Ilustrações

Um burro num poço

Um dia, o burro de um camponês caiu num poço. Não chegou a se ferir, mas não podia sair dali por conta própria. Por isso o animal chorou fortemente durante horas, enquanto o camponês pensava no que fazer. Finalmente, o camponês tomou uma decisão cruel: concluiu que já que o burro estava muito velho e que o poço estava mesmo seco, precisaria ser tapado de alguma forma. Portanto, não valia a pena se esforçar para tirar o burro de dentro do poço. Ao contrário, chamou seus vizinhos para ajudá-lo a enterrar vivo o burro. Cada um deles pegou uma pá e começou a jogar terra dentro do poço.

 

O burro não tardou a se dar conta do que estavam fazendo com ele e chorou desesperadamente. Porém, para surpresa de todos, o burro aquietou-se depois de umas quantas pás de terra que levou.

O camponês finalmente olhou para o fundo do poço e se surpreendeu com o que viu. A cada pá de terra que caía sobre suas costas o burro a sacudia, dando um passo sobre esta mesma terra que caía ao chão. Assim, em pouco tempo, todos viram como o burro conseguiu chegar até a boca do poço, passar por cima da borda e sair dali trotando.

A vida vai lhe jogar muita terra nas costas. Principalmente se já estiver dentro de um poço. O segredo para sair do poço é sacudir a terra que se leva nas costas e dar um passo sobre ela. Cada um de nossos problemas é um degrau que nos conduz para cima. Podemos sair dos mais profundos buracos se não nos dermos por vencidos. Use a terra que lhe jogam para seguir adiante! 

Recorde-se das 5 regras para ser feliz: 

  1. Liberte o seu coração do ódio. 
  2. Liberte a sua mente das preocupações. 
  3. Simplifique a sua vida. 
  4. Dê mais e espere menos. 
  5. Ame-se mais e…aceite a terra que lhe jogam. Ela pode ser a solução, não o problema.

Autor desconhecido

A compaixão transforma o amor em ação

Emmett Till era um adolescente negro de Chicago, EUA, quando o Sul dos EUA ainda era muito segregado. Em 1955 ao visitar seus parentes no Mississipi e ter “ousado” falar com uma mulher branca, dois homens brancos brutalmente, o assassinaram. Um tribunal composto totalmente de homens de cor branca declarou os dois “inocentes” — após deliberarem apenas por uma hora. Mais tarde os acusados confessaram o crime num artigo da revista Life.

Seguindo o veredito, a mãe de Emmett disse: “Dois meses atrás eu possuía um bom apartamento, um bom emprego, e um filho. Quando alguma coisa acontecia aos Negros no Sul, dizia: ‘É problema deles, não meu.’ Agora sei como estava errada. O assassinato do meu filho me mostrou que o que acontece a qualquer um de nós, em qualquer parte do mundo, é melhor que seja problema de todos nós.”

Levítico 19:18 nos ensina a fazer da preocupação de outra pessoa a nossa própria. Jesus diz: “Amarás o teu próximo como a ti mesmo”. Nos mostra a não ter limitações em amar os que estão ao nosso redor (Mateus 22:39; Lucas 10:25-37). Nosso próximo não quer dizer somente alguém perto; é qualquer um em necessidade. Devemos cuidar dos outros, como cuidamos de nós mesmos.

Amar nosso próximo significa tornar nossa a perseguição, o sofrimento e a injustiça de outras pessoas como nós. É responsabilidade de todos que seguem a Cristo. – extraido de: httpssss://ministeriosrbc.org/2010/01/18/e-meu-problema-sim/

Hiroo Onoda: um exemplo de perseverança e fidelidade

Hiroo Onoda, passou mais de 29 anos escondido nas matas de Lubang (Filipinas) e foi último soldado japonês a se render após o fim da Segunda Guerra Mundial, morreu em 16/01/2014 em Tóquio, aos 91 anos. Em sua morte, foi elogiado pelo governo japonês pelo seu forte desejo de viver.

Onoda era oficial numa unidade de inteligência do Exército Imperial Japonês, era um comando de elite durante a Segunda Guerra Mundial e foi enviado à Ilha de Lubang nas Filipinas em 1944 para conseguir informações de inteligência. Treinado em operações clandestinas, sua missão era infiltrar-se por trás das linhas inimigas, realizar vigilância e sobreviver independentemente até receber novas ordens. Ele fez exatamente isso pelos próximos 30 anos. Muito após a rendição japonesa em 1945, ele continuou a servir seu país na selva, convencido que a Guerra do Grande Leste Asiático ainda acontecia.

