Discipulado

propósito

Apresentação do Curso Discipulado Prático

Quero lhe apresentar o Curso Discipulado Prático.

Nos últimos quinze anos do meu ministério fui muito abençoado com muitos estudos que recebi e produzi. Entre eles, destaco dois que mais impactaram a minha vida: “As quatro leis espirituais” e os “Sete passos para o crescimento Espiritual“.  Basicamente, um cristão tem três problemas que constantemente ocupam a sua mente: …

Andar com Jesus

À vista disso, muitos dos seus discípulos o abandonaram e já não andavam com ele. Então, perguntou Jesus aos doze: Porventura, quereis também, vós outros retirar-vos? Respondeu-lhe Simão Pedro: Senhor, para quem iremos? Tu tens as palavras da vida eterna.” João 6.66-68

Você já pensou nestes versículos? Jesus não disse isso somente aos discípulos, mas também às multidões e diz, nos dias de hoje para todos. Jesus foi o maior orador de toda a história, no entanto, muitos de seus discípulos “voltaram atrás e deixaram de segui-lo”, questão que não está longe de nossa realidade. …

Questionário sobre crença e espiritualidade

Certa vez, meu médico me recomendou: depois dos 30, todos os homens deveriam cuidar melhor de sua saúde, fazendo um “check-up” a cada dois anos, e depois dos 40, a cada ano. Decidi ser obediente, e posso garantir que ainda estou aproveitando da vida com bom gosto. Estou convencido de que cada crente deveria também fazer o seu “Check-up” espiritual pelo menos a cada dois anos, porém para ser mais precavido, deveríamos fazer esse “check-up” a cada seis meses. Como isto seria possível? Certamente que uma maneira muito especial seria usar a Palavra de Deus como nosso espelho, que irá revelar as nossas falhas espirituais.

O Salmo 119 (o maior capítulo da Bíblia) é um dos melhores recursos que temos para podermos avaliar como está a nossa vida espiritual. Assim, ao compararmos nossa vida com os preceitos delineados nesse salmo, saberemos o diagnóstico completo de como está a nossa vida espiritual. Portanto, se sua vida tem correlação com esses princípios bíblicos, significaria dizer que é um cristão que usufrui de uma vida que vale a pena.

Esse questionário é recomendado para pessoas que buscam uma profunda espiritualidade atrelada ao autoconhecimento. E fortemente recomendado para pessoas que tenham dúvidas sobre a fé e a sua forma de crer, ou estejam passando por crises na sua religião atual. Na sua casa, no computador ou num caderninho, responda as 10 perguntas abaixo, sem olhar em nenhum livro ou anotação, sem pensar no que ninguém diria, apenas olhe dentro do seu coração e responda com toda a sinceridade:

1. Você crê com convicção em alguma forma divina? Como a força divina se manifesta aos seres humanos?

2. O que você pensa sobre vida após a morte?

3. Você acredita em superstições, feitiços e simpatias? De que modo elas funcionam?

4. Você acredita em assombração? E em espíritos de mortos?

5. Se pudesse estar apenas com uma figura religiosa até o fim da vida e pela eternidade, com qual gostaria de estar?

6. Qual o seu posicionamento com relação a questões polêmicas como aborto e eutanásia? Você acha que a religião interfere nas decisões que você tomaria nessas situações?

7. O que é religião pra você? O que é mais importante e o que é mais problemático nas religiões em geral?

8. Você acredita em predestinação (em destino)? E em livre-arbítrio?

9. Você acredita em certo e errado, bem e mal? Você acredita que existe um estilo de vida ou uma forma de conduta que dá sentido à vida, e é válida pra todas as pessoas?

