Liderança

Como identificar talentos na sua equipe

A matriz 9 BOX é uma ferramenta muito útil para quem trabalha com gestão de talentos, seja para identificar e formar líderes ou planejar sucessões dentro de uma organização. Desenvolvida por McKinsey e aperfeiçoada pela Companhia General Electric no final da década de 1960, essa metodologia de análise é bastante usada quando o assunto é desenvolvimento e crescimento dos recursos humanos nas organizações. …

Aprenda com Gideão

Gideão é um personagem interessante na Bíblia. Embora tenha passado a maior parte da sua vida sem exercer a liderança, quando foi necessário, assumiu e fez acontecer. teve erros e acertos. Por isso, a vida deste personagem nos ensina. Gideão foi juiz em Israel, numa ocasião especialmente conturbada. A época dos Juízes, coincidiu com um período de frouxidão moral e relativismo religioso que contaminou toda a nação.

 

A nação israelita vivia um caos moral e espiritual, tendo experimentado nove períodos apostasia e cinco guerras civis, que juntos marcaram a alma do povo. E, desse estado intermitente de anormalidade, resultava sempre uma geração indefinida que precisava de um líder resoluto. Um dos significados secundários do nome Gideão é “guerreiro”. Mas o Anjo do Senhor o encontrou amedrontado e escondido dos inimigos midianitas, enquanto limpava o trigo no lagar (que era específico para pisar uvas); e, numa aparente contradição que só Deus é capaz de subverter, o encarrega de libertar o Seu povo. Considere quatro aspectos da vida de Gideão, que certamente servirão de norteadores para nós, hoje, de modo que possamos aprender com as 14 preciosas lições espirituais inerentes às mesmas.

I. O CHAMADO. “Então, o Anjo do Senhor lhe apareceu e lhe disse: O Senhor é contigo, homem valente” (Jz 6.11,12). Pelo contexto da história, não pareceria realista afirmar que o Senhor estava com Gideão, tampouco que ele era um guerreiro “valente”. Disso, aprendemos três lições de como Deus nos trata, a despeito das nossas circunstâncias:

1ª lição: Deus enxerga a nossa realidade de um modo diferente do que a vemos, “porque o Senhor não vê como vê o homem” (1Sm 16.7).

2ª lição: Deus nos observa e está conosco, embora as circunstâncias pareçam dizer o contrário; os Seus olhos estão atentos aos fiéis da terra, que têm “recebido do Senhor a misericórdia de ser fiel” (Sl 101.6; 1Co 7.25).

3ª lição: Deus conhece o nosso potencial, mesmo que não saibamos ainda que o possuímos. Eles nos escolheu quando ninguém teria motivos para fazê-lo (Sl 139.16).

II. A CONFIRMAÇÃO. De medroso, Gideão passa ao status de libertador (Jz 8.28). Ele se habilita a aprender três preciosas lições, que toda pessoa que pretende andar com Deus também precisa saber:

4ª lição: Sem Deus, os obstáculos são intransponíveis; porém, quando Deus entra em cena, transforma não somente a sua vida, mas também todo o seu contexto. Ele aprende que é a presença de Deus que faz toda a diferença!

 

5ª lição: Enquanto o mundo cultua o poder e a força, Deus usa os fracos para aniquilar os fortes, porque o Seu poder se aperfeiçoa na fraqueza (1Co 1.26-29; 2Co 12.9). A dependência de Deus com humildade e confiança é a base da nossa vitória, não o contrário.

6ª lição: A autoridade de Gideão no trato com o grupo despreparado que liderava dependia da sua fidelidade a Deus e da clareza com que transmitia ao povo as orientações recebidas Dele, não de acordos de conveniência ou alianças de governabilidade. O pouco com Deus, principalmente nesse caso, é tudo!

7ª lição: “Mudou dentro, mudou fora”. Deus não tenta mudar as circunstâncias primeiramente; antes, Ele instila confiança interior em Gideão, mudando o seu coração de tímido para audaz; de pensar pequeno como um perdedor para um líder que só via as grandes vitórias em sua frente; de um homem fraco que se escondia sob o manto do medo, em um líder resoluto que inspirava multidão de guerreiros para lutarem contra o poderoso inimigo que os oprimia há décadas.

