamos profundamente. Quando você permite que alguém enterre seu coração no seu, não há dúvida de que um dia você sentirá uma dor. Seja na forma de uma palavra cruel, uma ação impensada ou um momento egoísta – o casamento vai doer. Mas pela graça de Deus, cada ferida abre caminho para graça, perdão e restauração. Cada ferida é um lembrete de nossa necessidade de amar melhor e de amar mais profundamente.

5. Goste ou não, você aprenderá o significado do perdão.

Com a certeza de ser ferido, vem a realidade de que você precisará aprender o perdão – e, às vezes, nosso orgulho pode atrapalhar essa troca . Mas a maior lição a aprender é que o verdadeiro perdão não vem porque a pessoa que está diante de você merece, mas sim de um coração que entende o quanto fomos perdoados, embora nós também não merecemos.

6. O casamento custará você.

Eu nem estou falando sobre o custo do casamento.  Isso não é nada em comparação com os custos emocionais que surgem ao se tornar um A verdade é que você perde uma parte de si mesmo na glória do casamento. Você troca um pouco de quem você é, por um pouco de quem eles são. Você aprende a dar e receber e, em seguida, aprende a deixar de lado as coisas que realmente não importam. E, no final, você percebe que o que você deu é muito, muito menor do que o que você acabou recebendo. O amor é bom assim.

 7. O amor não é um sentimento, é uma série de decisões.

Fale sobre uma verificação da realidade. Antes do casamento, você nunca pode compreender os sentimentos fortes que vão a qualquer lugar, a não ser mais alto. Então, um dia, você percebe que realmente não se pode confiar em sentimentos, porque em alguns dias você sente que pode nem gostar um do outro. Os sentimentos vêm, mas os sentimentos também vão. Eles são uma bússola e, às vezes, um guia, mas nunca devem ser seguidos. Amar é fácil quando você quer, mas quando não, esse é o teste do amor verdadeiro. É escolher amar, dar e servir por causa do compromisso que você assumiu. É escolher o outro em vez de escolher a si mesmo. Essa é a própria definição de amor em sua forma mais verdadeira.

8. O casamento exigirá que você aprenda a se comunicar.

Gosta de conversar? Não gosta de conversar? Bem, isso realmente não importa. Não importa o que sua comunicação incline, o casamento forçará você a revelar seu interior. Exigirá que você dê uma boa olhada em suas opiniões, crenças, idéias e sentimentos – e compartilhe-os com outros. Isso fará com que você responda às perguntas difíceis e fale as verdades difíceis – porque a comunicação é a tábua de salvação entre duas pessoas . Não há maneira de contornar isso. Isso fará com que você assuma a responsabilidade não apenas pelo que diz, mas como diz: tom, linguagem corporal, sarcasmo e tudo.

9. O casamento não é o fim do seu destino.

Antes de se casar, é fácil ver o casamento como o grande final. É o que sonhamos e vivemos. É a força que nos leva a avançar para esse destino que chamamos de vida. E então finalmente chega! O que agora? Há um momento estranho em que você percebe que esse relacionamento com o qual Deus os abençoou é uma fração do grande esquema que ele tem para a sua vida.

Seu propósito e paixões se estenderão muito além do alcance de seu relacionamento com seu cônjuge. Ainda mais emocionante é ver Deus trabalhando por causa desse relacionamento que Ele lhe deu, pois o amor entre você e seu cônjuge se reflete no mundo ao seu redor. O casamento não é o fim, é apenas o começo. Deus tem muito mais na manga.

10. O casamento oferece um vislumbre de muito mais.

Na mesma nota, cara, você aprende muito sobre Deus quando está se esfregando contra alguém dia após dia. Há uma razão pela qual Deus usa a analogia do casamento para descrever Seu amor por Sua igreja – porque nenhum relacionamento jamais se compara à intimidade que é trocada nessa conexão terrena.

Não apenas o amor de Deus por nós é ampliado através das lentes de um casamento saudável, mas Ele usa esse casamento para nos moldar, nos refinar e nos colocar no fogo, tornando-nos cada vez mais parecidos com Ele ao longo do caminho. Refletir Jesus é a maior honra em que podemos participar quando se trata de casamento, mas mais ainda, é a única coisa que manterá nosso casamento vivo.

