Coaching

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5 tipos de objetivos que os líderes do ministério devem evitar

“Os líderes do ministério devem estabelecer metas?” É uma pergunta que muitas vezes me fazem. A questão é sobre os líderes do ministério estabelecendo uma meta para algo que eles querem que o ministério alcance coletivamente. “Sim, eles deveriam” é a minha resposta típica, mas essa resposta merece um asterisco. Na verdade, cinco asteriscos. Aqui estão cinco grandes erros que os líderes do ministério cometem quando pensam em estabelecer metas. …

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Conheça as 17 leis do Trabalho em equipe

capa 17leis equipeTreine os seus lideres a trabalhar em equipe. Esse é o grande desafio para as pessoas envolvidas.Conheça princípios que podem ajudar muito na tarefa de organizar, gerenciar e manter a sua equipe motivada para trabalhar em equipe. em seu livro “As 17 incontestáveis leis do trabalho em equipe”, John C. Maxwell lista 17 itens que ele chama de “incontestáveis leis”, explicando como o não cumprimento dessas regras afeta o desempenho de toda a equipe, da empresa e consequentemente leva todos à falha em alcançar os objetivos. Para cada lei ele nos presenteia com uma história bem interessante, o que aliás é muito comum nesse tipo de livro que, sem menosprezar, é uma autoajuda profissional. As histórias ilustram muito bem cada uma das leis, são bem interessantes, e geralmente estão ligadas ao nome dado por ele à cada lei.

 

Praticamente tudo o que você faz depende do trabalho em equipe, principalmente em tempos tão competitivos. E para vencer não importa se você é um líder ou um seguidor, técnico ou jogador, professor ou aluno, pai ou filho, chefe ou funcionário. Não importa que função você exerce: ao aprender e aplicar as leis deste livro, sua capacidade de trabalho em equipe será potencializada ao máximo. “As 17 Incontestáveis Leis do Trabalho em Equipe” apresenta as regras que tornarão sua equipe ainda mais eficiente. Você descobrirá como o trabalho em equipe funciona e como colocar sua equipe no topo do ranking de sua atividade.

I- Lei do significado
Nada significativo foi alcançado por um individuo sozinho. Desse modo, ninguém torna-se relevante sem a ajuda de uma equipe.
O trabalho em equipe favorece na realização do objetivo a ser alcançado. Quanto maior for alvo, aumentasse a necessidade de ter uma equipe.
Um individuo pode se – afastar do trabalho em equipe pelos seguintes motivos: Egoísmo, Insegurança, Ingenuidade e temperamento.
Sozinho ninguém consegue realizar algo de valor.
II- A lei da perspectiva Global
A perspectiva global é a busca pelo bem comum e um mesmo objetivo compartilhado por todos.
O objetivo é mais importante do que os papéis individuais.
Cada membro da equipe desenvolve uma função, porém, todos devem trabalhar em prol do objetivo do grupo. È função do líder visualizar o alvo primeiro e, então, ajudar os demais vê-lo.
4. III- A Lei do Nicho
As equipes alcançam objetivos relevantes, quando seus membros estão devidamente nos lugares certos, desse modo, maximizando suas potencialidades.
Quando os membros realizam o que em melhor se adaptam toda equipe sai ganhando.
È desafio para o líder conhecer a sua equipe, ter visão da situação atual e conhecer bem os membros de sua equipe.
5. IV- A lei do Monte Everest
Na lei do monte Everest é fundamental o trabalho em equipe. Ninguém deve subestimar a dificuldade da escalada.
Diante de desafios devemos ter bem claro: Qual o sonho? Quais são recursos?
Para se alcançar o objetivo deve se concentrar na equipe e não no sonho a ser realizado.
O alpinista Tenzing e Edmund Hillardsó conquistaram o objetivo devido todo esforço da sua equipe.

V- A Lei da Corrente
“ O potencial de uma equipe é medido por seu elo mais fraco”.
No trabalho em equipe deve se ter em mente que nem todos membros estarão comprometidos e terão competência para realizar os objetivos da equipe.
È função do líder saber lidar com os elos mais fraco,pois,caso o líder não saiba,perderá o respeito dos melhores .

VI- A Lei do catalisador
O catalisador é aquele que impulsiona a equipe para alcançar seus objetivos e traz intensidade ao ambiente a sua volta.
Quando uma equipe dispõe de um catalisador persistente,ela passa a ter esperança,confiança e autoestima e alcança o seu objetivo.
Os catalisadores tem como características uma boa intuição,facilidade para comunicar-se,são apaixonados pela equipe,talentosos,movimentam-se levando a equipe,responsáveis,generosos e influentes.