10. Qual a melhor forma de exercer sua fé? Que práticas religiosas você prefere para fazer isso?

** Respondam todas, de preferência por escrito, porque escrever nos obriga a ter que parar e pensar. **

Livro do Discipulado Bíblico

A Editora Batista Independente lançou um excelente livro sobre o DISCIPULADO BÍBLICO. Em suas 128 páginas, você aprenderá mais sobre discipulado e verá como ser um efetivo discípulo de Cristo. O pastor Elton Melo, presidente da Editora escreveu sobre este livro. O texto que oferecemos para sua edificação é fruto de um enorme esforço da equipe de Junta de Educação e Publicação da CIBI – Convenção das Igrejas Batistas Independentes, que ao longo dos anos 2016 e 2017 preparou cada uma das 53 lições para a RED – REVISTA DE ESTUDOS E DISCIPULADO, que desde 1955 vem oferecendo à Igreja brasileira excelentes estudos para edificação e crescimento espiritual.

 

Particularmente, agradeço ao Senhor pela visão que nos tem dado, para o desenvolvimento de temas tão impactantes e atuais, ao que temos procurado ser fiéis. É assim, que desenvolvemos o conceito DSM – Discipulado, Serviço e Multiplicação como programa para a Escola Bíblica para os anos de 2018 a 2020.

Entendemos a urgente necessidade de sermos práticos e objetivos no cumprimento da missão. A ênfase deste livro é o compartilhamento de vida cristã, uns aos outros, de forma simples prática e objetiva. Em Mateus 28.20 Jesus afirmou a necessidade de ensinar a outros a obedecer a tudo o que nos foi ordenando. Não pode haver discipulado sem vida cristã efetiva pelos discípulos de Jesus. Mais que compartilhar conhecimentos, é compartilhar a própria vida!

Agradeço ao empenho dos redatores que escreveram suas lições – cada um de forma isolada, mas fiéis e submissos à ação do Espírito Santo; dos nossos revisores teológicos, pastores José Lima e Roberto Monteiro, especialmente ao pastor Roberto por ter aceito o desafio de organizar e sintetizar as 53 lições, extraindo o melhor de cada uma delas. Creio que ficou excelente!

Externo ainda minha gratidão a cada um dos milhares de professores de Escola Bíblica e líderes de pequenos grupos espalhados por este imenso Brasil, que a cada semana usam o nosso material e contribuem de forma proativa para o engradecimento da Obra do Senhor.

Pr. Elton Batista de Melo, 

Presidente da Junta de Educação e Publicações da CIBI e,

Presidente da Editora Batista Independente

Os 7 montes da sociedade

Trata-se de uma visão de reestruturação da sociedade por meio de um projeto chamado os “7 Montes”. Esse projeto tem por objetivo contribuir para o crescimento do Reino de Deus nos distintos segmentos da sociedade. Entendendo que Deus, por meio de Jesus, comissionou a cada um de seus filhos para discípular as nações. E isso não se restringe à salvação recebida pela graça por meio do sacrifício de Cristo. A mensagem bíblica completa é uma visão de mundo, uma visão de vida, a fim de explicar toda a realidade. A resposta cristã surge quando se vive a verdade de Cristo em cada aspecto e segmento da vida. E é nesse pensamento que se insere a visão dos Sete Montes. Um ideal que surgiu e foi construído em 1975, quando Bill Bright, da Cruzada Estudantil, e Loren Cunnigham, da Juventude com uma Missão (JOCUM), se encontraram. Deus concedeu a cada um deles uma mensagem para compartilhar mutuamente, baseada no fato de que “a cultura está estabelecida sobre os sete montes da sociedade, os modeladores de mentalidade, ou formadores de opinião”, sendo eles:

 

  1. Artes; Entretenimento;

 

  1. Mídia; Comunicação;

 

  1. Governo; Política;

 

  1. Economia; Negócios;

 

  1. Educação; Ciência;

 

  1. Família;

 

  1. Igreja; Religião;

 