Embora seja importante reconhecer que existem muitas rotas para a santidade, precisamos compreender que o casamento é definitivamente uma dessas rotas.  Eu sou uma pessoa diferente por causa desse relacionamento sagrado, e sei que Deus ainda não terminou comigo. Sou muito grato pela benção do casamento e estou ansioso pelo que está por vir.

Este artigo foi adaptado dos conceitos e idéias retirados do meu novo livro, Choosing Marriage .

Dinâmicas para casais

Dinâmica nº 1 – Corrida a dois Texto para meditar: Eclesiastes 4.9 e 10 – É melhor ter companhia do que estar sozinho… Objetivo: Refletir sobre a importância do casal caminhar junto numa mesma direção. Material: Barbante ou fita e cadeiras Desenvolvimento: Dispor as cadeiras em círculo e duas a duas as cadeiras devem estar amarradas com o barbante ou fita, ficando visível a identificação das cadeiras que estão amarradas.Cada casal deverá sentar lado a lado nas cadeiras que estão unidas, o esposo e a esposa deverão permanecer de mãos dadas o tempo todo. Um casal estará em pé no meio do círculo sem cadeira para sentar e eles darão o sinal para iniciar a brincadeira, inicia uma música e todos devem mudar de lugar enquanto isso o casal que estava no meio tenta encontrar um lugar pra sentar, sai da brincadeira quem sobrar e assim continua como a brincadeira da dança das cadeiras só que com as mãos dadas o tempo todo, se soltar as mãos o casal que soltar também sai da brincadeira, vence o casal que conseguir ficar sentado no último par de cadeiras. Reflexão: Andar juntos é difícil? Por que? Que dificuldades encontraram? O que fizeram para permanecer unidos?

Dinâmica nº 2 Troca de alianças Texto para meditar: Gênesis 31.44- Façamos agora eu e você um acordo… Objetivo: Relembrar o dia em que trocaram aliança Material: Lápis sem ponta e todos do mesmo tamanho de acordo com o número de participantes e anel se necessário. Desenvolvimento: Cada participante receberá um lápis e tanto o esposo quanto a esposa deverá colocar o lápis na boca prendendo-o entre os lábios, cada esposo entregará sua aliança para sua esposa que colocará no lápis preso a sua boca, cada esposa deverá está distante do seu esposo alguns metros,ao sinal do orador a esposa correrá até o esposo equilibrando a aliança no lápis e passará a aliança para o lápis do esposo sem o auxilio das mãos. Ganha o casal que conseguir realizar primeiro a troca de alianças. Sugestão: Pode ser feita a mesma atividade com os esposos. quem não tiver aliança pode usar um anel Reflexão: Há quanto tempo estão casados? Vocês usam aliança? Por que? O que significa a troca de alianças? Aconteceu algo engraçado na troca de alianças?

Dinâmica nº 3 Batom X Gravata Texto para meditar: Gênesis 2.18 – Então o Senhor Deus declarou: Não é bom que o home esteja só… Objetivo: Vivenciar a execução de uma atividade de seu cônjuge Material: Batons vermelhos e gravatas Desenvolvimento: Cada esposo deve passar batom vermelho na esposa, em seguida cada esposa deve colocar a gravata no seu esposo e fazer o nó, ganha o casal que melhor fizer as duas tarefas. Reflexão: O que você sentiu ao fazer a tarefa de seu cônjuge? Qual foi a dificuldade encontrada? Houve algum tipo de orientação?