VII- A Lei da Bússola
A bússola é a visão do futuro, a direção apresentada a equipe.
A bússola faz com que a equipe fique concentrada, energizada e confiante.
Os membros da equipe precisam saber o por que estão lutando. Caso não se tenha esta direção, a equipe terá sérios problemas.
9. VIII- A Lei da laranja estragada
As atitudes erradas de membros da equipe prejudicará o resultado da mesma. As más atitudes contagiam mais rapidamente.
Para se ter uma boa equipe não basta somente ter membros talentosos, deverá ter membros talentosos e com grandes atitudes.
As más atitudes são geradas através do sentimento egoísta dos membros.
10. IX- A Lei da Confiança
Primeiro princípio básico da lei da confiança é “não trabalhamos uns para os outros; trabalhamos uns com os outros”.
A essência da lei da confiança é trabalhando juntos com objetivos em comum.
Para que haja confiabilidade entre os membros da equipe eles terão que ter:um bom caráter, competência, compromisso para com a equipe, solidez e coesão.
11. X- A Lei do preço a pagar
A equipe só alcança o objetivo devido o sacrifícios de seus membros.
Para se ter uma boa equipe,todos os componentes deverão ter disposição para sair do comodismo,assumir novos riscos na tentativa de conquistar novos horizontes.
Este preço não cessa e todos devem compartilhar do mesmo; quanto maior o desejo de melhorar da equipe maior será o preço a ser pago.
12. XI- A Lei do placar
“ A equipe pode fazer ajustes quando sabe onde está”p.155
Para uma equipe alcançar seus objetivos ela precisa saber onde está.
O placar traz uma melhor compreensão do desempenho da equipe; proporciona uma avaliação da performance e facilita nas decisões e ajuste necessários.
13. XII- A Lei da reserva
Para obter uma boa equipe somente tendo solidez em todos os níveis.
A chave para maximizar o potencial de uma equipe é aprimorar os seus reservas.
Em relação a lei da reserva o autor da seguinte dica: Conforme trouxer pessoas melhores, primeiramente aprimore os titulares e em seguida os reservas, desse modo, a sua equipe terá grande amplitude.
14. XIII- Lei da Identidade
Cada individuo é formado e direcionado por diversos valores pessoais, a equipe do mesmo modo deverá ter valores norteadores, os quais indicaram a direção e influenciará o comportamento da equipe.
Os valores formam a identidade da equipe, desse modo, são a fundação e bússola da mesma.
15. XIV- A Lei da comunicação
È importante adotar a cultura da comunicação na equipe. A comunicação aumenta o compromisso e a coesão entre os membros.
Em relação ao líder pode se dizer : Ao comunicar-se deve ser consistente , claro, atencioso e principalmente honesto.
Em relação a comunicação entre membros deverão ter lealdade uns para com os outros,serem vulneráveis e ter apoio mútuo.
16. XV- Lei Da Vantagem
Quanto maior for a competitividade,maior a necessidade de se ter uma boa liderança.
De acordo com Maxweel os membro a da equipe caracteriza o seu potencial, a visão traz direção, a ética determina a preparação,e a Liderança determina o seu sucesso.
È característica de uma boa liderança,saber delegar as funções, criar um ambiente onde todos sejam responsáveis em suas tarefas, encorajar o aprendizado.
Para uma equipe ser bem sucedida ela precisa ter uma boa liderança.
17. XVI- A Lei do Moral elevado
Quando a equipe está com o moral elevada aumentasse o potencial de toda equipe.
“ Em time que está vencendo não se mexe”; Quando a equipe está vencendo nada tira a sua concentração e nada pode perturbála.
O moral elevada faz com que o a equipe sinta – se motivada a alcançar os objetivos e buscar novos horizontes.
18. XVII- A lei dos dividendos
“Investir na equipe produz dividendos a longo prazo”.
O desenvolvimento dos membros da equipe deve ser reconhecido de diversas maneiras. Como lideres devemos assumir a responsabilidade de investir no desenvolvimento da equipe. Por outro lado, como membros devemos aproveitar todas as oportunidades e dar um retorno em relação ao investimentos feitos em nós.
Saber investir é muito importante;não invista em membros que não desejam crescer; saiba criar oportunidades, delegue, reconheça o sucesso da sua equipe.


Resumo de:  As 17 incontestáveis leis do trabalho em equipe


 Outros livros sobre trabalho em equipe:

Livro: De Volta ao Mosteiro: O Monge e o Executivo Falam de Liderança e Trabalho em Equipe

O livro retoma a história do monge e do executivo (retratada no livro “O Monge e o Executivo”) dois anos após o retiro em que se conheceram. No desenrolar da história, o autor convida os leitores a refletirem sobre o comportamento e se estão agindo como verdadeiros líderes em casa, no trabalho e com os amigos. Com isso, traz à tona a importância do comprometimento, do companheirismo e dos relacionamentos.

