Heresias

Neste espaço, leia algumas heresias que são pregadas nas Igrejas Evangélicas. Nota: Respeitamos o credo e a profissão de fé de cada grupo religioso, mas é preciso expor aquilo que ultraja a nossa fé genuína.

Por que a esquerda não celebra o natal?

Dannis Prager

por Dennis Prager – Desde os começos do século 18, os ideólogos da esquerda sempre se colocaram contra a celebração do natal. Muito embora os militantes de esquerda neguem ser contra o natal, na prática a esquerda tem trabalhado arduamente contra a celebração do Natal, embora seja tolerante com o comércio natalino. …

CQC reestreia com símbolos da nova era

A reestréia do programa “CQC” , foi marcado por incluir em suas animações e cenários, mensagens maçônicas gritantemente descaradas!  Veja alguns vídeos mostrando os símbolos: Pirâmides, olho de Hórus, piso quadriculado da loja maçônica, esquadros, duas torres no cenário atrás do apresentador Marcelo Tas, e diversas alusões à catástrofes, com imagens de explosões, tempestades e destruição. Veja e compare com a imagem abaixo:

 

 

 

 
O PISO QUADRICULADO DOS ILLUMINATIS
 
O TRIÂNGULO ILLUMINATI
Olhos subliminares, que passam rapidamente
 
Vejam os vídeos:

Aqui o Olho satânico iluminati sobre Brasília

 


Aqui o Olho satânico iluminati sobre Brasília
 

a música deles é satânica

We all go down for the sacrificial moment
Crucifixion nails stain the bed of the holy.
Space thing blues diamond studded – sugar coated
Well, I am hell a miracle overloading
 
Chorus:
Turn me on yeah
Electric head – all over
Turn me on yeah
Electric head – all over
 
We all go down for the God of the moment
Super demon seed running wild and below and
Head trip news turn a trick to the flow and
Sugarland Express what you know and
Get inside get in there
Evil in your eyes baby I don’t care
Get inside get in there
See the flesh falling everywhere
 
Chorus
 
Get inside get in there
Evil in your eyes baby I don’t care
Get inside get in there
See the flesh falling everywhere
 
Chorus
 
We all go down for a piece of the moment
Watch another burn to the death to the core
And the roadshow thrills pack the freaks and the phonies
Sing: now is now, yeah! All I ever wanted
 
 
Tradução do inglês para português
 
Estamos todos indo para o momento do sacrifício
Unhas manchadas no leito do santo crucificado.
Espaço coisa cravejado de diamantes azuis – revestidas de açúcar
Bem, eu sou o inferno de um milagre sobrecarga
 
Refrão:
Ligue-me no sim
cabeça eletrificada – todo
Ligue-me no sim
Electric cabeça – todo
 
Estamos todos indo para o Deus do momento
Super sementes do demônio correndo selvagem e abaixo e
Chefe da notícia viagem virar um truque para o fluxo e
Sugarland Express que você sabe e
Fique por dentro entrar lá
Mal nos olhos de seu bebê Eu não me importo
Fique por dentro entrar lá
Veja a carne caindo em toda parte
 
Coro
 
Fique por dentro entrar lá
Mal nos olhos de seu bebê Eu não me importo
Fique por dentro entrar lá
Veja a carne caindo em toda parte
 
Coro
 
Estamos todos indo para uma parte do momento
Assista outra queimar até a morte para o núcleo
E o roadshow emoções embalar os freaks e os falsos amigos
Cante: agora é agora, yeah! Tudo o que eu sempre quis

Fonte: www.apocalink.blogspot.com (Apocalink)

O que são Terafins e sua influência hoje

Terafins são deuses ou ídolos da família (Gn 31.30,34), eram conhecidos como protetor do lar ou da pessoa (uma espécie de “Anjo da Guarda”). Tudo indica que os terafins são uma classe de anjos que caiu enganada pelo querubim (veja Ez 28.16). Embora no hebraico a palavra “terafins” seja plural, podia também aplicar-se a um único ídolo. Pelo menos alguns destes ídolos talvez tivessem o tamanho e o formato dum homem. (1Sm 19.13,16) Outros devem ter sido muito menores, a ponto de poderem ser colocados dentro do cesto da sela duma mulher.(Gn 31.34), às vezes, os terafins eram consultados em busca de presságios. — Ez 21.21; Zc 10.2. Atualmente, mesmo no meio evangélico não se fala neles, mas eles são espíritos religiosos muito perigosos.

 

O que são os ídolos? A expressão ídolos, vem do grego eidólon que significa imagem. É pois uma representação. As palavras mais freqüentes na Bíblia para significar um ídolo ou imagem:Tselem – imagem; Pesel – escultura; Massekah – imagem de fundição; Matstesbah – pedra (marco) sagrada; Gillulim – termo desprezível para imagem; Elil – termo usado para designar imagem sem poder; Atsab – termo que significa uma figura, uma causa de dor; E o pior de todos os termos:Teraphim (hb.) ídolos do lar. Enquanto que os outros termos são gerais para cidade, povos, tribos, os terafins são “do lar” e “pessoal”, significa dizer que são espíritos mais íntimos da família. Terafins na Antigüidade – Os povos da antigüidade eram muito apegados com os terafins pelo fato deles darem respostas, conhecidos entre os romanos e etruscos como penates (deuses protetores do lar).