Dinâmica nº 4  Minha princesa Texto para meditar: Cantares 7.1a – Como são lindos tes pés calçados….. Objetivo: Proporcionar um momento de descontração, identificando o calçado do cônjuge. Material: os sapatos dos cônjuges Desenvolvimento: Os esposos e as esposas deverão estar separados, depois as esposas deverão tirar o sapato e colocá-los em lugar afastado, todos os calçados deverão estar misturados , então os esposos deverão encontar o calçado das esposas e calçá-las. O casal não poderá se comunicar nessa atividade, vence o casal que calçar primeiro. Uma variação é fazer a brincadeira com ambos , os dois tiram os sapatos e os das esposas são embaralhados pra um lado e os dos esposos para o outro, só depois que o esposo calçar a esposa é q ela poderá identificar o calçado do esposo e calçá-lo. Reflexão: Como conseguiu identificar o calçado do cônjuge? Quem não conseguiu o que sentiu? Você se considera atento ou distraído para com o que o seu cônjuge veste? Como foi não poder se comunicar? As brincadeiras nº 3, 4, 5 e 6 foram retiradas do livro Dinâmicas, jogos, brincadeiras para casais.

Dinâmica nº 5 Uma só carne Texto para meditar: Gênesis 2.24 – …deixará o homem seu pai….e serão ambos uma só carne. Material: Massa de modelagem (cores diferentes para cada cônjuge). Desenvolvimento: Dar a cada cônjuge um pedacinho da massa de modelagem de cores diferentes. Observar o fato de serem da mesma substância, mas com suas particularidades especiais. Orientar a mistura dos dois pedaços, pelo casal. Apos rápidos comentários sobre o resultado da junção (uma só cor; mescla; uma cor mais em evidencia etc…). Pedir para o casal que, agora,SEPAREM as massas que receberam. Verificar a impossibilidade, reafirmando o princípio estudado. Reflexão: Depois que uniram não há mais como separar, aquilo que o Senhor uniu o homem não separa.Essa dinâmica pode ser feita por um casal apenas, o orador convida ou sorteia um casal e explica o princípio de uma só carne através da dinâmica, após pode dar uma lembrança ao casal participante . Se preferir convida vários casais.

Dinâmica nº 5 DEMONSTRANDO OS SENTIMENTOS Material:um urso de pelúcia. Desenvolvimento: formar um círculo com todos os casais e passe o urso de mão em mão, e pedir para a pessoa que estiver com o urso nas mãos falar em voz alta o que tem vontade de fazer com o urso, e ir passando um por um e falando, até chegar no último. Ao final pedir para a pessoa fazer com o seu Cônjuge o que disse que queria fazer com o urso. OBJETIVO DA DINÂMICA: Mostrar aos casais que muitas vezes não mostramos ao outro nossos sentimentos por ele, esta dinâmica é bem descontraída serve de motivação para os casais.

retiro casais 2019

Retiro de Casais 2019

retiro casais 2019Tome uma decisão em favor da sua família antes que seja tarde demais! RESTAURE E MELHORE SEU CASAMENTO – Programe-se para participar do Retiro de Casais promovido pela Igreja Batista Independente de Curitiba. O evento será realizado dos dias 20 a 22 de setembro de 2019 no SESC Caiobá, na cidade de Matinhos, PR. Em breve publicaremos a programação e as demais informações.

 
 

Palestrantes/bandas

 

O Retiro de Casais é um resgate de princípios no casamento. Com o passar do tempo, muitos casais permitem que situações simples atrapalhem o relacionamento, acabam se perdendo no dia-a-dia com os problemas que surgem na relação conjugal e, por não conseguirem tratar, deixam de viver com tanta intensidade.

 

O retiro tem o objetivo de fazer com que cada casal busque o que foi deixado para trás. Por isso, as ministrações são de libertação e cura no relacionamento, bem como transformação na relação sexual, caso esteja desgastada, obediência, resgate no romantismo… Tudo para que haja restauração dos princípios que foram esquecidos ou que para alguns nunca foram ensinados.
 

Apegar-se aos princípios contidos na Palavra para o casamento fará com que o casal desfrute uma vida de bênção em todas as áreas do relacionamento. Alguns pensam que o Encontro de Casais nasceu para tratar casais problemáticos. Apesar de não ser uma verdade absoluta, estes também encontram cura para as crises. Portanto, fazer o Encontro de Casais é de extrema importância para os cônjuges, independente da forma como vivem.