III. LIÇÕES VITAIS. O modo como alguém vive a vida que Deus lhe deu é o substrato que o próprio Deus utiliza para trabalhar na vida dessa pessoa. Uma minoria segue em frente e permanece fiel a Deus. Uma maioria, ao contrário, faz da inação caprichosa e da murmuração desairosa o corolário da sua vida. Portanto, precisamos pinçar quatro preciosas lições vitais da vida de Gideão:

8ª lição: Gideão estava trabalhando quando Deus o chamou (Jz 6.11). Isto porque Deus não chama ociosos para trabalharem na Sua Seara. Simples assim! Preguiçosos ou medíocres serão descartados por Deus (Ap 3.16).

9ª lição: Quando decidimos erigir um altar para Deus, temos de assumir o compromisso de derrubar todos os outros altares de “deuses-que-não-são” (por exemplo: poder, sexo, dinheiro, religião, família, trabalho etc.). Antes de tudo, Gideão “edificou um altar ao Senhor”, adorando-o como único Deus de sua vida (Jz 6.22-25). Saiba, portanto, que Deus não quer ser primeiro na sua vida, nem na  de ninguém, como costumeiramente se ensina; ao contrário, Deus quer ser único e tudo na nossa vida (Mc 12.29,30).

10ª lição: Para Gideão realizar “uma obra para Deus”, foi preciso primeiramente confiar em Deus, que o chamou. Isso, e somente isso, é a base para manter intacta a convicção do chamamento e incólume a certeza da vitória, a despeito das crises e circunstâncias a serem enfrentadas. Para Gideão, limitado na sua teologia e no conhecimento de Deus, sua fé foi provada com a porção de lã colocada na eira (Jz 6.36-40). Comparados com Gideão, nós temos, hoje, muito mais Revelação e maiores condições de enfrentar as batalhas da vida com a confiança de fé no Senhor que nos chamou. Assim, cada líder deve apegar-se à sua certeza de fé para realizar a missão da sua vida, porque “o justo viverá pela sua fé” (Hc 2.4;Gl 3.11).

11ª lição: Temos de cuidar para que o nosso sucesso não seja a porta de trás do nosso fracasso. Depois da campanha vitoriosa, Gideão rejeitou o poder militar e o político, mas sucumbiu ao poder religioso (Jz 8.22-27). A pessoa que alcança o sucesso segundo Deus não é aquela que sucumbe aos argumentos bajuladores da hora, nem a que segue os conselhos e práticas do sindicato da maldade, mas aquele que medita na palavra de Deus e faz do Senhor o Seu Conselheiro fiel (Sl 1.1-3).

IV. MINORIA COM DEUS. Causa estranheza Deus querer que Gideão vença um exército poderoso usando apenas um pequeno grupo, uma minoria insignificante, e ainda por cima composta de gente despreparada e que na semana anterior estava escondida em suas próprias fobias. Que lições tirar desse episódio?

 

12ª lição: O líder jamais deve se impressionar muito com massa ou multidão, como se o número de apoiadores fosse prenúncio de vitória. Deus usa quem Ele quer, quando quer, do jeito que quer, pois a vitória vem Dele somente. Além do mais, Deus não divide a Sua glória com ninguém! (Jz 7.2).

13ª lição: O líder deve evitar o culto à personalidade, assim como o culto ao poder da organização que lidera. São muitos os que sucumbem na avenida do pecado de soberba. Quando são pequenos e sua influência é pouca, buscam a Deus com humildade e reverência. Quando atingem o poder e se tornam influentes, procuram receber a glória e o louvor que só pertencem ao Senhor. E isso se torna, para eles, o início do fim.

14ª lição: O líder deve ter cuidado com a vaidade e o orgulho, evitando cair na tentação de valorizar sua habilidade pessoal acima da dependência de Deus, assim como esquivar-se de exaltar suas técnicas e métodos, sacralizando-os como se fossem divinos. Devemos saber que o nosso desempenho, ou a “obra de nossas mãos”, só pode valer alguma coisa quando abençoado e confirmado por Deus (Sl 90.17). O poder vem de Deus e o nosso sucesso é obra Dele.