As descobertas de arqueólogos na Mesopotâmia e em regiões adjacentes indicam que a posse de imagens de terafins tinha a ver com quem receberia a herança da família. Segundo uma tabuinha encontrada em Nuzi, a posse dos deuses da família podia, em determinadas circunstâncias, dar ao genro o direito de recorrer a um tribunal e reivindicar os bens do sogro falecido. (Ancient Near Eastern Texts [Textos Antigos do Oriente Próximo], editado por J. Pritchard, 1974, pp. 219, 220, e n 51) É possível que Raquel, com isto em mente, tenha concluído que podia legitimamente tomar os terafins, por seu pai ter agido de modo enganoso para com Jacó, seu marido. (Compare com Gn 31.14-16.) A importância dos terafins com respeito aos direitos de herança explica também por que Labão estava tão ansioso de recuperá-los, até mesmo a ponto de levar consigo seus irmãos e de perseguir Jacó numa distância de sete dias de jornada. (Gn 31.19-30) Naturalmente, Jacó não sabia de absolutamente nada do que Raquel fizera (Gn 31.32), e não há indício de que ele tenha alguma vez tentado usar os terafins para obter a herança dos filhos de Labão. Jacó não tinha nada a ver com ídolos. No mais tardar, os terafins teriam sido eliminados quando Jacó escondeu, debaixo da árvore grande que ficava perto de Siquém, todos os deuses estrangeiros que lhe foram trazidos pelos da sua família. — Gn 35.1-4.

Na Bíblia se encontra classes de anjos de Deus, conhecidos como: Serafins e Querubins, ao passo que quase não se fala em terafins, que são espíritos (anjos caídos), diferente de demônios, que operam no âmbito religioso. São castas angelicais das trevas responsáveis por alimentar os corações em crenças falsas, superstições, procurando levar as suas vítimas para uma completa cegueira espiritual. Na antiguidade famílias adoravam seus deuses pessoais: “e havendo Labão ido a tosquiar as suas ovelhas, furtou Raquel os ídolos (em hebraico terafins) que seu pai tinha” Gn. 31.19. Acreditava-se que àquele que possuísse o terafim da família, estava garantido uma herança maior na morte do líder. Raquel, apesar de ser esposa de Jacó, e vê a paixão, a busca do seu esposo pelo Deus vivo, no entanto ela não compreendia as coisas espirituais o suficiente, por isso não conseguiu se ver livre da crença do terafim. Em Israel, o uso idólatra de terafins existia nos dias dos juízes, bem como nos dias dos reis. (Jz 17.5; 18.14, 17, 20; Os 3.4) No entanto, em vista da ordem expressa de Deus contra a fabricação de imagens, não é provável que os terafins servissem para fins de herança em Israel. (Ex 20.4) Além disso, o profeta Samuel falou dos terafins em paralelo com o poder sobrenatural, comparando o uso dessas duas coisas ao ato de avançar presunçosamente (1Sm 15.23), e os terafins achavam-se entre os acessórios da idolatria que foram expurgados de Judá e de Jerusalém pelo fiel Rei Josias. (2Rs 23.24) Assim, ter Mical, esposa de Davi, uma imagem de terafim entre seus pertences sugere que seu coração não era pleno para com Jeová e que Davi, ou não sabia que ela possuía essa imagem de terafim, ou tolerava isto, por ser ela a filha do Rei Saul. — 1Sm 19.12, 13.

Encontramos outro episódio sobre os terafins (ídolo do lar), em Juízes 17. Um fanático espiritual por nome Mica que chegou a possuir uma casa deles (v.5), até consagrou um levita (sacerdote mercenário) que aceitou a oferecer oferendas aos terafins. Os terafins tinham-se agarrado à alma do povo de maneira que, em toda jornada de Israel no deserto, em plena manifestação do poder de Deus a Moisés e a Arão, o povo não se apartou desse espírito enganador. No último capítulo de Josué, substituto de Moisés, ele diz: “Agora pois temei ao Senhor, e servi-o com sinceridade e com verdade e deitai fora os deuses.” Js. 24.14 e também lemos em 1Sm 19.13, que a mulher de Davi, possuía, um terafim: “E Mical tomou um ídolo do lar (terafim) e o deitou na cama”;  

Os terafins eram queridos pelo povo para consulta: “Porque o Rei de Babilônia (Nabucodonosor) para na encruzilhada, na entrada dos dois caminhos (Jerusalém e Rabá) para consultar os oráculos: sacode as flechas, interroga os terafins, examina o fígado” Ez. 22:21. As práticas de adivinhação incluía também os terafins. Os terafins concorriam com os sagrados Urim e Tumim, contido na estola sacerdotal (éfode), no qual o sacerdote consultava a Deus. Conferir. Ex. 28.30; Lv 8.8; Nm 27.21; Dt 33.8; 1Sm 28.6; Ed 2.66; Ne 7.65. “Porque os filhos de Israel ficaram por muitos dias sem rei, sem príncipe, sem sacrifício, sem coluna, sem éfode ou terafim” Os. 3.4.