A maioria dos casais que vive mal, vive dessa forma por não aplicar os princípios da Palavra na vida a dois. Muitas vezes, estão mais impregnados de conceitos mundanos do que da vida de Deus. Orientamos que todos os casais façam o Retiro, porque sabemos que se os princípios forem aplicados antes que surjam os problemas, o casal conseguirá êxito familiar.

A importância do casamento e de se permanecer casado é conhecida pelos cônjuges, mas entender o objetivo da aliança matrimonial e ter atitudes para que ela seja permanente nem sempre é fácil. As famílias estão sendo atacadas pela sociedade, pela mídia e, infelizmente, para alguns essa é uma instituição que está falida. As pressões e os desafios do dia a dia podem levar um casamento feliz a uma situação tal que continuar casado pode parecer impossível. Por isso é necessário, vez por outra, que os casais participem de palestras, encontros e outros tipos de atividades que possam auxiliá-los no relacionamento conjugal.

Pensando nisso, e com o objetivo de reatar os laços de amor e fortalecer, curar, apoiar, incentivar, investir, restaurar e aconselhar maridos e esposas, o Ministério Casais Restaurados, por meio do Retiro de Casais, proporciona um final de semana alegre e diferente para os casais. 

Entendemos que que todo casamento pode ser transformados e melhorado. O Retiro de Casais consiste em dois dias de ministrações realizadas por pastores e especialistas nas áreas de psicologia, psiquiatria, dentre outras. Além das palestras, o evento conta com dinâmicas em pequenos grupos, almoços e jantares temáticos, brincadeiras, aconselhamentos e oração. Durante o encontro, líderes do ministério reservam, ainda, surpresas aos participantes.

Se o seu casamento precisa de incentivo, apoio e aconselhamento com base na Palavra de Deus, aproveite a oportunidade!

“Não amemos de palavras nem de línguas, mas por ações e em verdade.”- I João 3:18

“O choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã.” – Salmos 30:5

Todo casal enfrenta algum tipo de problema.

Qual dos problemas abaixo você está sofrendo
em seu casamento?

  • Infidelidade
  • Quebra de confiança
  • Falta de amor
  • Pensamentos de divórcio, separação
  • Tédio, tudo sempre na mesma
  • Problemas de comunicação
  • Esposa ou marido nervoso
  • Falta de individualidade
  • Abuso emocional
  • Falta de apreciação
  • Falta de sexo (ou sexo sem prazer)
  • Comportamentos viciosos
  • Outras crises
  • O que eu falo não é o que ele(a) entende

É comum cônjuges terem problemas no casamento, porém se pelo menos um dos cônjuges não tratar o problema imediatamente e fizer tudo o que estive ao seu alcance para acabar com o problema, ele se tornará igual a uma ferida que nunca cura, mas só cresce, e dói, tornando-se um grande problema, e o fim pode ser o divórcio.

Uma carta para você, cônjuge consciente,

VOCÊse casou com o amor de sua vida, porém sua vida conjugal está tornando-se cada vez mais triste, dia após dia. Ou talvez você simplesmente não queira que isso aconteça com você em seu relacionamento atual ou futuro casamento. Se este é o seu caso, essa poderá ser a mensagem mais importante que você lerá em todo este ano.

Eu sei exatamente como você se sente. Tudo foi maravilhoso e vocês dois adoravam estar juntos. Passeavam, dormiam abraçados, riam juntos, faziam cócegas um no outro, davam presentes, escreviam bilhetinhos, davam uns beijos de vez em quando… tudo era maravilhoso. Porém as coisas foram mudando, pouco a pouco. Os bilhetinhos foram esquecidos e as brincadeiras que os faziam rir foram terminando. Presentes? Agora só no aniversário e talvez Natal. Dormir juntos abraçados? Isso não acontece mais. Agora é cada um no seu canto da cama. Os dias vão passando e para evitar o desgaste emocional dos problemas do casamento, você tenta se ocupar de muitas coisas para poder se distrair e sofrer menos. Você se sente só, mesmo estando ao lado daquela pessoa que foi o amor de sua vida.

Em cada relacionamento que termina, existe sempre um grande desapontamento, ou ainda pior, um medo de que tudo foi um engano, uma falha. E o seu sonho de ser feliz? E o seu sonho de se casar com uma pessoa que seria a ideal para você? Foi tudo um engano?