Durante anos, foram jogados panfletos de aviões e realizados outros esforços sem sucesso para convencê-lo de que o exército imperial havia sido derrotado. Onoda foi o penúltimo de muitos dos chamados “holdouts” repartidos por vários países do sudeste da Ásia, homens que simbolizavam a assombrosa e absoluta perseverança de quem foi chamado a lutar por seu imperador.

Suas inacreditáveis aventuras em Lubang são detalhadas no livro “Sem rendição: minha guerra de trinta anos“, que narra uma epopeia, da qual o autor é o protagonista. O trabalho cobre um evento que foi objeto de atenções em todo o mundo diante da inusitada experiência vivida pelo tenente Onoda, a qual foi muito pouco documentada. O autor narra suas memórias dos trinta anos em que permaneceu internado nas selvas das Filipinas. Fora treinado como oficial de inteligência no curso de comando Futamata da Nakano School. Em dezembro de 1944, foi enviado à ilha Lubang nas Filipinas. Sua missão, descrita em nota do major Yoshimi Taniguchi, seu superior imediato, era manter-se vivo e preparar a resistência. “Isso pode levar três anos, pode levar cinco; mas, aconteça o que acontecer, nós vamos voltar até você”. Recebeu ordem para fazer qualquer coisa a seu alcance a fim de dificultar ataques do inimigo à ilha, inclusive destruir o campo de pouso e o cais no porto. Suas ordens também expressavam que, sob nenhuma circunstância, deveria se render ou suicidar. Estava no local quando a ilha foi recuperada pelos aliados em fevereiro de 1945, ao final da guerra. A maioria dos militares japoneses morreu, suicidando-se ou em combate, ou foi capturada por forças americanas. Onoda e outros homens; entretanto, esconderam-se na selva densa das montanhas da ilha.

Ele viveu principalmente comendo bananas e mangas, esquivando-se de equipes japonesas de busca e da polícia filipina, que ele pensava serem todos espiões. Em março de 1974, aos 52 anos, um japonês colega de infância conseguiu fazer contato com Onoda, que mesmo assim não acreditou e foi necessário que antigo superior, major Taniguchi, fosse à ilha com instruções e ordens que o liberavam de seus deveres militares. Após um breve retorno ao Japão, ele mudou-se para o Brasil e tornou-se um bem-sucedido pecuarista. Voltou ao Japão na década de 1980 e criou a Escola Natural Onoda, com o objetivo de ensinar as crianças os valores da vida. Leia alguns pensamentos de Onoda, que o influenciaram a organizar a escola:

Se você tem um peso nas costas, alguém precisa tirá-lo de você. Precisamos de amigos. O sentimento de pertencer nasce com a família e mais tarde inclui amigos, vizinhos, comunidade e país. É por isso que a ideia de uma nação é tão importante.

É melhor nunca acordar de alguns sonhos. Em Lubang, eu acreditava estar defendendo o Japão ao transformar a ilha numa fortaleza, da melhor forma que eu podia, com meus dois camaradas, Shimada e Kozuka. Quando os dois morreram, eu continuei minha missão sozinho. Quando a Segunda Guerra Mundial terminou para mim em 1974, meu passado todo parecia um sonho.

As pessoas não podem viver completamente sozinhas. Se você tem dúvidas sobre isso, apenas imagine estar completamente só. Poderia encontrar toda a comida, fazer uma fogueira, costurar suas roupas e tomar conta de si mesmo quando estiver doente ou machucado? Conseguiria sozinho?

Deve-se ter sempre em mente o dever cívico. Todos os minutos de cada dia, por 30 anos, eu servi meu país. Nunca cogitei se isso era bom ou ruim para mim como indivíduo.

A história é escrita pelos vencedores. Desde o fim da Segunda Guerra Mundial, a história japonesa ensinada em nossas escolas foi baseada num programa norte-americano para promover a culpa de guerra e a propaganda esquerdista. Eu não culpo os Estados Unidos por isso. Eles queriam enfraquecer o Japão, e sua missão está cumprida; japoneses educados após o fim da guerra não têm qualquer confiança em sua cultura ou em si mesmos.

O Japão foi forçado a participar da Segunda Guerra. As potências ABCD (América, Grã-Bretanha, China e Índias Orientais Holandesas), impuseram sansões tão fortes contra o Japão que não tínhamos como importar óleo, aço ou nada. Iríamos morrer ou ser invadidos e escravizados.