Havia uma “resposta” por parte dos terafins, significando que não era uma simples adoração a uma imagem de escultura, esses espíritos trabalhavam, aconselhavam, orientavam, e davam “bons resultados” àqueles que o possuíssem. Os terafins, por serem espíritos familiares “…quando vos disserem: consultai os que têm espíritos familiares… não recorrerá um povo ao seu Deus?.” Is 8.19, podima podiam aparecer na forma de parente ou amigo já falecido. Podem emitir vozes de pessoas conhecidas de alguém da família. É este espírito que imita as formas, mas não possui ninguém, como fazem os demônios. É o caso de Saul, que foi procurar uma feiticeira (1Sm. 28). Observe que o espírito não possui a feiticeira, mas esta o via. “Vejo deuses que sobem da terra” (v. 13). Saul pergunta como é a figura dele, a feiticeira responde: “um ancião, envolto numa capa. Entendendo Saul que era Samuel” (v. 14). Saul foi enganado, porque é proibido na lei de Deus, o espírito humano vagar na terra. A feiticeira não estava possuída pelo espírito, ela via-o e recebia inspiração dele. Isto é a operação flagrante de um terafim, espírito familiar ou guia, ou chamado anjo da guarda.

Apesar de entendermos que todos os demônios são anjos caídos, somos levados a admitir que existe de fato uma variação de classe e áreas de operações no mundo espiritual. Os terafins são sutis, mansos, não se incomodam com orações, jejuns, palavra de Deus, pregação, santificação, vida no altar, porque são espíritos que trabalham na área da religiosidade, são espíritos mundanos, profanos e “desobedientes”. Você nunca percebeu que há famílias que de longe dá para se notar um clima parecido entre eles? Maneira de viver, tipos de pecados, fraqueza espiritual parecida, enfermidade congênita, hábitos iguais, pessoas até evangélicas, mas não são libertas? Mas tem uma solução.Os espíritos podem ser comparados com algumas espécies de animais que gostam de viver com os seres humanos. Muitos querem viver no lar: barata, rato, pulga, mas existe um inseto mais ousado ainda, que quer viver intimamente com o homem, é o caso do piolho, que se sente realizado na cabeça da sua vítima, e é preciso um tratamento específico para combatê-lo.

Na fé católica – religião que aceita imagens (santos) e diante delas fazem-se pedidos, e muitas vezes havendo resposta. Mesmo rogante que formula o seu pedido a uma entidade santa, como apóstolo Pedro, Paulo ou mesmo a Maria, porém quem responde a estes pedidos (não Deus, porque está escrito: “Eu sou o Senhor, este é meu nome; a minha glória, pois, a outrem, na darei, nem o meu louvor a imagem de escultura” Is. 42:8) são justamente os terafins que ficam por trás das imagens, não importa de quem sejam. A Bíblia católica, diz em 1Co10.19,20 “…Ou o próprio ídolo é alguma coisa? Não! As coisas que os pagãos sacrificam, sacrificam-nas a demônios, e não a Deus.” Esses demônios que se referem são os espíritos ligados a religiosidade, os terafins. Toda adoração incluindo imagens, satanás está por trás delas, através dos terafins.

No meio evangélico, no entanto, quando se dirige aos adoradores de Deus, em Cristo; os terafins tomam uma outra posição, uma outra estratégia, para ver se conseguem trazer aquele de volta. Todos sabem que satanás requer adoração para si “…e disse-lhe (satanás) tudo isto te darei se, prostrado me adorares” Mt 4.9. No meio do povo evangélico os terafins, surpreendentemente, rodeia como uma hiena no deserto, esperando um descuido do viajante para tirar proveito (para o enfraquecimento da fé em Deus). “sede sóbrios; vigiai; porque o diabo, vosso adversário, anda em derredor, bramando como um leão, buscando a quem possa tragar” 1Pe 5.8. O crente não fica possesso, mas pode ficar oprimido. Quantas pessoas vivem na Igreja adorando a Deus, porém é oprimido? Não podemos fechar os olhos para esta realidade; o crente que não tem estímulo para orar, terá sua casa atribulada, torna-se escravo da televisão, não é liberto dos costumes mundanos, constantemente lhe cerca o sentimento de culpa, os pensamentos são viciosos e negativos, e muitas vezes culpa a Deus por não conseguir bens materiais, e tudo isso é contradizente à vida do cristão. Esta obra não é do Espírito Santo de Deus, estas obras são dos espíritos especialistas para fins religiosos: os terafins.