O projeto nasceu nos Estados Unidos da América e foi no final dos anos 90 que esta visão tomou força, com distintos movimentos que tinham como propósito fundamental cumprir a missão de transformar a sociedade por meio da atuação dos filhos de Deus. Uma visão que busca que a Igreja possa ser sal e luz entre as nações. Que a Igreja se levante como um referencial dentro dessas áreas que são os sete pilares, entre os quais atuam os formadores de opinião, onde a sociedade se encontra alicerçada.Em Isaías 2.2-3 está escrito: “E acontecerá nos últimos dias que se firmará o monte da casa do Senhor no cume dos montes, e se elevará por cima dos outeiros, e concorrerão a ele todas as nações. E irão muitos povos, e dirão: Vinde, subamos ao monte do Senhor, à casa do Deus de Jacó, para que nos ensine os seus caminhos, e andemos nas suas veredas; porque de Sião sairá a lei, e de Jerusalém a palavra do Senhor”. Nos últimos dias o monte da casa do Senhor se levantará sobre os demais montes e entre eles fluirá a vida de Deus. Ide a cada uma dessas áreas e seja sal e luz. Você será equipado para ser um agente de transformação em sua área de atuação.

 

Como eu posso atuar neles?A atuação nos “7 Montes” é de maneira simplificada expressar a glória de Deus onde quer que você exerça qualquer tipo de função. Ou, se você é um economista, um pedagogo, um pintor, um cantor, um cientista, que Deus seja o centro de tudo aquilo que você desenvolver em sua área de atuação. Que o Senhor seja resplandecido, assim como os Seus ensinamentos em tudo aquilo que você faça.

10 Mandamentos Paradoxais

Em FAÇA A COISA CERTA, APESAR DE TUDO, Kent M. Keith conta também histórias comoventes que ilustram seus mandamentos paradoxais. As idéias de Keith surgiram nos anos de 1960, quando líderes estudantis de todo o mundo acreditavam ser capazes de transformar o mundo em um lugar melhor através de atitudes radicais. Na época, o autor era um jovem calouro na Universidade de Harvard e tinha idéias diferentes. Para ele, o fato de agir da forma mais correta possível por si só acarretaria em grandes mudanças. Em 1968,  publicou um folheto com seu manifesto, intitulado Mandamentos paradoxais da liderança.

 

Neste livro são apresentados os 10 mandamentos, princípios que vão estimular todos os leitores a alcançar uma vida melhor e com muito mais sucesso. As idéias de Keith já viajaram todo o mundo e foram adotadas por instituições como os Escoteiros, o comitê Para-Olimpíadas e por Madre Teresa de Calcutá, que as tinha em um pôster pendurado em seu quarto. 

Os dez mandamentos de Keith são:

  1. As pessoas são ilógicas, irracionais e egocêntricas. Ame-as, apesar de tudo. 
  2. Se você fizer o bem, as pessoas o acusarão de ter motivos egoístas ocultos. Faça o bem, apesar de tudo.
  3. Se você tiver sucesso, ganhará falsos amigos e inimigos verdadeiros. Busque o sucesso, apesar de tudo.
  4. O bem que você faz hoje será esquecido amanhã. Faça o bem, apesar de tudo.
  5. A honestidade e a franqueza o tornarão vulnerável. Seja honesto e franco, apesar de tudo.
  6. Os maiores homens e mulheres com as maiores idéias podem ser eliminados pelos menores homens e mulheres com as mentes mais estreitas. Pense grande, apesar de tudo.
  7. As pessoas favorecem os oprimidos, mas seguem somente os bem-sucedidos. Lute por alguns oprimidos, apesar de tudo.
  8. Aquilo que você passa anos construindo poderá ser destruído da noite para o dia. Construa, apesar de tudo.
  9. As pessoas realmente precisam de ajuda, mas poderão atacá-lo se você as ajudar. Ajude as pessoas, apesar de tudo. 
  10. Dê ao mundo o melhor de você e levará um soco na cara. Dê ao mundo o melhor de você, apesar de tudo.

Como Estudar a Bíblia

1. Tenha Tempo Todos os Dias Para Estudar (Salmo 1.2, 3)
A pessoa que, resolutamente, fizer um voto de estudar a Bíblia logo verá que cumprirá esse voto. O estudo diário será fato singular e fará diferença em sua vida. Pouco a pouco, o estudo vai-se transformando em qualidades que você mesmo não perceberá até ter feito o estudo por muito tempo. A quantidade de tempo a ser gasta é você quem deve decidir. Uma hora diária seria melhor, mas muito pode ser feito em quinze minutos. Tenha uma visão a longo prazo sobre esse estudo. Talvez nem todas as sessões de estudo não abra maravilhas para você, mas, com o correr do tempo, verá que tem sido uma boa influência.