Os líderes políticos japoneses eram sábios no passado. Todas as nações asiáticas exceto a Tailândia e o Japão foram colonizadas. No nosso caso, o xogunato Tokugawa fez uma transição tranquila para o primeiro governo Meiji, para salvar-nos da colonização.

Após ter queimado a língua em sopa quente, você sopra até sushi frio. É dessa forma que o governo se japonês agora se comporta para com os EUA e outras nações. Somos tão cuidadosos e deixamos os outros devorar tanto; mas mesmo assim eles sempre querem algo mais do Japão.

Sem um grande choque, os dormentes e ignorantes japoneses nunca irão acordar. A situação hoje é similar àquela que de 1853, quando os navios negros do Comodoro Perry chegaram. A menos que os mísseis Nodong e Taepodong voem sobre nossas cabeças, não faremos nada para nos defender.

Pais devem criar crianças mais independentes. Quando eu vivia no Brasil na década de 1980, eu li que um japonês de 19 anos matou seu pais após ser reprovado no vestibular. Eu fiquei pasmo. Por que ele tinha matado os pais ao invés de sair de casa? Eu acho que ele não tinha confiança o suficiente. Eu acho que esse é um sinal de que os japoneses estão ficando muito fracos. Eu resolvi voltar para o Japão e estabelecer uma escola para dar mais poder às crianças.

Homens nunca devem desistir. Eu nunca desisti. Odiaria perder.

Homens nunca devem competir com mulheres. Se competirem, os homens sempre perderão. É porque as mulheres têm muito mais perseverança. Minha mãe me disse isso, e ela estava certa.

Nunca reclame. Quando eu reclamei, minha mãe disse que se eu não gostava da minha vida, que desistisse e morresse. Ela me lembrou que quando eu estava em seu ventre, eu disse a ela que queria nascer, e então ela me deu a luz, me amamentou e trocou minhas fraldas. Ela disse que eu tinha que ser corajoso.

Pais devem se lembrar que eles devem morrer antes dos filhos. Ninguém irá ajudá-los depois disso, então o maior presente que os pais podem dar aos filhos é a independência.

A vida não é justa e as pessoas não são iguais. Algumas pessoas comem melhor do que outras. Em nossa escola, as crianças participam de jogos de sobrevivência. Por exemplo, eles devem preparar seu próprio jantar com os ingredientes que encontrarem. Trocas são permitidas, mas mesmo assim algumas crianças fazem um banquete em comparação com outras.

Nós, cristãos, podemos aprender com exemplos de homens como o oficial Onoda. Não devemos esmorecer e nem nos rendermos ao inimigo de nossas almas até que o nosso comandante supremo, Jesus Cristo, nos chame para sua glória. Estamos alistados no exército do Deus vivo e a luta, aqui na terra, só termina quando soar o clarim.


 Fonte: São Paulo Shimbun, g1.com.br e outros sites

Lança seu pão sobre as águas

Bem aventurados vós os que semeais junto a todas as águas. Isaías 32.20 –  No dia 7 de Maio de 1946, Roger Simms, que acabara de dar baixa do exército americano, estava a pedir carona para voltar para casa quando um comerciante que conduzia um Cadillac novo parou e lhe ofereceu carona. – Vai para Chicago? – perguntou o motorista. – Até lá, não – respondeu Simms, enquanto entrava no carro. – O senhor mora em Chicago? Sim, o meu nome é Hanover e sou comerciante em Chicago.

Enquanto viajavam, Roger, um cristão, sentiu o desejo de fazer um contao evangelístico com o seu benfeitor, mas deixou para mais tarde. Finalmente, a 30 minutos do seu destino, não conseguiu mais resistir ao impulso e disse: – Sr. Hanover, eu gostaria de lhe dizer algo muito importante. – E apresentou ao seu novo amigo, de modo discreto e atraente, a necessidade de uma entrega a Cristo. Concluiu com um apelo para que o Sr. Hanover recebesse Cristo como seu Salvador e Senhor. O Sr. Hanover, que falou pouco durante o testemunho de Roger, conduziu o carro até à Berma e parou. E ali, naquele momento, entregou a vida a Cristo. – Isto foi a coisa mais maravilhosa que me podia ter acontecido – disse ele, com lágrimas nos olhos. Poucos quilômetros adiante, o Sr. Hanover deixou Roger no seu destino.