Como combater os terafins?   Muito embora os terafins não se incomodam com orações, jejuns, a palavra de Deus, pregação, santificação, vida no altar, é uma pura verdade, porém há duas armas poderosas contra toda casta de terafins: 1) detectar a sua influência no lar ou no indivíduo; 2) crer incondicionalmente na Palavra de Deus, isto é não dividar da Palavra. O apóstolo Paulo disse a respeito do príncipe das trevas; “Porque não ignoramos os seus ardis” 2Co 2.11, o segredo da vitória sobre os terafins é percebê-los na tua família ou mesmo na tua vida. Foi isso que o Rei Josias fez, quando reconheceu a real situação que lhe envolvia, agiu: “e também os adivinhos e os feiticeiros e os terafins, e os ídolos e todas as abominações… os extirpou” 2Rs 23.24. A libertação vem através da descoberta de que o indivíduo está sendo acompanhado por um demônio das trevas, pernicioso. Levante-se com fé e repreenda todas as forças contrárias. Determine a vitória, não aceite a influência de nenhum espírito. Queira tão-somente o Espírito Santo e acredite somente o que está expresso na Bíblia Sagrada. Você pode dizer como Jesus disse: “o príncipe deste mundo nada tem em mim” (Jo 14.30)? “Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará… Se o filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres” Jo. 8.32,36

 

Mitologia Grega e seus deuses

Na Grécia Antiga, as pessoas seguiam uma religião politeísta, ou seja, acreditavam em vários deuses. Estes, apesar de serem imortais, possuíam características de comportamentos e atitudes semelhantes aos seres humanos. Maldade, bondade, egoísmo, fraqueza, força, vingança e outras características estavam presentes nos deuses, segundo os gregos antigos. De acordo com este povo, as divindades habitavam o topo do Monte Olimpo, de onde decidiam a vida dos mortais. 

Zeus era o de maior importância, considerado a divindade seprema do panteão grego. Acreditavam também que, muitas vezes, os deuses desciam do monte sagrado para relacionarem-se com as pessoas. Neste sentido, os heróis eram os filhos das divindades com os seres humanos comuns. Cada cidade da Grécia Antiga possuía um deus protetor.

Os gregos criaram vários mitos para poder passar mensagens para as pessoas e também com o objetivo de preservar a memória histórica de seu povo. Há três mil anos, não havia explicações científicas para grande parte dos fenômenos da natureza ou para os acontecimentos históricos.

Portanto, para buscar um significado para os fatos políticos, econômicos e sociais, os gregos criaram uma série de histórias, de origem imaginativa, que eram transmitidas, principalmente, através da literatura oral.

Grande parte destas lendas e mitos chegou até os dias de hoje e são importantes fontes de informações para entendermos a história da civilização da Grécia Antiga. São histórias riquíssimas em dados psicológicos, econômicos, materiais, artísticos, políticos e culturais.

Pokémon Go e os “demônios digitais”

Agora, com o lançamento de Pokémon Go, que virou febre mundial, muitas dessas questões voltaram a ser levantadas. O jogo está disponível para celulares e cria uma realidade virtual, onde a câmara e a geolocalização do aparelho simulam o que acontece nos desenhos. Enquanto você anda pelas ruas de qualquer cidade, diferentes Pokémons vão aparecer. Ou seja, é possível capturar um desses monstrinhos e fazer batalhas similares ao que é visto na TV. O japonês Satoshi Tajiri criou o universo Pokémon, termo inventado por ele para abreviar as palavras em inglês Pocket Monsters, ou “monstros de bolso”. Lançado em 1996 como vídeo game, foi um grande sucesso, tornando-se no ano seguinte um desenho animado de sucesso mundial, que possui diferentes variações e é produzido até hoje. Como todo produto de expressão, a marca foi usada numa infinidade de produtos, tendo como público-alvo as crianças.

Segundo Tajiri, quando era pequeno adorava colecionar insetos, procurando-os em florestas, campos e lagos. Seu passatempo favorito na infância era colecionar novos insetos. Ao se mudar para a cidade grande na década de 1970, passou a buscar uma maneira de oferecer às crianças uma chance de caçar criaturas de alguma forma.

Contudo, a série animada gerou diversas polêmicas na década de 1990, quando pastores começaram a classificar o desenho como demoníaco. Alguns incidentes colaboraram para aumentar essa fama.

Diversos especialistas denunciavam que o desenho Pokémon fazia uso de mensagens subliminares. No episódio 38, chamado “Porygon, o guerreiro virtual”, quando o Pikachu libera um choque elétrico, o efeito dos raios luminosos da animação causou reações adversas em telespectadores.

No Japão, aproximadamente 700 crianças foram levadas a hospitais. A maioria desmaiou, outras sentiram tonturas ou náuseas. Houve casos de ataques epilépticos e até mesmo de cegueira temporária. Como resultado, o episódio foi banido dos outros países. Tempos depois, o seriado foi banido na Turquia, após duas crianças pularem da sacada de seus apartamentos em imitação aos personagens do desenho.

Alguns pastores condenam, outros aprovam

Logo que estreou nos Estados Unidos, o pastor Rick Wiles começou a alertar os fiéis para que ficassem atentou ao que chamou de “demônios digitais”. Para ele, o jogo é uma ameaça e as crianças deveriam ficar longe. Para o pregador, trata-se de um instrumento do diabo para corromper os cristãos e destruir as igrejas.