2. Estude Mesmo a Bíblia (João 5.39)
Não fique satisfeito com um simples correr de olhos pelas páginas da Bíblia. Examine-a! Leia e releia as passagens para que se aproveite a verdade escondida nas páginas. Examine-as! Faça perguntas e procure as respostas: O que isto significa? O que isto significa para mim? Só tem isso? Procure entendimento pelas palavras diferentes que notar. Pese cada uma. Verifique outros versículos que têm a mesma palavra. Não seja um bebê o tempo todo — estude você mesmo a Bíblia. Você pode atingir o significado. Forme seu próprio pensamento sobre o assunto.

3. Estude por Tópicos (Jeremias 15.16)
Essa é a maneira mais simples de estudar a Bíblia, é o método que mostra os resultados mais rapidamente. Procure estudar tópicos na Bíblia (por exemplo: justiça ou amor). Não isole seu estudo em uma única parte. Veja o assunto por inteiro. Dessa maneira, saberá tudo o que Deus diz sobre o assunto. Compre ferramentas para ajudarem no estudo, tais como: concordância bíblica, comentários, dicionário bíblico. Não é necessário ler um livro da Bíblia por inteiro para ter-se um estudo pelos tópicos. Use as ferramentas. Procure cada versículo que menciona o seu tópico, seja de cidades (Galiléia, Jerusalém, etc.), de assuntos (oração, amor, arrependimento, lar, paciência, etc.) ou de pessoas (Jesus, Moisés, Pedro, Noé, José, etc.) e logo ficará sabendo muito mais sobre a matéria.

Mas lembre-se: 
a. Seja Sistemático – Faça antecipadamente uma lista dos assuntos que quer estudar e estude-os um por um. Inclua vários para não ficar detido apenas em um só.

b. Seja Completo – Não estude só uns poucos versículos. Vá até onde não haja mais o que conhecer.

c. Seja Exato – Entenda realmente as palavras. Anote-as, use um dicionário para entendê-las. Anote o que vem antes e depois, compare com outras passagens similares.

d. Seja Organizado – A informação pode ser boa, mas muitas vezes precisa ser considerada de maneira útil. Escreva em um caderno o que aprende e o que quer aprender. Faça uma lista de perguntas e anote a resposta pelo estudo (1 Coríntios 14.40).

4. Estude por Capítulos (Isaías 28.10-13)
Essa maneira de estudo é a que toma menos tempo. Selecione os capítulos que quer estudar. Não comece por Gênesis, mas talvez João, Atos ou Salmos. Leia o capítulo cinco vezes (uma destas vezes em voz alta). Divida o capítulo em seções e descreva cada seção com um título. Anote os fatos principais na ordem que aconteceram. Anote as pessoas mencionadas e algo que aprendeu sobre elas. Anote as principais lições do capítulo. Procure uma verdade central no capítulo e anote-a. Há um versículo-chave no capítulo? De qual versículo você gostou mais? Marque-o e memorize-o. Coloque um nome no capítulo. Anote assuntos para estudos posteriores. Anote frases ou palavras para estudos posteriores. Anote as novas verdades que aprendeu no capítulo. Anote as coisas que aprendeu, as verdades que já conhecia e viu no capítulo. O que mudou na sua vida graças ao estudo do capítulo?

5. Estude a Bíblia por Ela Ser a Palavra de Deus (1 Tessalonicenses 2.13)
Desenvolva um maior desejo de conhecer a Bíblia, mais do que por outro livro qualquer. Aceite o que ela ensina, mesmo sem entender tudo ou concordar com todo assunto que estudou. Tenha confiança no que ela diz. Obedeça ao que aprende dela (Mateus 7.24, 25). Seja atento para ouvir a Deus por meio dela. O estudo da Palavra de Deus é tempo gasto com Deus.