Talvez pensamentos de separação passem pela sua cabeça, mas veja só: a maioria das pessoas que se separam continuam tendo problemas de relacionamentos com futuros namorados e cônjuges! Portanto, separar e procurar outra pessoa não é a solução em grande parte dos casos!

 

E ainda existem muitíssimos casos (e talvez o seu caso seja um destes) onde você percebe que os problemas existem, sabe que alguma mudança tem que ser feita, mas o seu cônjuge não está nem aí. Você deseja uma mudança, mas o seu cônjuge nem pensa nisso, por achar que está tudo bem ou simplesmente por não ligar para esse assunto.

Recebemos um comentário de uma mulher, e veja o que ela escreveu:

“Tenho tido muitas dificuldades no relacionamento com meu esposo devido a frieza! Eu era muito carinhosa e interessada em nosso relacionamento, até esfriar totalmente, e passei a usar poucas palavras com ele. Não sinto saudades na distância e as vezes sua presença me incomoda! Estou triste e desanimada com o casamento! Eu era alegre e e carinhosa, mas hoje me sinto triste e fria, sinto que passei a ser muito parecida com ele e não gosto disso, porque todas as vezes que ele era frio e com poucas palavras eu sofri! Não sei o que fazer, não sei até onde vou suportar!”

 

Então, espero que você esteja percebendo a grandeza do problema. Pode parecer algo bobo no início, algo passageiro, mas pouco a pouco o problema vai se tornando algo cada vez mais grave, triste e difícil de se restaurar, por isso a necessidade de você confessar que tem um problema e importância de tomar uma atitude imediata para restaurar sua vida, sua alegria e seu casamento.

Então, o que nós vemos é que geralmente:

1 – O divórcio não resolve o problema.

2 – Não adianta achar que você tem má sorte.

3 – É um erro achar que seu casamento foi uma falha.

4 – Seus filhos estão sendo afetados.

5 – Você deve reconhecer que existe o problema e deve buscar ajuda.

O mais importante é você reconhecer que tem um problema e lutar por ele! E ainda bem que existe uma solução que já ajudou milhares de casais!

Sim, eu quero restaurar meu casamento, e fazer da minha vida e do meu lar um lugar melhor, de paz e felicidade. Eu desejo finalmente deixar para traz a tristeza e iniciar hoje mesmo minha reconciliação (ou aprimoramento) com meu querido cônjuge!”

Sim,chegou a sua vez de dar uma virada em sua vida, com o amor de sua vida! Você precisa se decidir. Tem gente que ainda reluta e fica aguardando mais um pouco. Tem gente que pensa muito e age pouco. Essas pessoas geralmente são as que se divorciam, ou vivem tristes num casamento infeliz.

Quando é que você vai tomar a decisão de restaurar seu casamento? Vai deixar para amanhã? Vai esperar a situação ficar pior? Vai esperar seu cônjuge tomar a iniciativa sabe-se lá quando? Deixar as coisas para o dia seguinte só piora a situação. Hoje é o dia de você tomar uma decisão de uma vez por todas. Hoje é o dia de você iniciar uma transformação em seu casamento. Agora é o momento de você enfrentar a situação e dar de presente para você mesmo e para seu cônjuge uma vida mais digna, uma vida mais feliz.

Se tantos casais já restauraram seu casamento, inclusive alguns que todo mundo dizia que não tinha mais jeito, você também pode!

É hora de você trabalhar em sua vida! É o propósito deste retiro que você realize a cura, transformação e renovação de seu casamento como nunca antes.