Editora: Sextante
Autor: James C. Hunter
Páginas: 192

Livro: Eficiência no Trabalho em Equipe

O livro tem como propósito munir todos os que fazem parte de uma equipe com as habilidades, dicas e táticas essenciais para que participem efetivamente de todas as decisões relacionadas ao setor no qual trabalham.

Editora: Nobel
Autor: Michael D. Maginn
Páginas: 110

Livro: Trabalho em Equipe

O livro “Trabalho em Equipe” contém valiosas orientações com o objetivo de que as contribuições se tornem crescentes, seja como membro ou líder de equipe. Isso é feito por meio de orientações sobre como agir, como conviver com erros e acertos e como contar com as habilidades de um líder.

Editora: NBL
Autor: Alison Hardingham
Páginas: 61

Texto: Descubra a importância do trabalho em equipe nas empresas

O trabalho em equipe é importante para agregar talentos e habilidades distintas e, assim, favorecer o ambiente de trabalho e o resultado final do projeto.

Autor: Mundo Carreira
Publicação: https://www.mundocarreira.com.br/dicas/descubra-importancia-trabalho-em-equipe-nas-empresas/

Texto: Saiba como ter motivação no trabalho em equipe e superar problemas de relacionamento

Realizar um trabalho em grupo é uma capacidade que pode ser desenvolvida e tornar-se cada vez mais valorizada, principalmente por conta da tendência das equipes multidisciplinares. Conheça nesse texto um conjunto de posturas de líderes e colaboradores capazes de auxiliar nesses processos.

Autor: Mundo Carreira
Publicação: https://www.mundocarreira.com.br/motivacao/saiba-como-ter-motivacao-trabalho-em-equipe-e-superar-problemas-de-relacionamento/

Texto: Confira 5 hábitos para tornar uma equipe mais produtiva no trabalho remoto

Para se trabalhar em equipe nem sempre ela precisa estar reunida em um lugar físico. Com o aumento da tecnologia e a valorização do tempo, o trabalho remoto vem ganhando cada vez mais espaço. Então, veja cinco hábitos que ajudam a tornar uma equipe mais produtiva mesmo que ela esteja longe.

Autor: Ingrid Araújo para Mundo Carreira
Publicação: https://www.mundocarreira.com.br/motivacao/confira-5-habitos-para-tornar-uma-equipe-mais-produtiva-trabalho-remoto/

Instrumento SWOT

Há vários sistemas e ferramentas que poderão ajudá-lo nessa etapa, assim como cursos e livros. Uma técnica de gestão empresarial bastante utilizada é a Análise SWOT, que propõe um estudo do cenário externo e da realidade interna de uma organização como base para o planejamento estratégico. Esse sistema teria sido desenvolvido a partir de uma pesquisa realizada por Albert Humphrey na Universidade de Stanford nas décadas de 1960 e 1970, calcado em dados da revista Fortune sobre as 500 maiores corporações. Essa análise é boa para definir que ações estratégicas você adotará, porque permite conhecer os fatores favoráveis e desfavoráveis que serão enfrentados. O termo SWOT é um acrônimo em inglês de Forças (Strenghts), Fraquezas (Weaknesses), Oportunidades (Opportunities) e Ameaças (Threats). De fácil aplicação tanto na vida pessoal quanto profissional (carreira, empresa, produtos, serviços e equipes), esse sistema tem por objetivo verificar o ambiente interno, composto pelos itens forças e fraquezas, e o externo, relacionado às oportunidades e ameaças. No contexto pessoal, podemos falar em qualidades e defeitos, no plano interno, e em facilidades e dificuldades, no plano externo. Para saber como essa ferramenta pode ajudá-lo, responda às perguntas a seguir: Pontos Fortes • O que você (sua empresa, produto, equipe) faz bem? • Que recursos especiais você possui e pode aproveitar? • O que você tem de diferente dos outros? Como e onde pode aprofundar seus diferenciais? • O que as outras pessoas acham que você faz bem? • Em que tipo de atividade você se sai melhor? Pontos Fracos • Quais são seus defeitos? • O que precisa melhorar? • Em que aspectos você é menos capaz ou qualificado que a média? • Que mudanças pode fazer para melhorar? • Que qualidades tem para compensar as fraquezas? • É possível contratar alguém ou utilizar alguma ferramenta para compensar suas fraquezas? • Quais são as características (defeitos, fraquezas, vícios, problemas) que geram mais reclamações a seu respeito? Ameaças • Quais as dificuldades externas que atrapalham seus planos? • Que acontecimentos ou circunstâncias podem lhe prejudicar? • Quais são os problemas externos que você pode solucionar ou, pelo menos, minimizar? • Quais as estratégias e diferenciais para se adaptar de modo a superar as dificuldades? Oportunidades • Quais são as oportunidades externas que você identifica? • O que pode fazer por você, pela empresa, pelos clientes e que pode servir como oportunidade? • Quais as circunstâncias que podem ajudá-lo? • Que aliados e recursos você tem à disposição, mas não utiliza (por exemplo, bolsas de estudo, livros, estágios, cursos, amigos mais experientes)? • Que aliados e recursos você não tem à disposição, mas poderia ter se fizesse algum esforço? Essas respostas vão ajudá-lo a analisar melhor a situação e criar um plano estratégico para sua vida, sua carreira e/ou seus negócios.