6. Estude com Oração (Filipenses 4.6)
Antes de começar o estudo, ore. Durante o estudo, procure a Deus pela oração. Depois de estudar, entre em oração. É Deus quem explica o que vai ser estudado (1 Coríntios 2.15, 16). Peça graça para aceitar a verdade que não entende. Peça a graça de Deus para eliminar da mente e da crença o que não é verdadeiro. Deus está sempre presente.

7. Procure por Cristo (Lucas 24.27)
No estudo da Palavra de Deus procure pelo Filho de Deus em cada página. A Bíblia tem como tema central a exaltação de Jesus Cristo. Por Cristo, o Pai é exaltado sempre. Anote onde você encontra Cristo.

8. Use os Momentos Livres (Efésios 5.16; Colossenses 4.5)
Nem sempre é fácil estudar a Bíblia, mas podemos achar tempo nas salas de espera, nas filas e nos pontos de ônibus, nos minutos vagos entre atividades (refeições, banho, etc.). Tenha sempre consigo uma Bíblia ou um Novo Testamento ou uma folha com seu estudo. Leia, anote um pensamento, continue a aprendizagem.

9. Grave o que Aprender (Salmo 119.11)
Lembre-se da referência da verdade aprendida (o “endereço” dela). Anote o versículo principal e memorize-o. Ensine a verdade aprendida aos outros. Aplique as verdades a sua vida.

IDS – Índice de Desenvolvimento Espiritual

Paulo apresenta 3 condições em que o homem se encontra: 1ª – Condição Natural – “Ora, o HOMEM natural, não aceita as coisas do Espírito de Deus…” 2ª – Condição Carnal – “. E eu, irmãos, não vos pude falar como a espirituais, mas como a homens carnais…” 3ª – Condição Espiritual – “. Mas o homem espiritual, julga todas as coisas, …nós temos a mente de Cristo.” O índice de Desenvolvimento Espiritual é uma ferramente de análise individual e coletiva para ser aplicada para uma Igreja toda ou para análise individual.

A dificuldade de mensurar o crescimento espiritual é um dos grandes desafios da vida cristã. Muitos demonstram-se ansiosos por experimentar a presença de Deus de maneira mais marcante. Em alguns casos, essa sede espiritual chega a esbarrar em uma certa frustração quando esse “algo mais” não é percebido na experiência com Deus. “Crescimento espiritual pode ser assim definido: “é um contínuo crescimento de amor a Deus e ao próximo, revelado por um caráter transformado que reflitam atitudes e comportamentos semelhantes aos ensinados e vivenciados por Jesus.” (Mateus 22:37-39). Podemos medir o Crescimento Espiritual? Como podemos medir o Crescimento? De que maneira se processa o Crescimento Espiritual de uma pessoa? Existe alguma relação entre o crescimento de uma pessoal e seu comportamento? O Crescimento Espiritual pode ser medido do mesmo modo que medimos outras áreas da vida?

Em 10 de abril de 1901, Duncan Macdougall, um médico em Haverhill, Massachusetts, completou um experimento destinado a medir a alma humana, o primeiro dos seis que completaria em sua vida. Usando uma escala industrial projetada para pesar seda, com precisão de um quinto de uma onça, Macdougall pesou um paciente masculino com tuberculose antes e imediatamente depois que ele morreu. Demorou três horas e quarenta minutos para o homem expirar e, no momento de sua morte, ele perdeu três quartos de uma onça. Isso, pelos cálculos de Macdougall, era o peso da alma humana.

De acordo com o livro de Mary Roach, “Spook: Science Tackles the Afterlife”, Macdougall não publicou suas descobertas até 1907, quando sua pesquisa apareceu no Journal of American Society for Physical Research and American Medicine . Em março daquele ano, o Times publicou uma matéria chamada “Soul Has Weight, Physician Thinks”. Talvez por não ter conseguido encontrar seres humanos adicionais, Macdougall realizou o resto de sua pesquisa em cães, que ele determinou não ter almas. porque seus pesos não mudaram após a morte.