Um dos aspectos que chama atenção é que nos EUA, muitas igrejas aparecem no celular como ginásios. Wiles acredita que o aplicativo “gera demônios dentro das igrejas, infestando-as com atividade demoníaca.” Enfatiza que a tecnologia “será usada pelos inimigos da cruz para identificar, encontrar e matar os cristãos”

No Brasil, circulam nas redes sociais mensagem parecidas, que trazem um “alerta espiritual”.

“Podemos perceber que as crianças têm que encontrar coisas que não existem em realidade virtual, ou seja, espíritos criados pelo próprio sistema do jogo. O Brasil é o país que mais some crianças e adolescentes no mundo e esse jogo é um grande vilão em tirar as crianças de dentro de casa para ficar procurando bichinhos. O jogo pode ser considerado um criador de ciberdemônios ou espíritos! Eles não são vistos a olho nu, somente com a tela do celular (paráfrase). No mínimo é bem sinistro…”, diz uma delas.

Contudo, há pastores que veem no fato de muitas igrejas serem “ginásios” um aspecto positivo. Kenderick Vinar, que pastoreia a Grace Church em Chapel Hill, Estados Unidos, acredita que isso deve ser usado para a evangelização.

Citando 1 Coríntios 9:22 ele diz que Paulo se fez “fraco para os fracos, para ganhar os fracos” e “tudo para todos, para por todos os meios chegar a salvar alguns”. Portanto, para ganhar os jogadores de Pokémon as igrejas deveriam se envolver com eles. A ideia se tornou popular e várias igrejas americanas realizaram eventos em seus templos convidando os jogadores para caçadas e batalhas virtuais, enquanto ofereciam lanches e aproveitavam para pregar a Palavra.

Em Brasília, a Igreja Presbiteriana do Lago Norte, do pastor Carlinhos Veiga, ao saber que era um pokestop, decidiu deixar um recado para os jogadores que pararem por lá. Uma faixa com um versículo foi colocada no local indicado pelo jogo.

Jogo causa morte no Brasil

Enquanto o jogo se populariza no Brasil como tem sido no mundo todo, o relato mais comum é de pessoas que tiveram seus celulares roubados enquanto caçavam os monstrinhos. Outros incidentes chamam atenção. Em Curitiba, dois jovens caíram num rio e lago em enquanto tentavam pegar as criaturas.

Há dois casos de pessoas que foram atropeladas enquanto jogavam. Uma morreu.

R.A. Torrey desmascara o Código Da Vinci

Ataques à Bíblia não são novidade, e nem são refutações. Na verdade, os céticos de hoje estão muito atrasados: a maioria dos equívocos sobre a Bíblia em O Código Da Vinci foram abordados há mais de cem anos por R. A. Torrey. Organizei uma amostra de seus extensos ensinamentos sobre a Bíblia em um diálogo de perguntas e respostas (simulando). Os ensinamentos de R. A. Torrey, tem mais de 100 anos, mas são também para os nossos dias. “A Bíblia … resistiu a vinte séculos de exame rígido”. Pode ser hoje o século vinte e um, mas as respostas ainda são relevantes.

Pergunta: Dr. Torrey, como você chegou a acreditar que a Bíblia é a Palavra de Deus?

Eu nem sempre acreditei que a Bíblia fosse a Palavra de Deus.Eu sinceramente duvidava que a Bíblia fosse a Palavra de Deus. Eu duvidava que Jesus Cristo fosse o Filho de Deus. Eu duvidava que houvesse um Deus pessoal. Eu não era um infiel; Eu era um cético. Eu não neguei; Eu questionei. Eu não era ateu; Eu era um agnóstico. Eu não sabia, mas decidi descobrir. Se houvesse um Deus, decidi descobrir isso e agir de acordo. Se não houvesse um Deus, decidi descobrir isso e agir de acordo. Se Jesus Cristo era o Filho de Deus, decidi descobrir isso e agir de acordo. Se Jesus Cristo não era o Filho de Deus, decidi descobrir isso e agir de acordo. Se a Bíblia era a Palavra de Deus, decidi descobrir isso e agir de acordo. E se a Bíblia não era a Palavra de Deus, decidi descobrir isso e agir de acordo. Eu descobri. Eu descobri além de que porventura existe um Deus, que Jesus Cristo é o Filho de Deus, que a Bíblia é a Palavra de Deus. Hoje é para mim não uma questão de mera probabilidade nem mesmo de mera crença, mas de absoluta certeza.

Pergunta: Você dá razões para essa certeza em seu famoso sermão Dez razões pelas quais acredito que a Bíblia é a Palavra de Deus . Mas isso é meramente um dogma intelectual, ou você achou que é verdade em sua própria experiência?