Passaram cinco anos. Certo dia, Roger decidiu visitar o homem que lhe tinha dado boleia. Dirigindo-se à Empresa Hanover, disse que queria ver o proprietário. Em lugar dele, apareceu a Sra. Hanover. Quando Roger lhe pediu notícias do marido, soube que o Sr. Hanover tinha morrido num acidente de automóvel a poucos quilômetros de casa, no mesmo dia em que Roger o tinha conduzido a Cristo.

Durante anos a Sra. Hanover tinha orado pela conversão do marido. Que conforto foi, para ela, saber que ele tinha aceitado Cristo antes de morrer! Um cristão deve estar sempre pronto a testemunhar de Jesus. “Prega a palavra“, diz Paulo, “Insta, quer seja oportuno, quer não.” 2 Timóteo 4:2. Hoje, quando sair para o trabalho e encontrar pessoas, permita que o Espírito Santo lhe mostre maneiras de dar testemunho cativante em favor de Cristo.

Futuro

Olhar para o amanhã faz você se libertar do ontem

Desistir de sua tristeza é a chave para encontrar seu caminho

Viver para o momento é uma maneira de crescer.

A vida é como você faz

 

Se tiveres um sonho, agarre-o, faça-o tornar realidade

Não é difícil, se você acreditar em si mesmo

É a sua canção – cante-a

Se for a sua luz, faça-a brilhar

Pois, tenha a certeza,

Que não passarás pelo mesmo caminho da vida novamente.

 

Porque devo usar ilustrações nas minhas palestras?

A FUNÇÃO DAS ILUSTRAÇÕES

Muitos preletores, pregadores e palestrantes acreditam que uma ilustração para ser boa deve ser uma bela e inesquecível história. É evidente que uma história inesquecível é de grande valor, porém, toda ilustração que cumpre a sua FUNÇÃO é boa. É preciso, então, entender que a função das Ilustrações é:

TORNAR CLARO O ASSUNTO MEDIANTE EXEMPLOS.

Ilustrar é dar exemplos.
Ilustrar é comparar.

Quando o preletor compara o que ele está explicando com algo que o ouvinte já conhece, na verdade, ele está ilustrando a sua fala. O ser humano aprende por meio de associação e comparação.

Por mais simples que seja a comparação, ela sempre traz benefícios: Dão clareza e vida à mensagem, tornam este mensagem interessante, dão ênfase à verdade e concedem uma pausa à mente dos ouvintes (aumentando sua atenção).

Imagine, por exemplo, que você está tentando explicar para os índios de uma tribo recém contatada, que nunca saiu de sua aldeia, o que é e como funciona o telefone celular que você acabou de usar. Como lhes explicar a emissão, a captação e a conversão de sinais tão especializados? Ou, então, os satélites colocados pela humanidade ao redor da Terra?

Então, você olha ao redor e procura algo próprio da cultura deles que possa ajudá-lo a lhes explicar o assunto.

Você decide que o melhor jeito é fazer uma comparação:
O telefone celular é um tipo de comunicação semelhante aos sinais de fumaça ou aos tambores utilizados por vocês, com a diferença de que, ao invés de enviar sinais de fumaça ou o som dos tambores, este aparelho envia e recebe a voz humana.

Você não explicou o que é um telefone celular (exatamente), mas, sem dúvida alguma, conseguiu fazê-los entender como ele funciona e para que serve. E fez isto comparando o telefone com algo da cultura indígena (os sinais de fumaça ou os tambores).

Tamanho GG

Uma moça fazia serviços voluntários em um brechó de um hospital. Certo dia entrou na loja uma senhora obesa. A moça conhecia bem o estoque daquele dia e sabia que não tinha nada para o tamanho dela.

Ficou muito apreensiva e constrangida com aquela situação, vendo a senhora percorrer as araras em busca de algo que a jovem sabia que ela não encontraria.

Cheia de empatia, ficou pensando num jeito de fazer com que ela não se sentisse mal, excluída, humilhada. Então, elevou seus pensamentos a Deus e lhe pediu sabedoria para conduzir a situação.

Logo a seguir a mulher se dirigiu à jovem atendente e disse, com tristeza:
– “É, não tem nada grande, não é?”.

E a jovem, que até aquele momento não sabia o que dizer, simplesmente abriu os braços de uma ponta a outra e lhe respondeu: 
– “Quem disse que não? Claro que tem! Olha só o tamanho desse abraço!”.