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Entenda o que é GTD

GTD (Getting Things Done) é uma metodologia de produtividade criada por David Allen. Ele um método simples, em que pudesse fazer mais com menos esforço. Com o tempo, reunindo diversos aprendizados e técnicas de produtividade ao longo da vida, ele publicou um livro que deu base à metodologia: “Getting Things Done” (Penguim Books) ou “A arte de fazer acontecer” (Campus), em português. Além deste livro, ele publicou mais dois: “Ready for anything” e “Making it all work”, este último publicado em português pela Editora Gente com o título “Fazendo as coisas acontecerem”, já fora de circulação. Há previsão de que todos os títulos sejam publicados em breve por outra editora brasileira, em português.

 

 

O GTD se baseia em cinco passos para fazer as coisas acontecerem:

  1. Capturar – Tirar da cabeça todas as ideias e lembranças de coisas a fazer e passar para algum lugar mais confiável, como um papel. É bastante comum ver usuários de GTD andando com um bloquinho e caneta por aí.
  2. Esclarecer – Tempo do dia em que você se dedica com foco e atenção para analisar cada uma das coisas que capturou. Existe um fluxograma (que vou colocar mais adiante) que guia todo o processo.
  3. Organizar – Organizar é apenas um dos passos do GTD. Estamos falando de uma metodologia de produtividade, não de organização.  É importante ter suas listas organizadas para que possa acessá-las na hora certa e no lugar certo.
  4. Refletir – Este é o momento do planejamento no GTD, quando definimos prioridades. Trata-se de uma revisão que fazemos de todo o nosso sistema para não perder nada de vista.
  5. Engajar – É executar com significado. Saber que você está fazendo, naquele momento, a coisa mais importante que deveria estar fazendo – em vez de estar preocupado ou distraído com outro assunto. É a tranquilidade de saber que o que você não está fazendo está sob controle, porque você definiu prioridades.

O GTD se pauta bastante em um conceito chamado mind like water – mente clara como água, em português. Trata-se de uma analogia tirada das artes marciais (busque pelo termo no Google e encontrará dezenas de imagens do Bruce Lee) que faz jus à tranquilidade de ter tudo sob controle. Mas atenção: ter tudo sob controle não significa que sua vida é chata e previsível, mas que você sabe se organizar e se recompôr novamente, caso tudo saia dos trilhos com situações imprevisíveis (que, sabemos, acontecem o tempo todo). Não existe um dia igual ao outro. A analogia da água é interessante porque nem sempre a água está tranquila – em uma tempestade em alto mar, por exemplo. “Porém”, diz o próprio David, “ela sempre volta ao seu estado de tranquilidade original”. Se tivéssemos que definir onde o GTD quer nos levar, certamente é a esse estado de paz mental que, como diz o Daniel, acontece “sem precisar ir a um mosteiro”.

 

Não existe melhor fonte para aprender o GTD que o livro do David Allen, “A arte de fazer acontecer”. Porém, o que acontece é que o livro tem MUITA informação e pode ser demais para quem estiver começando. O próprio David Allen disse que, quando escreveu o livro, quis colocar TUDO sobre o GTD nele, o que pode ter causado esse excesso. Portanto, vale ler e reler mas, acima de tudo, começar aos poucos, pois há bastante coisa a ser implementada. Eu costumo dizer que o GTD tem o nível de complexidade que você quiser – desde organizar o seu dia a dia, suas tarefas, seus e-mails e seus compromissos, até seus objetivos e valores. Mas, para isso, tem que começar aos poucos. Eu mesma, que já li e reli o livro umas 200 vezes, sempre me pego lendo algo novo que não havia reparado antes. Isso depois de quase nove (!) anos. Trata-se de uma fonte riquíssima de informações, assim como os outros dois livros do David, já mais atualizados.

Para aprender a usar o GTD, seguem as minhas sugestões:

  1. Ler o livro. Reler. Anotar dúvidas.
  2. Fazer um curso de autogerenciamentol 
  3. Ler os artigos do blog dentro da macro-categoria GTD.
  4. Participar de grupos de discussão, como o GTD Brasil, no Facebook.
  5. Testar, praticar, se habituar. O GTD é uma habilidade como tocar um instrumento – precisa ter disciplina e dedicação no começo até que vira algo que simplesmente flui e faz da sua vida uma linda melodia.