Eu acredito na Bíblia porque eu pessoalmente testei dezenas e dezenas de suas declarações mais surpreendentes e aparentemente mais incríveis e descobri que todas elas são verdadeiras em minha própria experiência.Você não acha que se eu conhecesse um homem que fez muitas declarações que eu poderia testar por mim mesmo, algumas delas aparentemente incríveis, e eu testei estas declarações uma após a outra ao longo de um longo período de anos, e encontrei cada uma delas verdade, e nunca uma única declaração falhou, você não acha que eu acreditaria naquele homem depois de um tempo? Bem, essa é apenas a minha experiência com a Bíblia e eu acredito nisso. Eu seria um tolo se não o fizesse.

Pergunta: Muitas pessoas levam sua incredulidade em Jesus e na Bíblia ao nível de ódio e ataques violentos contra ela; O Código Da Vinci é um exemplo recente. Isso é incomum? Isso significa que a Bíblia está em perigo?

Tão logo as palavras de Cristo caíram de seus lábios, elas foram odiadas.Eles foram odiados pelos quase dezenove séculos que se passaram desde que foram falados. Este ódio tem sido mais amargo, mais implacável, mais enérgico, mais habilidoso, mais astuto, mais poderoso, mas tem sido completamente ineficaz. Esse ódio manifestou-se em ataques literários às palavras de Cristo, como o de Lucian, o grande mestre da sátira em seus dias, em ataques filosóficos como o do grande filósofo Porfírio, em ataques eruditos como o do grande erudito Celso, em física. ataques como o do grande imperador romano Diocleciano, no qual ele convocou todas as forças políticas e militares do império com tochas, estacas, prisões e feras para obliterar das páginas da história a memória de Jesus Cristo e Suas palavras. . Desde aqueles primeiros dias, essa oposição já passou de mais de dezoito séculos. Toda a artilharia da ciência, literatura, filosofia, intriga política, sarcasmo, ridicularização, ambição mundana, força, toda a artilharia da terra e do inferno, foram treinados sobre as palavras de Cristo, e durante séculos uma canhão quase incessante foi mantido. Às vezes os corações fracos foram abalados pelo rugido da batalha, mas as palavras de Cristo permaneceram absolutamente inabaláveis. Não houve uma única pedra desalojada dessas fortificações. Palavras que podem sair de dezoito séculos de experiência como essa, ilesas, sem cicatrizes, sem marcas, permanecerão para sempre. O céu e a terra passarão, mas a palavra de Cristo não passará.

Pergunta: O Código Da Vinci é apenas um exemplo de filosofias populares hoje que atacam as Escrituras como a Palavra de Deus.Historicamente falando, o que devemos pensar sobre esses tipos de argumentos contra Jesus e a Bíblia?

À luz da história, é absurdo, e até ridículo, ouvir homens apresentarem as alegações das filosofias recém-nascidas de um dia contra as declarações de Jesus Cristo que resistiram ao teste de mais de dezoito séculos, especialmente em vista do fato de que apenas tais filosofias, cheias de autoconfiança, apareceram aos milhares no passado, e depois de um breve dia de notoriedade voltaram a brilhar nas trevas de onde haviam surgido tão recentemente.A história de dezoito séculos de pensamento humano é, em grande parte, uma história de homens que se consideravam mais sábios do que Cristo, mas que levaram apenas alguns anos para provar tolos absolutos.

Pergunta: Você mesmo refutou muitos desses “novos” argumentos há cem anos atrás, Dr. Torrey. Por exemplo: Nos primeiros tempos, a Bíblia foi copiada e recopiada muitas vezes, o que significa que há algumas variações entre os diferentes manuscritos. Isso significa (como os entusiastas do Código Da Vinci alegam) que não podemos ter certeza do que a Bíblia realmente ensina?

Existem, é verdade, muitas variações nos muitos manuscritos que possuímos – milhares de variações.Mas, com um estudo cuidadoso dessas variações, podemos encontrar com precisão maravilhosa o que os manuscritos originais disseram. Uma grande parte das variações não tem importância alguma, já que é evidente, a partir de uma comparação de diferentes manuscritos, que são os erros de um transcritor. Muitas outras variações simplesmente dizem respeito à ordem das palavras usadas, e na tradução para o inglês, em que a ordem das palavras é muitas vezes diferente do que é no grego, a variação não é traduzível. Muitas outras variações são de pequenas partículas gregas, muitas das quais não são traduzíveis para o inglês de qualquer maneira. Quando todas as variações de qualquer significado foram reduzidas ao mínimo para o qual é possível reduzi-las por um estudo cuidadoso dos manuscritos, não resta uma única variação que afete qualquer doutrina mantida pelas igrejas evangélicas.

Pergunta: Outro argumento comum: outras religiões e filosofias além do cristianismo também têm livros que consideram autoritativos. Como a Bíblia é diferente daquelas?