Em resumo, essas quatorze preciosas lições da vida de Gideão devem nos servir como balizas na nossa caminhada cristã, de modo que possamos vencer todas as opressões da vida e, ao fim e ao cabo, possamos sair de cada luta pessoas melhores do que éramos quando entramos, tornando-nos, assim, “mais do que vencedores, por meio daquele que nos amou” (Rm 8.37).

Saiba que a única forma de você se tornar mais do que vencedor é sair da luta não somente com a vitória (pois a vitória só o torna um vencedor!), mas também com os despojos da batalha (sendo o maior deles a capacidade de se tornar uma pessoa melhor!). Deus abençoe a sua vida e lhe faça mais do que vencedor!

Onze frases que você deve evitar falar no seu dia-a-dia

Você já ouviu o ditado popular de que “quem fala demais dá bom dia a cavalo/”. Pois é, algumas vezes, falamos a outra pessoa por inocência ou mesmo com o coração, sem perceberemos o quando a mensagem pode ser ouvida de uma forma diferente do que tentamos dizer. Algumas dessas falas podem parecer inofensivas e até positivas, mas de acordo com Travis Bradberry, autor do livro “Emotional Intelligence 2.0“, elas podem marcar definitivamente sua carreira.

Ainda que verdadeiras ou aparentemente inofensivas, há certas falas que devem ser evitadas no seu trabalho. Essa é a premissa fundamental de Travis Bradberry, coautor do livro Inteligência Emocional 2.0 e cofundador da consultoria americana TalentSmart.

“Não importa o quão talentoso você seja, ou o que você conquistou. Existem certas frases que mudam instantaneamente a maneira como as pessoas o veem”, argumenta Bradberry à BBC, dizendo que às vezes uma fala pode prejudicar a carreira profissional de uma só vez.

“O pior é que não há como se retratar”, diz Bradberry. Estas falas vão além de comentários indevidos, piadas impertinentes ou frases politicamente incorretas. O autor identificou essas frases depois de trabalhar com clientes corporativos e testar a inteligência emocional de diversos trabalhadores. “Quando a carreira de uma pessoa está arruinada, muitas vezes você vê essas coisas presentes em suas crenças ou ações.” Mas e então, a inteligência emocional pode ser treinada e os erros, evitados? “Absolutamente. A área do cérebro responsável pela inteligência emocional é altamente flexível e se adapta à mudança”, explica.

“Isso significa que você pode alterar seu cérebro e aumentá-la (a inteligência emocional) com esforço e prática.”

 

Há certas falas que devem ser evitadas no ambiente de trabalho. — Foto: NappyHá certas falas que devem ser evitadas no ambiente de trabalho. — Foto: Nappy

Há certas falas que devem ser evitadas no ambiente de trabalho. — Foto: Nappy

 

Estas são as frases que uma pessoa inteligente não deveria dizer no trabalho, de acordo com Bradberry:

 

1. ‘Não é justo’

 

Todos sabemos que a vida não é justa. Mas verbalizar isso pode fazer parecer que você acha que a vida deveria ser justa – parecendo uma pessoa imatura e ingênua.

É melhor que você se concentre nos fatos, mantenha uma atitude construtiva e deixe suas interpretações fora do ambiente de trabalho.

Você poderia dizer, por exemplo: “Vi que você designou a Paula para aquele projeto no qual eu estava interessado. Você poderia me dizer quais coisas você considerou na sua decisão? Eu gostaria de saber no que eu preciso melhorar”.

 

2. ‘Sempre foi feito assim’

 

As mudanças tecnológicas estão acontecendo tão rapidamente que até mesmo um procedimento existente há apenas seis meses pode se tornar obsoleto. Esta frase faz com que você pareça preguiçoso e resistente a mudanças.

 

3. ‘Sem problema’

 

Quando alguém te agradece ou te pede alguma coisa, não é uma boa ideia dizer “sem problema” – porque isso implica que o pedido feito a você pode ter sido… um problema. Assim, pode parecer que a tarefa tenha sido imposta.