Em que ferramenta aplicar o GTD?

Existe uma espécie de busca fetichista no mundo GTD que diz respeito à jornada pela melhor ferramenta. Minha sugestão é: não encane com isso. O próprio David Allen disse que qualquer ferramenta que gerencie listas pode rodar o GTD. Logo, é disso o que você precisa. Algumas sugestões que os usuários costumam utilizar:

  • Evernote
  • Todoist
  • Wunderlist
  • Google Tasks / Tarefas
  • Outlook
  • Things
  • Toodledo – esta é a que eu uso
  • Omni Focus
  • Lotus Notes – esta é a que o David usa

Veja os guias do Vida Organizada para aplicar o GTD em algumas ferramentas específicas. Há outros a caminho.

Fluxograma do GTD

fluxograma-gtd-traduzidoImagem: Call Daniel

O GTD tem um fluxograma que serve como guia para organizar as informações corretamente. Você pode ver acima o fluxograma mais atualizado da David Allen Co. traduzido oficialmente pela Call Daniel. No livro, você encontrará a seguinte versão:

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Vamos resumir esse negócio para ficar mais claro.

Suponhamos que você esteja trabalhando e, de repente, se lembra de algo que você precisa fazer. Em vez de parar o seu trabalho, você apenas anota em um papel ao seu lado aquela informação e continua concentrado (passo 1: capturar). Mais tarde você lidará com ela (passo 2: esclarecer), mas agora não pode ser interrompido. Ao processar aquela informação, você irá inserí-la em uma lista de coisas a fazer (passo 3: organizar). Uma vez por semana, vai revisar todas as suas listas para definir o que deve priorizar na semana seguinte (passo 4: refletir). A ideia é que, no dia a dia, você não precise pensar (nem perder tempo) com esse planejamento. Você já terá refletido sobre suas prioridades. No dia a dia, basta fazer (passo 5: engajar).

Os dois fluxogramas acima se referem ao que você faz quando vai processar (esclarecer) uma informação capturada e onde deve organizá-la.

Em resumo, você trabalhará com duas perguntas-chave ao processar suas informações: demanda alguma ação? e qual é a próxima ação?.

Demanda alguma ação? Não. Se não demanda qualquer ação, você tem algumas opções:

  • Deletar ou jogar fora – Geralmente spam de e-mails, informações que não são mais relevantes, algo que você achou que precisaria lembrar mas é inútil e qualquer outro tipo parecido.
  • Incubar – Você pode não precisar dessa informação agora, mas ela pode ser útil mais tarde. Ela então vai como lembrete na sua agenda (ou tickler) ou para a sua lista de Algum dia / Talvez (Algum dia / Talvez são coisas que você gostaria de fazer, mas não no momento, como “voar de balão” ou “estrelar um filme”. É uma espécie de lista de desejos).
  • Referência – Basicamente, um simples arquivo por ordem alfabética, onde você guarda tudo aquilo que acredita precisar consultar algum dia. Documentos, certidões, garantias, entre outros.

Demanda alguma ação? Sim! Se demanda ação, a coisa fica divertidíssima:

  • Dá para fazer em menos de 2 minutos? – Faça na hora.
  • Sou a melhor pessoa para fazer isso? – Se não, delegue. Mantenha um registro do que foi delegado para poder cobrar depois.
  • Adie – Se demora mais de 2 minutos mas você precisa fazer o quanto antes, adie para a lista de próximas ações. Existem duas opções:
    • Se tiver um dia específico ou um prazo, coloque uma data atrelada a essa tarefa ou insira na sua agenda (depende do seu gosto pessoal para ferramentas);
    • Se não tiver qualquer data atrelada, insira em sua lista de próximas ações organizada por contextos (situações, como por exemplo quando você está na rua, no trânsito, online ou ao telefone).
  • Demanda mais de um passo para ser concluído? – Se o que você precisa fazer tem duas ou mais etapas, para o GTD isso é considerado um projeto. Um projeto terá um grupo de tarefas, assim como informações de suporte (orçamentos aprovados, pautas de reuniões, apresentações, entre outros). Aí, o que você sempre tem que se perguntar é qual a próxima ação? É isso o que move os projetos no GTD.

Como saber o que fazer no dia a dia?

O David sugere que, sempre que estiver pronto para executar, cada um analise primeiro o contexto em que está inserido, depois o tempo disponível e, por último, sua energia e nível de atenção. Por exemplo: se eu tiver 15 minutos antes de entrar em uma reunião, vou analisar em que contexto estou (ex: ao computador), o tempo disponível (15 minutos) e meu nível de energia (fraco, pois estou ansiosa para a reunião). Isso direciona a minha execução. Eu não vou tentar executar tarefas que demorem mais de 15 minutos, porque senão vou ter que parar na metade para ir para a reunião. Também não vou tentar trabalhar em algo que demande foco se eu estou me sentindo péssima emocionalmente.