É bastante elegante em alguns lugares comparar os ensinamentos da Bíblia com os ensinamentos de Zoroastro e Buda, e Confúcio, e Epicteto e Sócrates, e Marco Aurélio Antonino, e vários outros autores pagãos.A diferença entre os ensinamentos da Bíblia e aqueles desses homens é encontrada em três pontos:

  1. Primeiro, a Bíblia não contém nada além da verdade, enquanto todos os outros têm a verdade misturada com o erro. É verdade que Sócrates ensinou como um filósofo deveria morrer; ele também ensinou como uma mulher da cidade deveria conduzir seus negócios. Jóias existem nos ensinamentos desses homens, mas (como Joseph Cook disse uma vez) elas são “joias colhidas na lama”.
  2. Em segundo lugar, a Bíblia contém toda a verdade. Não existe uma verdade em nenhum lugar sobre assuntos morais ou espirituais que você não possa encontrar em substância dentro das capas daquele antigo Livro. Muitas vezes, ao falar sobre esse assunto, pedi a alguém que me trouxesse uma única verdade sobre assuntos morais ou espirituais, que, após reflexão, não consegui encontrar nas capas deste livro, e ninguém jamais conseguiu fazê-lo. . Eu me esforcei para comparar alguns dos melhores ensinamentos dos infiéis com os da Bíblia. Eles realmente têm jóias de pensamento, mas eles são, quer eles saibam ou não, roubam jóias e são roubados do próprio livro que eles ridicularizam.
  3. O terceiro ponto de superioridade é o seguinte: a Bíblia contém mais verdade do que todos os outros livros juntos. Reunir de toda a literatura dos tempos antigos e modernos todos os belos pensamentos que você pode; guarde todo o lixo; coloque todas essas verdades que você selecionou da literatura de todas as eras em um livro e, como resultado, você não terá um livro que ocupará o lugar deste livro.

Este não é um livro grande. Tenho na mão uma cópia que carrego no bolso do colete e, no entanto, neste pequeno livro há mais verdade do que em todos os livros que o homem produziu em todas as eras de sua história. Como você vai explicar isso? Existe apenas um caminho racional. Este não é o livro do homem, mas o livro de Deus.

Pergunta: O que você diria aos cristãos que acreditam que a Bíblia contém erros?

A Bíblia é tão clara que é cristal em seus ensinamentos e afirmações sobre si mesma.Ou essas afirmações são verdadeiras, ou a Bíblia é a maior fraude em toda a literatura da raça humana. A posição mantida por muitos hoje – que a Bíblia é um bom livro, talvez o melhor livro do mundo, mas ao mesmo tempo repleta de erros que devem ser corrigidos pela sabedoria mais elevada de nossos dias – é absolutamente ilógica e absolutamente ridículo. Se a Bíblia não é o que afirma ser, é uma fraude – uma fraude ultrajante.

Pergunta: E quanto à teoria de que Deus inspirou apenas os pensamentos, não as palavras da Escritura?

A teoria é absurda em si mesma.A única maneira pela qual o pensamento pode ser transmitido de uma mente para outra – da mente de um homem para a mente de outro homem, ou da mente de Deus para a mente do homem – é por palavras; portanto, se as palavras são imperfeitas, o pensamento expresso por essas palavras também é imperfeito. A teoria é um absurdo em sua própria superfície, e é difícil ver como homens inteligentes poderiam ter se enganado em acreditar em uma teoria tão completamente ilógica. Se as palavras não são inspiradas, a Bíblia não é inspirada. Não nos enganemos; vamos encarar os fatos.

Pergunta: Então você acredita que a Bíblia é exata no que ensina? O que você diz para as pessoas que acreditam que a Bíblia é imprecisa?

A Bíblia é o único livro que sempre diz tudo o que significa dizer e nunca diz nada mais do que significa dizer. Quanto mais rigidamente se examina a Bíblia e quanto mais ela a estuda, mais ela ficará cheia de admiração pela precisão com que expressa a verdade. Não há uma palavra a mais e nem uma palavra a menos. É a testemunha modelo: ela diz “a verdade, toda a verdade e nada mais que a verdade”. Uma parte muito grande das dificuldades do homem com a Bíblia vem de não notar exatamente o que ela diz. Vez após vez, homens vieram até mim e disseram: “não posso acreditar nisso, o que a Bíblia diz”, e depois citaram algo que supunham que a Bíblia dizia. Mas eu repliquei: “A Bíblia não diz isso”, e quando a examinamos, é uma modificação minuciosa do que a Bíblia realmente diz que deu origem à dificuldade. A Bíblia é sempre tão absolutamente exata que descobri que a melhor solução para muitas dificuldades aparentes na Bíblia é tomar os versos difíceis exatamente como eles leem.

Pergunta: E essas dificuldades que você mencionou?

Não se assuste quando encontrar uma dificuldade, não importa quão incontestável ou insuperável ela pareça à primeira vista.Milhares de homens encontraram exatamente essas dificuldades antes de você nascer . Eles foram vistos centenas de anos atrás, e ainda o antigo Livro permanece. A Bíblia que permaneceu dezoito séculos de exame rígido, e também de assalto incessante e terrível, não deve cair antes de suas descobertas ou antes das descargas de quaisquer armas críticas modernas. Para quem está familiarizado com a história dos ataques críticos à Bíblia, a confiança daqueles modernos críticos destrutivos que pensam que vão aniquilar a Bíblia, é simplesmente divertida.