 

4. ‘Talvez seja uma ideia boba… Vou fazer uma pergunta idiota’

 

Essas frases prejudicam sua credibilidade. Mesmo se a continuação da frase for uma ótima ideia, ela mostra uma falta de confiança em si mesmo – podendo levar as pessoas a também perderem a confiança em você.

 

5. ‘Levará apenas cinco minutos’

 

Dizer isso enfraquece suas habilidades e dá a impressão de que você está fazendo as coisas muito rapidamente.

É melhor dizer que não demorará muito.

 

6. ‘Vou tentar’

 

“Tentar” parece incerto e sugere uma falta de confiança na sua capacidade de realizar a tarefa.

 

7. ‘É uma pessoa preguiçosa, incompetente, idiota’

 

Não há necessidade de falar mal dos colegas. Sempre haverá pessoas incompetentes ou desrespeitosas em qualquer trabalho e elas provavelmente serão conhecidas por essas características.

 

Se você não tem a opção de ajudá-los ou de demiti-los, então você não tem nada a ganhar criticando-os em público.

 

8. ‘Isso não está nas atribuições da minha vaga’

Embora algumas vezes seja usada em termos sarcásticos, essa frase faz com que você pareça alguém que quer fazer o mínimo possível para continuar recebendo o salário.

A menos que lhe peçam algo que você considera eticamente inapropriado, se você acha que o pedido vai além de sua responsabilidade, é melhor que você o realize com entusiasmo e depois peça uma reunião com seu chefe para discutir seu papel dentro da empresa e até onde vão as suas funções.

 

9. ‘Não é minha culpa’

Se você tem uma parcela de responsabilidade em algo que deu errado, assuma-a.

Se esse não é o caso, dê uma explicação objetiva e racional sobre o que aconteceu. Atenha-se aos fatos e deixe seu chefe tirar as conclusões.

 

10. ‘Eu não posso’

Ao dizer isso, as pessoas podem interpretar que no fundo você está dizendo “eu não farei”.

Ofereça uma solução alternativa. Em vez de dizer o que você não pode fazer, é melhor destacar o que você pode fazer.

Em vez de dizer “não posso ficar até mais tarde”, é melhor dizer “posso vir de manhã cedo”.

 

11- ‘Eu odeio esse trabalho’

A última coisa que alguém quer ouvir é outra pessoa reclamando porque odeia o trabalho.

Faz você parecer uma pessoa negativa e puxa a moral do grupo. Os chefes sabem que sempre há substitutos possíveis logo ali na esquina.

 

5 Questões importantes para recrutar voluntários na Igreja

Se você esteve envolvido no ministério, é provável que você tenha estado lá – precisando de um voluntário adicional no último minuto e lutando para encontrar alguém da sua confiança para fazer o trabalho. Ou talvez você tenha anunciado a necessidade de voluntários no púlpito e anunciado no boletim, mas ainda assim você tem dificuldade em preencher posições vitais. Incentivar as pessoas de sua igreja a dar um passo à frente e servir pode ser frustrante, mas não tem que ser, de acordo com Todd Adkins, Daniel Im e Eric Geiger, apresentadores do podcast 5 Leadership Questions. Recentemente, Adkins, Im e Geiger divulgaram cinco episódios especificamente relacionados ao recrutamento de voluntários nas igrejas, oferecendo aos líderes da igreja conselhos práticos e respondendo algumas de suas principais perguntas. Aqui estão alguns dos destaques de suas conversas.

PRIMEIRO DE TUDO, O QUE É RECRUTAMENTO?

“Para mim, o recrutamento está convidando as pessoas a participar de uma grande missão”, diz Geiger. “Não é apenas para fazer um trabalho.” Concentre-se nos membros da igreja que ainda não estão particularmente envolvidos, diz ele. Talvez esses membros visitem a igreja duas vezes por mês e façam parte de um pequeno grupo.

“Mas eles não demonstraram sua propriedade da missão da igreja ao unir-se a algum tipo de ministério que lhes permita servir no contexto de sua igreja”, diz Geiger. Geiger, Adkins e Im concordam que a responsabilidade de recrutar voluntários não recai apenas sobre o pastor de uma igreja; é o trabalho de todos.