 

 
 

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Importância das lembrancinhas de casamento

Lembrancinhas de casamento podem ser simples e, ao mesmo tempo surpreendentes. Você pode surpreender seus convidados, com lembrancinhas, criativas e originais. Transforme o sonho em realidade e marque seu evento no coração dos convidados. Conheça a empresa Amor Criativo, que nasceu como fruto de um verdadeiro amor.  para saber mais, acesse: https://www.facebook.com/paginaamorcriativo ou https://www.instagram.com/amorcriativo.s2/

Nós queremos celebrar tantas histórias quantas forem possíveis, através das nossas linhas de produtos feitas no capricho e artesanais. Será toda a força do nosso amor traduzida em lindas e criativas lembrancinhas e artigos para seu casamento. Como o próprio nome já diz, a marca Amor Criativo tem a proposta de remeter ao cliente sugestões de celebrar o amor de forma artesanal, porém, espontânea e inovadora. E ela busca se encaixar nessa identidade específica. Com um posicionamento romântico e moderno, a Amor Criativo nasceu da vontade de aliar o desejo de empreender com algo realmente marcante e diferente.

Nara & Dinho

Acreditamos que a Amor Criativo foi que nos encontrou. Ela chegou até a nós como um presente vindo dos céus como uma forma de realização profissional e também amorosa. Hoje ela é como um filho que vem sendo gerado com muito amor, perseverança, fé e comprometimento.

Nós acreditamos no amor sincero, paciente, puro, mas também no amor forte e corajoso que desafia as noções de tempo, de distancias e de conceitos preestabelecidos de um sentimento tão desejado pelas pessoas, porém tão pouco vivido. Desejamos a você, querido cliente uma experiência de compra especial, pois aqui do lado de cá existe um casal que ficará muito feliz em fazer parte de sua história.

Com todo nosso amor, Nara e Dinho

“Nem muitas águas conseguem apagar o amor; os rios não conseguem leva-lo na correnteza. Se alguém oferecesse todas as riquezas da sua casa para adquirir o amor, seria totalmente desprezado”. Cantares 8:7

Ame seu cônjuge com atitudes proativas

Talvez até noventa por cento daqueles que se divorciam confessam que um motivo para a ruptura de seu casamento era a insuportável solidão de viver juntos, mas distanciados. A razão pela qual uma pessoa negligencia sua esposa ou família, contribuindo para a solidão dentro de um casamento, são numerosas. Não podemos traçar esses motivos; mas uma série de coisas acontecem como resultado dessa negligência, e podemos tentar rastrear algumas.

 

Muitos respondem à solidão que eles sentem em seu casamento por:

– Focando extremamente no trabalho de forma que não “sobra tempo” para a família;
– Envolve-se demasiadamente nas funções da igreja ou organizações comunitárias e voluntárias;
– Fazendo amizade com pessoas do sexo oposto fora do casamento – muitas vezes levando à infidelidade;
– Usando drogas ou álcool, ou focando a atenção em algum vício;

Essas respostas à solidão de um casamento que está fora de controle ocorrem em toda a nossa sociedade; e o fato de que eles podem ser cristãos não faz um casal imune.

Se você é um homem que quer amadurecer seu casamento, Deus tem algo a dizer-lhe. Um versículo-chave em Efésios 5 trata da responsabilidade do marido para dissipar a solidão em sua casa. Diz:

Vós, maridos, amai vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela, Efésios 5:25

Primeiro, o amor de Cristo não é sentimentalismo romântico. Jesus Cristo ama a Igreja de maneira realista, e os maridos devem amar suas esposas de maneira realista.

Se o amor de Cristo fosse condicional, onde estaríamos? Ele nos ama apesar de quem somos. Esse é o aspecto mais irresistível de Seu amor por nós.

Ele me amava sabendo tudo o que jamais faria para violar esse amor. E Ele continua a amar-me e a você, o suficiente para morrer na cruz por nós.

O amor de um marido cristão deve espelhar esse amor de Cristo por nós, você sabe dos defeitos, sabe das falhas, mas simplesmente ama, mostrando esse amor através de atitudes.

Em segundo lugar, o amor de Cristo é sacrificial. A Bíblia diz que Jesus Cristo contou o custo e se entregou por nós. Seu amor custou-lhe a vida.

Muitas pessoas hoje estão tentando encontrar um relacionamento que não custa nada. Eles querem receber, mas nunca estão dispostos a dar. Muitos adoram quando alguém prega sobre o assunto da “submissão” de uma esposa ao marido como se encontra em Efésios 5:21 .