Assim deve ser feito ao longo do dia, de acordo com o contexto onde você estiver inserido. A ideia dos contextos para as listas é um dos meus recursos preferidos do GTD. Acredito que facilite muito na hora da execução e nos ajude a ter mais foco.

Tipos de trabalho

É importante saber que cada pessoa (e todas elas) tem três tipos de atividades no dia a dia:

  1. Trabalho não planejado, o que eu costumo chamar de demandas do dia, imprevistos ou urgências. Por mais organizado que a gente seja, essas atividades sempre caem no nosso colo diariamente, então precisamos considerar o que fazer com elas quando isso acontecer. Os critérios para priorizar são seus horizontes de foco (explicados mais adiante).
  2. Atividades pré-definidas, que são as coisas que você já tem na sua agenda (compromissos), nas suas listas de tarefas, projetos etc. Quanto mais alimentado estiver o seu sistema, maior a sua possibilidade de negociar prioridades com o chefe, por exemplo, ou ter controle sobre onde está investindo o seu tempo. Um sistema confiável que tenha tudo o que você precisa saber também dá bastante tranquilidade, porque você não fica com a sensação de que está esquecendo algo.
  3. Definição do seu trabalho, que é basicamente o tempo que você passa processando, organizando suas listas e coletando novas informações. Não há milagre. Para ser produtivo, é necessário investir um tempinho ao longo do dia para fazer essas coisas.

Como você vai distribuir essas atividades ao longo do seu dia de trabalho é muito pessoal e varia de cargo, função e mesmo personalidade. Um gerente, por exemplo, passará mais tempo definindo o seu trabalho que um analista júnior, que atende mais demandas do dia. São particularidades que devem ser observadas para entender até mesmo como pode ser o aproveitamento de tempo do dia de cada um.

Os níveis do GTD

O GTD tem níveis chamados de “horizontes de foco”. Significa que você começa a se organizar a partir de um nível e, aos poucos, vai evoluindo para os outros, através da metodologia. São os seguintes níveis:

  • Pé no chão: São seus compromissos no calendário, lembretes, prazos, e-mails, demandas, tarefas e rotinas. Você primeiro deve colocar essas coisas em ordem.
  • Nível 1: Depois de ter o básico sob controle, você pensará em um nível um pouco mais alto, referente a projetos que estão em andamento no seu cotidiano.
  • Nível 2: Todos nós temos áreas pelas quais somos responsáveis na vida. Eu sou responsável pela minha família, pela minha saúde, pelo meu trabalho, pelos meus estudos, pela minha casa e por aí vai. O David chama este nível de áreas de foco ou accountability – é onde temos que prestar contas.
  • Nível 3: Objetivos de curto prazo (de hoje a dois anos). O David entende que esse é um período preciso para trabalharmos em objetivos e que, acima disso, não dá para ter tanto controle.
  • Nível 4: Justamente por não podermos ter esse controle, o nível 4 é chamado de visão. Afinal, qual a minha visão para daqui a 3, 5 ou 10 anos? Onde eu quero estar? Serve apenas como direcionamento.
  • Nível 5: Qual seu propósito de vida? Para que você existe? Qual a sua missão? Onde você está investindo seu tempo hoje tem a ver com o que você quer? Você está vivendo uma vida coerente com os seus valores?

Todos esses níveis conversam uns com os outros e são trabalhados no GTD, mas é importante ir com calma e começar do primeiro (pé no chão). O David diz que é muito legal fazer o caminho inverso (começar do propósito e ir para as tarefas), mas que isso pode causar muita ansiedade. Afinal, qual a utilidade de saber qual é a nossa missão se não conseguimos sequer domar nossos e-mails na caixa de entrada? Por isso, comece se organizando a partir da base.

Revisões

Por fim, o GTD propôe que seu sistema seja revisado da seguinte forma:

  • Agenda ou calendário – Toda vez que precisar saber “o que tem pra hoje”. É claro que a agenda vai sendo alimentada aos poucos por você A ideia é que ela seja confiável. Geralmente: uma vez por dia.
  • Lista de próximas ações por contextos – Quando tiver tempo para ver “o que pode ser feito agora”. Geralmente: ao longo do dia.
  • Lista de projetos – Toda vez que precisar revisar seus comprometimentos de curto prazo. No que está trabalhando? Qual o status disso? Geralmente: uma vez por semana.
  • Áreas de foco – Toda vez que sentir que precisa conciliar as diversas áreas da sua vida. Geralmente: uma vez por mês.
  • Objetivos – Quando precisar verificar que está no caminho certo com relação ao que eu quer para a sua vida. Geralmente: uma vez a cada quatro meses.
  • Visão – Sempre que precisar de inspiração para seguir adiante. Geralmente: uma vez por ano.
  • Propósito – Quando tiver grandes decisões a tomar. Geralmente: uma vez por ano.