IMPEDIMENTOS AO CRESCIMENTO ESPIRITUAL – a) indiferença quanto às praticas espirituais; b) ausência ou baixa frequência aos cultos e programações na Igreja; c) Falta leitura bíblica; d) negligência na oração; e) baixo investimento pessoal na vida cristã; f) compromissos obscuros; g) exaltação do EU.

O OBJETIVO DE DEUS PARA O HOMEM –  “…que todos os homens sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da verdade. “ (1Tm 2:4)“crescei na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.” (2Pe 3:18)“Até que todos cheguemos à unidade da fé e do pleno conhecimento do Filho de Deus, à perfeita varonilidade, à medida da estatura da plenitude de Cristo,” (Ef 4:13)“Pois quem conheceu a mente do Senhor, que o possa instruir? Nós, porém, temos a mente de Cristo.” (1 Corintios 2:16)“Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de  Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra.” (2Tm 3:16,17).

O fato de a vida espiritual não ser mecânica a torna difícil de ser medida. A própria tentativa de definir espiritualidade já é uma tarefa árdua. Uma das causas de frustrações na busca por uma vida espiritual mais robusta é exatamente essa subjetividade. A conversa entre Jesus e o jovem rico, registrada nos evangelhos, revela exatamente esse dilema: “Que farei de bom parar ter a vida eterna? […] A tudo isso [mandamentos] tenho obedecido. O que me falta ainda?” (Mt 19:16,20). O ponto central da resposta de Jesus – “venda os seus bens e dê o dinheiro aos pobres, e você terá um tesouro nos céus. Depois, venha e siga-me” – é que espiritualidade não tem que ver simplesmente com tarefas, metas, objetivos, competência ou perfeição, mas com relacionamento, intimidade e conexão.

Embora relacionamentos sejam subjetivos, ainda assim são mensuráveis. Porém, eles necessitam de métricas diferentes para a avaliação de sua eficácia. Em síntese, vemos três coisas:Conhecimento da Palavra + Devoção + Prática = Crescimento Espiritual. No entanto, Há enganos sobre a maturidade espiritual que precisam ser conhecidas e equacionadas: a) Maior Freqüência a um templo; b) Participação Atividades da Igreja; c) Tempo de Conversão; d) Desempenho Função Especial; e) Apresentar Comportamento Maduro.

Diagnóstico Estatístico de Práticas Espirituais de Alguns Cristãos:  Oração = 80% praticam; Leitura Bíblica= 75% praticam; Dízimos = 60% são dizimistas; Oferta a Missões= 30% contribuem; Culto Doméstico= 10% fazem; Ganhar Almas = 5% conseguem; Discipulam alguém = 1% faz discipulado

Como resultado, podemos inferir que: a) 20% dos Crentes nunca Oram!; b)  25% dos Crentes nunca leem a Bíblia!; c) 40% dos Crentes nunca dizimam! d) 70% dos Crentes nunca ofertam à missões! e)  90% dos Crentes nunca se reúnem para ter um tempo devocional familiar! f) 95% dos Crentes nunca ganham uma alma para Jesus Cristo! g) 99% dos Crentes nunca discipulam novos convertidos!

Constância

Um dos parâmetros para medir relacionamentos é a constância. Os contextos em que somos inseridos mudam e nos afetam, mas a constância em direção a Deus é uma das características para avaliar a vida espiritual. Se a prática espiritual ajuda a manter o coração em direção a Deus mesmo quando o contexto direciona a mente e canaliza a energia para outras coisas, então a prática espiritual está funcionando e o crescimento espiritual está acontecendo.