E a abraçou com muito carinho. A mulher então se entregou àquele abraço acolhedor e deixou-se tomar pelas lágrimas:
– “Há quanto tempo que ninguém me dava um abraço tão gostoso como esse. Não encontrei o que vim buscar, mas encontrei muito mais do que procurava”.

“E, se algum de vós tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente, e o não lança em rosto, e ser-lhe-á dada. Peça-a, porém, com fé, em nada duvidando; porque o que duvida é semelhante à onda do mar, que é levada pelo vento, e lançada de uma para outra parte. Não pense tal homem que receberá do Senhor alguma coisa” –  Tiago 1.5-7.

Quando nos preocupamos com o próximo, Deus sempre nos dá uma dose extra de sabedoria.


Autor desconhecido (se souber o autor ou a fonte, avise-nos, por favor)

O bambu chinês

Depois de plantada a semente deste incrível arbusto, não se vê nada por aproximadamente 5 anos, exceto um lento desabrochar de um diminuto broto a partir do bulbo. Durante 5 anos, todo o crescimento é subterrâneo, invisível a olho nu, mas… uma maciça e fibrosa estrutura de raiz que se estende vertical e horizontalmente pela terra está sendo construída. Então, no final do 5º ano, o bambu chinês cresce até atingir a altura de 25 metros.

 


Sobre o Bambu, Stephen Covey escreveu: ”Muitas coisas na vida pessoal e profissional são iguais ao bambu chinês. Você trabalha, investe tempo, esforço, faz tudo o que pode para nutrir seu crescimento, e às vezes não vê nada por semanas, meses ou anos. Mas se tiver paciência para continuar trabalhando, persistindo e nutrindo, o seu 5.º ano chegará…, e com ele virão um crescimento e mudanças que você jamais esperava… “

 


O bambu chinês nos ensina que não devemos facilmente desistir de nossos projetos e de nossos sonhos… Em nosso trabalho, especialmente, que é um projeto fabuloso que envolve mudanças de comportamento, de pensamento, de cultura e de sensibilização, devemos sempre lembrar do bambu chinês para não desistirmos facilmente diante das dificuldades que surgirão. Procure cultivar sempre dois bons hábitos em sua vida: a Persistência e a Paciência, pois você merece alcançar todos os seus sonhos!!! É preciso muita fibra para chegar às alturas e, ao mesmo tempo, muita flexibilidade para se curvar ao chão e não se deixar quebrar.

 

Quando Deus manda…

Certo dia, ouvindo uma programação de Rádio Evangélica, ouvi este testemunho: uma senhora ligou para a rádio, pedindo oração porque estava passando por um momento muito difícil financeiramente e, ali através daquela oportunidade, fez um apelo para os ouvintes:

_ “Eu estou passando por uma grande prova: o desemprego bateu à minha porta, tenho filhos pequenos, meu esposo está fazendo apenas alguns serviços extras, porém arenda não é suficiente. Se algum irmão puder me ajudar com algum alimento eu ficarei muito grata. Aquilo que DEUS tocar em seu coração eu agradeço e será de grande ajuda”. E ali ela aproveitou e falou o seu endereço….

Porém, no momento deste apelo, um homem adepto de uma seita de magia negra estava ouvindo a programação e disse: -“É hoje que acabo com esta raça de cristãos, ah, é hoje…” Então o líder da seita se dirigiu ao mercado e fez “aquela” compra… de tudo ele comprou e ainda comprou em dobro. Chegou em casa e dissa a duas pessoas que trabalham para ela:

-“Vão até a casa desta senhora, entreguem esta compra e quando ela perguntar quem mandou, vocês digam a ela que foi o diabo. O diabo quem está enviando a compra”. E assim seguiram os dois homens até a casa desta senhora. Bateram palmas e ela com toda a humildade atendeu, e eles disseram: -“Viemos trazer esta compra para a senhora!”

E ela disse: -“Entrem, por favor, vão colocando aqui…” Descarregaram tudo e a senhora disse: -“Que Deus abençoe, muito obrigado mesmo..” E aqueles homens pararam, olharam um para o outro e sussurraram: -“Ela não vai perguntar quem mandou a compra?”. E o outro respondeu: -“Não sei… é estranho né?” Então aquele homem com todo o seu atrevimento perguntou à senhora: -“Hei, você não vai perguntar quem mandou esta compra não?”

E a senhora, com toda a sabedoria respondeu: -“Eu não! Quando o meu Deus manda, até o diabo obedece!”