Parece bastante coisa (e é), mas a ideia é que você implemente muito aos pouquinhos, obtendo controle em cada um dos níveis, até que tudo esteja acontecendo de maneira fluida. O David Allen costuma dizer que a pessoa que tem todo o seu sistema sob controle, consegue definir prioridades e tem essa visão sobre todos os níveis, está na posição do “capitão e comandante” do navio. A pior prática possível com relação à nossa produtividade é se organizar e ter a sensação de que “espero que esteja tudo ok!”. Isso dá muita insegurança! Como podemos nos concentrar e trabalhar em ideias se nossa cabeça está cheia de preocupações? Não é possível. Portanto, o estado de mente tranquila que estou buscando é justamente aquele por saber que meu inventário de ações está completo e atualizado, e todos os meus horizontes de foco estão integrados. Posso trabalhar nas minhas melhores ideias, prestar atenção à minha intuição e tomar decisões com a mente relaxada. Quem não quer isso? Isso é o GTD.

As leis da liderança

O autor John C. Maxwell, demonstra em seu livro “As 21 irrefutáveis leis da liderança”, princípios de liderança que funcionam para todos. Ao investirmos nosso tempo em nosso desenvolvimento e crescimento, atrairemos pessoas com essa mesma vocação, e ao estarmos juntos delas, seremos ainda mais motivados e energizados para prosseguirmos em frente e mais rápido. Leia um resumo das 21 leis irrefutáveis de liderança, tendo como base a sua aplicação na vida e ministério de Jesus:

 