Intensidade

Às vezes nos frustramos porque temos a expectativa equivocada de que o ideal de espiritualidade é confirmado quando sentimos a presença de Deus em todos os momentos, experimentamos manifestações sobrenaturais ou recebemos respostas instantâneas às nossas orações. A verdade é que a espiritualidade não produz um estado contínuo de êxtase ou uma felicidade infantilizada e alienada diante das angústias e sofrimentos. Profetas bíblicos que viveram em intimidade com Deus, experimentaram momentos de profunda tristeza, perturbação (Sl 43:5), pensamentos suicidas (1Rs 19:4) e tiveram que lidar com o desconforto do “silêncio” de Deus (Sl 44:23,24). O contexto os espremia e os afetava, mas a constância em direção a Deus permanecia (Sl 27:8; 57:7). Por vezes, vamos nos sentir muito próximos de Deus, enquanto em outras ocasiões nos sentiremos como órfãos espirituais. As práticas espirituais nos fazem permanecer em direção ao alto mesmo quando envoltos em uma nuvem de incertezas e sentimentos negativos.

Crescimento

Alguns pensam que a lógica do crescimento espiritual é como a do sucesso. Por esse ângulo, o que importa é atingir o ponto mais alto onde, supostamente, a vista é mais bonita e o sol está sempre brilhando. Porém, na lógica do Reino de Deus o parâmetro é diferente, pois o crescimento espiritual acontece quando subimos ou caímos. Parece contraditório, mas apenas na lógica humana. O crescimento espiritual ocorre mesmo quando o gráfico da vida apresenta altos e baixos. Assim, passamos a perceber que o sucesso na vida espiritual não acontece quando chegamos no topo, mas durante a caminhada até ele.

Foco

Se as práticas espirituais estão provocando mudança de foco do “eu” para o “outro”, então o crescimento espiritual está acontecendo.

A prática das disciplinas espirituais não é fácil. Requer disciplina, dedicação, prioridade e planejamento. Assim como todo exercício, quer seja físico, acadêmico ou afetivo, a prática das disciplinas espirituais requer decisão e envolvimento. Mas também é verdade que, quanto mais praticamos, mais experimentamos seus efeitos e logo ela se torna uma necessidade. Quando isso acontece, nos tornamos dependentes do relacionamento com Deus tanto quanto do ar que respiramos.

Podemos separar as pessoas (em geral), em dois grupos: a) HOMEM NATURAL, isto é, aqueles sem Conhecimento do Evangelho. e b) Cristãos, que são os que conhecem o evangelho e são subdivididos em a) Conhecendo; b) Amadurecendo; c) Crescendo; c) Decidindo; d) Servindo. O cristão, vai de carnal a espiritual.

PERFIL DO CRESCIMENTO EM RELAÇÃO AO EVANGELHO: Identificamos 5 grupos onde podemos classificar o nível de cada membro da Igreja: a) conhecendo – São aquelas pessoas que estão conhecendo o evangelho; b) Amadurecendo –  Neste grupo, as pessoas praticam o novo conhecimento adquirido; c) crescendo – São aquelas pessoas que estão envolvidas com a igreja e buscam crescimento através da participação em estudos e cooperação no ensino ou serviço. d) decidindo –  Neste grupo as pessoas se comportam e mantêm decisões equilibradas centradas em Jesus; e) servindo – Aqui, o crescimento vem da prática e dedicação continua dos dons;

CARACTERÍSTICAS DAS PESSOAS EM CADA NÍVEL DA ESCALADA ESPIRITUAL – A) Condição Carnal: 1 – Conhecendo: Buscam o conhecimento com alegria e satisfação. Precisam de estimulo e acompanhamento. Desistem por pressão ou desinteresse/ falta de estimulo. (Lc 8.12); 2- Amadurecendo – Assimilam os ensinos e práticas espirituais.Precisam de estimulo, acompanhamento e orientações. Desistem por causa de vícios/ relacionamentos Inadequados, falta de perspectiva da vida Espiritual. (Lc 8.13); 3- Crescendo: Têm um nível de conduta Cristã moralmente elevada. Cooperam com o trabalho cristão. Precisam de Desafios de crescimento que atendam expectativas. Desistem geralmente quando expectativas não são atendidas. (Lc 8.14); 4 – Decidindo – Transita da dependência da Igreja para atitudes de auto liderança. Atingiram Maturidade Espiritual e estão aptas a tomarem decisões espirituais.Precisam Investimento Maior. 5 – Servindo – É o cristão autoliderado e Autoalimentado. Toma decisões espirituais. Serve com seus dons.Não desiste fácil. Dificilmente cai por negligencias. Os que estão no nível 4 e 5, atingiram a condição Espiritual.