Pergunta: Que estudo você recomendaria a alguém que não aceita a Bíblia como a Palavra de Deus?

Existe um livro inspirado em evidências cristãs, e vale a pena todas as bibliotecas já escritas sobre este assunto.Volte para João 20:31: “Mas estes estão escritos para que creiais que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus; e para que, crendo, tenhais vida em seu nome. ”O Evangelho de João é um livro inspirado sobre evidências cristãs. O que, então, faremos conosco se formos céticos? O que faremos com os outros? Primeiro, descubra se sua vontade é entregue ou não. “Se alguém quisesse fazer a vontade de Deus, saberia do ensino, fosse de Deus ou se falasse por mim mesmo” (João 7:17 RV). Depois que o testamento for entregue, basta dizer: “Leve este livro e leia-o com atenção e honestidade e volte e me conte o resultado”. O resultado é absolutamente certo.

Não há homem, agnóstico, infiel ou o que lhe agrada, cuja vontade se entrega à verdade, que tomará este Livro de Deus e lhe pedirá que lhe dê luz, que não sairá acreditando que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus. Eu tentei isso com não sei quantos homens e mulheres, e nunca houve uma exceção à regra estabelecida por Cristo. Sempre saiu da mesma maneira.

Pergunta: Qual será o resultado do Código Da Vinci e outros ataques atuais à Bíblia? A Bíblia está em perigo? Se não, por que deveríamos nos preocupar?

A Bíblia não está em perigo. No que diz respeito à Bíblia, todos esses ataques de diferentes fontes sobre a Bíblia fazem apenas o bem; Eles colocam as pessoas para pensar sobre a Bíblia, fazem os pregadores pregar sobre a Bíblia, servem para ilustrar a verdade invencível e poder da Bíblia, mostrando a facilidade com que tais ataques ferozes sobre ele são repelidos. Mas enquanto a própria Bíblia não está em perigo, aqueles que desabafam sobre ela estão em perigo. Não é pecado pequeno ridicularizar a Palavra de um Deus todo santo e todo-poderoso. Há outros que também estão em perigo, aqueles que ouvem a fascinante eloquência de incrédulos talentosos e permitem que eles os acalmem em uma vida de pecado, eles estão em perigo. Homens, e especialmente homens jovens, suas consciências uma vez lhe incomodavam, e você estava pensando em abandonar sua estupidez, mas se permitiu ser cegado pela voz de um brilhante agnóstico, e agora está prestes a atropelar a Palavra de Deus. e o Cristo de Deus. 

Não se deixe enganar, essas vozes que falam com você não são as vozes da verdade, mas as vozes da falsidade, infame, covarde, falsidade destruidora da alma. Ouvir essas vozes significa arruinar a ruína eterna. Não ouça tais vozes; ouça a voz de Deus que fala a você no maravilhoso amor deste Livro e diz: “Deixe o ímpio o seu caminho, e o homem maligno, os seus pensamentos; e se converta ao Senhor, que se compadecerá dele, e para o nosso Deus, pois Ele irá abundantemente perdoar. ”Sim, e há outra classe em perigo. Todos aqueles que não aceitam a Jesus Cristo estão em perigo. Este Livro não está em perigo, cada afirmação dele permanecerá, e este Livro declara em João 3:36, “Aquele que crê no Filho tem a vida eterna: e aquele que não crê no Filho não verá a vida, mas a ira de Deus permanece nele. ”É verdade, e se você não crer em Cristo, se você não abandonar rapidamente sua incredulidade e confiar Nele, você deve perecer.


Fonte:  httpssss://freewebs.com/ratorrey – Ver também: Arquivo RA Torrey , Hino “ Abençoa Jeová ” ao texto de Torrey. Originalmente publicado em maio de 2006 . Eu coloquei isso junto quando O Código Da Vinci e suas observações sobre a autoridade da Bíblia foram o tema mais quente da conversa. Com a publicação do novo livro de Dan Brown, e com poucos sinais de conceitos errôneos sobre a morte da Bíblia, achei que valia a pena reviver. Não tenho certeza se comecei uma tendência, mas vi um artigo recente fazendo a mesma coisa com os escritos de GK Chesterton .


REFERÊNCIAS:

[1] Sermão, Algumas Razões pelas quais Creio que a Bíblia é a Palavra de Deus

[2] Sermão, Como Ser Inexpressivelmente Feliz

[3] A voz de Deus na hora presente , p. 2

[4] A voz de Deus na hora presente , p. 3

[5] Oração e Fé, pp. 359-60

[6] Sermão, dez razões pelas quais eu acredito que a Bíblia é a Palavra de Deus

[7] Oração e Fé , p. 346

[8] Oração e Fé , p. 384

[9] A voz de Deus na hora presente , pp. 11-12

[10] Erros e alegadas contradições na Bíblia , pp. 26-27

[11] Como obter a plenitude do poder , p. 13

[12] A voz de Deus na hora presente , p. 31