Mas esta passagem claramente ensina a submissão mútua de cada um para o outro. O amor entre um homem e sua esposa é um constante dar um para o outro.

Há um sentido em que uma “cadeia de comando” na casa é refletida nas palavras de Paulo, mas também é verdade e está presente nesta passagem que devemos submeter-nos constantemente. Os casamentos bem sucedidos ocorrem quando a submissão mútua é um processo contínuo constante.

Eles são o resultado da mistura e doação de nós mesmos, a determinação de que sacrificaremos o que quer que possamos para o bem de nossos entes queridos e nossos relacionamentos.

Cristo ama a Igreja propositalmente.

Para a apresentar a si mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, mas santa e irrepreensível. Efésios 5:27

O propósito de Seu amor é o desenvolvimento da Igreja, para que seja tudo o que Ele pretende que seja. O propósito e a motivação por trás do amor de um homem por sua esposa devem ser que ela pode se tornar tudo o que pode ser como pessoa.

Isso se opõe à atitude do homem que tenta impedir algum envolvimento ou crescimento por parte de sua esposa.

Muitos maridos quando ameaçados por qualquer um de seus dons ou habilidades, fazem de tudo o que pode para sufocá-la. Interrompem esse processo como pessoa até que ela comece a duvidar de seu próprio valor.

Cristo ama a Igreja de bom grado.

Deus nos ama porque somos adoráveis? Absolutamente não. Ele nos ama porque, em Sua prerrogativa divina, Ele quer nos amar. Nos tempos passados, no passado da eternidade, Deus disse: “Eu amarei” – e Ele faz.

Hoje, a ideia comummente aceita sobre o amor é esta: se você não se “sente” dessa forma, não pode fazê-lo. Mas isso é totalmente contrário à verdade. A verdade é que o sentimento segue a ação; O sentimento segue a vontade. Se eu quiser, eu vou. Quando eu faço, meus sentimentos me seguem.

Então, deixe-me repetir. A Bíblia nos diz que Cristo ama a Igreja porque Ele quer, porque Ele quer. Se os maridos devem amar como Cristo ama a Igreja, devemos amar nossas esposas porque queremos, porque preferimos escolher o tipo de coisas que nossas esposas consideram amorosas.

Devemos realizar as ações que vão com amor. Quando eu estava lendo as cartas para as igrejas em Apocalipse recentemente, algo me saltou, provavelmente porque estava pensando no amor de Cristo pela Igreja e como ela se aplica ao amor de um marido por sua esposa.

A igreja em Éfeso é informada de que deixou seu primeiro amor. Você lembra a receita médica que eles recebem para corrigir o que está errado? Volte e “faça as primeiras obras” (ver Apocalipse 2:1-7).

Por fim, Cristo ama absolutamente a Igreja. É-nos dito para amar nossas esposas como nós amamos nossos próprios corpos (veja Efésios 5:28 ).

Por muitos anos, quando estudei esta passagem da Escritura e falei sobre o assunto para casais e jovens, pensei que este verso significava que devemos amar nossas esposas, assim como amamos ou nos preocupamos com nossos próprios corpos.

Mas esse não é o seu pleno significado. Paulo está me dizendo que eu devo amar minha esposa porque ela é meu corpo. Ela é parte de mim. Quando você se casou, você se torna uma só carne. Assim como eu não negligenciarei nenhuma parte de mim que dói, não vou negligenciar minha esposa quando ela dói. Juntos compartilhamos unidade e unicidade.

Quando tentamos amar o nosso parceiro matrimonial de maneira realista, sacrificial, propositalmente, voluntariamente e absolutamente, começamos a entrar no plano de Deus; e sem pensar nisso ou planejar isso, achamos que nossas próprias necessidades também são atendidas.

Nosso amor realista, sacrificial, proposital, disposto e absoluto nos vem de nossos parceiros, e essa é a recompensa. Embora Cristo não tenha nos prometido vida sem facilidade, sem luta ou dor, Ele nos prometeu alegria.

Marido, ame a sua esposa como Cristo amou a Igreja, e conte toda alegria.


Fonte: CrossWalk – Por: Dr. David Jeremiah