ESTÍMULOS DO CRESCIMENTO ESPIRITUAL – algumas práticas facilitam o processo de crescimento Espiritual: a) Assistência a Cultos/Trabalhos; b) Prática da Leitura Bíblica; c) Reconhecimento de suas próprias limitações; d) Práticas Espirituais (Dizimo/ofertas/ Trabalho voluntariado; e) Ensino Discipulador ; g)   Devocional Diária Familiar; h) Prática da Oração.

O Crescimento Espiritual pode ser avaliado e verificado através das seguintes atitudes e compromissos: a) Investimento Pessoal + Ação Igreja; b) Conhecimento Adquirido + Prática; c) Reconhecimento dos meus defeitos + confissão; d) Identificação de Pecados+ Abandono deles; e) Leitura da Palavra + Devoção +Atitudes; f) Aprender a Palavra + Ensino dela; g) Receber ofensa + Liberar Perdão; g) Virtudes de ontem + Virtudes de hoje; h) Mais ação de Jesus em Mim – (menos) do meu querer.

O PAPEL DO CRISTÃO NO PROCESSO DE CRESCIMENTO ESPIRITUAL
a) Prática da leitura bíblica; b) Pratica da oração, dentro e fora da igreja; c) Praticar o culto domestico; d) Participar de eventos e cursos de crescimento; e) Exercitar as praticas espirituais; f) Aplicar seus dons e talentos para beneficio de outros e do reino; g) Incentivar o seu próprio crescimento espiritual investindo em si mesmo; h) Participar cultos / EBD e programas de Ensino; i) Desenvolver um relacionamento Cristão saudável com todos; j) Não depender basicamente da igreja para seu crescimento espiritual.

O PAPEL DA IGREJA NO PROCESSO DE CRESCIMENTO ESPIRITUAL
a) Estimular o cristão na leitura bíblica; b) Estimular conhecimento espiritual continuo; c) Promover ensino gradual e crescente; d) Oferecer oportunidades de desenvolvimento dos dons e talentos; e) Promover eventos que estimulem crescimento; f) Dar mais treinamento e incentivo aos membros: g) A igreja jamais deve se tornar o centro e fonte de crescimento espiritual do cristão.

CONCLUSÃO A igreja não é responsável pelo meu CRESCIMENTO ESPIRITUAL (C.E.):

a) Sou o único e maior responsável pelo meu C.E; b) Não existe C.E. se não houver investimento pessoal; c) Quanto mais invisto em meu caráter, mais semelhante a Cristo serei espiritualmente; d) O C.E. é uma condição espiritual adquirida, que vai além das atitudes e comportamentos que demonstrem maturidade. e) O Homem Espiritual é o mais elevado nível do C.E. desejado, revelado por uma vida de Serviço; f) Jesus Cristo é o Modelo e Padrão de um Homem Espiritual Perfeito.; g) Toda atitude manifesta pela carne, revela ausência de maturidade espiritual e caráter imperfeito, implicando em necessidade de correção, tratamento e C.E.


Fontes:

curso discipulado prático

Curso Discipulado Prático

No Curso Discipulado Prático eu lhe ensino tudo sobre os primeiros passos da vida cristã de forma que você possa ensinar a outros. Apresentação: Hoje em dia, não há dificuldade para uma pessoa entrar numa igreja evangélica, pedir uma oração a um “crente” ou até mesmo frequentar por um tempo uma igreja do bairro ou da cidade.  Mas será que isso é ser um cristão? Será que na segunda feira eu posso fazer o que eu quiser? Será que a minha vida experimentará todos os efeitos da cruz de Cristo? O que é ser um cristão? Para responder estas e outras perguntas, preparei este curso, propondo uma seleção dos melhores estudos do discipulado cristão, para que todo aquele que descer às águas, ou for discipulado, possa compreender e viver os princípios básicos e divinos para uma vida cristã efetiva e vitoriosa. …