  1. A Lei da Tampa – A habilidade de um líder determina o nível de efetividade de uma pessoa. Se sua liderança não estiver sempre crescendo, pode ser uma tampa que bloqueará o potencial do seu pessoal. Por quê? Porque você ensina o que sabe, mas reproduz o que é. Você não pode dar às pessoas o que não tem. Se quiser aumentar o potencial de sua equipe, você mesmo precisa continuar a crescer! Ou seja, SEU CRESCIMENTO DETERMINA O POTENCIAL DA SUA ORGANIZAÇÃO.
  • Jo. 1.35-37 – João Batista sabia que Jesus poderia conduzir seus discípulos muito além do que ele poderia.
  • Jo. 6.66-68 – Pedro confessou que os discípulos não tinham líder melhor do que Jesus para seguir.
  1. A Lei da Influência – A verdadeira medida de um líder é sua influência, nem mais, nem menos.
  • Mt 4.18-20 – Jesus chamou seus discípulos, os quais deixaram tudo para trás para segui-lo.
  • Jo 11.47-48 – Os fariseus temiam que, se Jesus prosseguisse, todo mundo o seguiria.
  1. A Lei do Processo – A liderança se desenvolve diariamente e não em um dia.
  • Lc 2.52 – E Jesus crescia em sabedoria, estrutura e graça diante de Deus e dos homens.
  • Hb 5.7-9 – apesar de ser Filho de Deus, Jesus cresceu e aprendeu por meio de sofrimentos.
  1. A Lei da Navegação– Qualquer pessoa pode pilotar o barco, mas só o líder traça o caminho a navegar.
  • Mt 10.1-23 – Jesus, ao enviar seus discípulos, deu-lhes orientações específicas.
  • Lc 14.25-35 – Jesus ensinou o valor de se planejar e calcular quantos recursos existe.
  1. A Lei de E. F. Hutton– Quando realmente aquele líder fala, os outros ouvem.
  • Mc 1.21-28 – O ensinamento de Jesus deixava as pessoas maravilhadas, e sua palavra ia se espalhando.
  • Mc 11.15-23 – Jesus falou tanto para cobradores de impostos, como para líderes e até figueiras; todos lhe obedeciam.
  1. A Lei da Base Sólida – A base da liderança é a confiabilidade.
  • Mt 17. 24-27 – Para não causar ofensas a ninguém. Jesus pagou até a menor das taxas.
  • Mt 22.15-46 – Jesus refutou a posição de seus inimigos e respondeu a seus questionamentos com integridade.
  1. A Lei do Respeito – As pessoas seguem as pessoas que são mais fortes do que elas naturalmente.
  • Mt 3.11-15 – João Batista reconheceu a superioridade do ministério de Jesus sobre o seu.
  • Mt 8.5-10 – Um centurião procurou Jesus, reconhecendo sua autoridade sobre todas as coisas.
  1. A Lei da Intuição – Líderes avaliam todas as coisas com a perspectiva da liderança.
  • Mt 9. 35-38 – Jesus olhava para as pessoas e sabia como poderia atingi-las.
  • Lc 5.1-11 – Jesus viu o potencial da liderança que Simão Pedro tinha, quando ele, por si só, não o podia fazer.
  1. A Lei do Magnetismo – Você é quem atrai para junto de si.
  • Mc 10.28-31 – Pedro relembra a Jesus que ele deixou tudo para trás para segui-lo, como Cristo fez.
  • Jo 17.13-21 – Jesus afirmou que Deus lhe tinha dado semelhanças e unidade com os homens.
  1. A Lei da Ligação– Líderes, primeiro, tocam no coração; depois, podem que lhes deem as mãos.
  • Lc 8.22; 9.1 – Jesus supriu as necessidades de seus discípulos, de um endemoninhado, de Jairo; só depois o enviou para servir.
  • Jo 4.7-26 – Jesus criou laços com uma mulher samaritana lá onde ela vivia.
  1. A Lei do Círculo Íntimo– O potencial de um líder é determinado pelas pessoas que estão próximas a ela.
  • Lc 9.1; 10.42 – Jesus enviou os doze e os setenta, os quais multiplicaram o seu impacto.
  • Jo 17.1-26 – Jesus usou toda uma noite para orar pelo sucesso de seu círculo íntimo de pessoas.
  1. A Lei da Delegação do Poder – Somente líderes seguros delegam poder a outros.
  • Jo 13.1-20 – Jesus sentiu-se suficientemente seguro para lavar os pés dos discípulos e para pedir-lhes que fizesse o mesmo.
  • Lc 10. 1-24 – Jesus delegou seu poder aos setenta de maneira que eles pudessem servir a outros.
  1. A Lei da Reprodução – É função do líder fazer outros líderes se levantarem.
  • Mt 28.28-20 – Jesus terminou de treinar seus doze discípulos e lhes pediu que treinassem outros mais.
  • Jo 15. 1-20 – Jesus treinou os doze discípulos para que pudessem ser iguais a ele.
  1. A Lei da Aceitação – As pessoas aceitam primeiramente o líder, depois, a sua visão.
  • Lc 5.3-11 – Jesus montou sua equipe antes mesmo que eles tivessem conhecimento da sua visão.
  • Jesus confrontou as pessoas que o seguiam antes que conhecesse sua visão.
  1. A Lei da Vitória – Líderes encontram um meio de fazer sua equipe vencer.
  • Mt 14. 13-33 – Jesus encontrou um meio de alimentar as massas e salvou seus discípulos no barco.
  • Mc 16. 1-20 – A ressurreição de Jesus surpreendeu a todos e lhes restaurou a esperança.
  1. A Lei do Grande Impulso – Saber a hora certa de fazer as coisas é o melhor amigo de um líder.
  • Mc 1.40-45 – A fama de Jesus cresceu de tal forma, que ele não podia mais aparecer em público.
  • Jo 12.9-19 – Depois da ressurreição de Lázaro, parecia que o mundo inteiro estava procurando por Jesus.
  1. A Lei das Prioridades – Líderes compreendem que estar ocupado não é necessariamente estar fazendo algo relevante.
  • Mc 1.32-38 – Jesus trabalhou aquela noite toda; depois, ficou sozinho e decidiu ir para outro lugar.
  • Lc 10.38-42 – Jesus resumiu a lista de tarefas de Marta a uma única coisa necessária.
  1. A Lei do Sacrifício – Um líder deve saber ceder para poder crescer.
  • Mt 20.20-28 – Jesus revelou que, se você quiser ser grande, você deve ser aquele que serve.
  • Jo 10.10-18 – Jesus entregou sua vida voluntariamente por suas ovelhas.
  1. A Lei da Oportunidade – Quando se está liderando, saber para onde se vai é tão importante quanto saber o que fazer.
  • Jo 7.6-8 – Jesus sabia em que hora ele deveria revelar o Reino de Deus.
  • Jo 11.1-6 – Quando Lázaro ficou doente, Jesus esperou para ir vê-lo somente depois que ele já estava morto.
  1. A Lei do Crescimento Explosivo – Para ter crescimento, lidere seguidores; para multiplicar o crescimento, lidere líderes.
  • Mc 16. 15-20 – Jesus treinou e enviou líderes, esperando que eles alcançassem o mundo todo.
  • Jo 14.12 – Jesus preparou os doze para que fizessem obras inda maiores que as dele.
  1. A Lei do Legado – O valor final de um líder é medido pela sua sucessão.
  • At 1.6-8 – As palavras mais importantes de Jesus para a geração seguinte foram as suas últimas palavras.
  • At 17.1-6 – A reputação dos apóstolos espalhou-se. Eles puseram o mundo de cabeça para baixo.