E recrutar voluntários não significa apenas preencher cargos vagos, eles dizem; é sobre encorajar as pessoas a crescerem na maturidade espiritual, pois elas servem como uma expressão de sua fé. “É ajudar essa pessoa a ser quem Deus criou para ser”, diz Adkins. “O que estamos falando é satisfação aqui, e eu diria que você não pode experimentar satisfação – você não pode experimentar a maturidade espiritual – além de usar seus dons no serviço a Cristo.”

COMO VOCÊ RECRUTA PARA DIFERENTES TIPOS DE POSIÇÕES?

Embora pastores e líderes de igreja devam encorajar a todos em suas congregações a servir, nem todas as posições de voluntariado são iguais. Enquanto alguns são de nível de entrada, outros, como um coordenador ou líder de uma área de ministério, exigem mais responsabilidade. E com posições diferentes, surge a necessidade de recrutar de forma diferente, dizem os anfitriões do podcast.

Adkins, Im e Geiger concordam que os líderes da igreja não devem meramente confiar nos chamados do gado – ou uma ampla e aberta convocação para todos os cargos voluntários no boletim ou durante o tempo do anúncio. Em vez disso, eles sugeriram diferentes estratégias para posições diferentes.

Im, por um lado, diz que o tempo de oferta é uma boa oportunidade para discutir diferentes áreas de ministério e convidar as pessoas para esses cargos de nível de entrada. “Se você precisar de mais professores da escola dominical para o ministério de seus filhos, durante a sua oferenda, antes que o prato de oferendas seja distribuído, ou antes de ter tempo para orar, eleve a visão e conte à sua congregação sobre a mudança de vida que está acontecendo durante ministério de crianças e o que está acontecendo por causa de seu investimento na igreja ”, diz Im.

“E depois diga: ‘Ei, assim como você está investindo financeiramente na vida dessas crianças, você pode investir em suas vidas oferecendo seu tempo.'”Dessa forma, não parece desesperado, mas você ainda está compartilhando a mensagem.”

Para posições com mais responsabilidade, Adkins diz que o cargo deve ser preenchido por alguém que já é voluntário nessa área, seguindo um pipeline de desenvolvimento de liderança . (assista o vídeo abaixo – configure a tradução automática)

QUAIS SÃO ALGUMAS DAS MELHORES MANEIRAS PELAS QUAIS AS IGREJAS PODEM RECRUTAR VOLUNTÁRIOS?

Adkins, Im e Geiger concordam que a melhor maneira de encorajar alguém a ser voluntário é pessoalmente. “Você nunca vai conseguir um resultado melhor do que fazer uma pergunta pessoal”, diz Adkins. Perguntar pessoalmente é ainda mais importante quando se trata de posições que estão mais adiante em uma linha de liderança e exigem mais tempo e responsabilidade, diz Im.

Além de ser relacional, Geiger acrescenta que o recrutamento efetivo requer uma visão, com um líder compartilhando os objetivos e o impacto finais do ministério desde o início. E ele diz que o recrutamento efetivo é claro, com os líderes sendo diretos sobre o comprometimento de tempo, responsabilidades e metas de uma posição.

COMO VOCÊ CRIA UMA CULTURA DE RECRUTAMENTO EM SUA IGREJA?

Se os pastores ou líderes da igreja querem ver altos níveis de voluntariado dentro de suas igrejas ou ministérios, eles devem torná-lo parte da cultura de sua igreja, diz Geiger. “É preciso haver uma cultura de recrutamento de voluntários, onde não é apenas o pastor sênior no palco duas vezes por ano pregando suas vontades tentando recrutar voluntários, mas há uma cultura onde as pessoas na igreja também estão convidando as pessoas para servir”. Geiger diz.

Quando se trata de criar uma certa cultura dentro de uma igreja, Geiger sugere contar histórias. “Se você quer criar cultura, você conta histórias que incorporam os valores que você quer ver na cultura”, diz Geiger. “Se, por exemplo, você quiser que todos na igreja pensem: ‘Ei, eu posso recrutar’, você conta histórias sobre outras pessoas que convidaram pessoas para se juntarem a eles em seus ministérios.”

Os líderes da Igreja também podem resistir e celebrar pessoas que foram fiéis e frutíferas em suas posições, acrescenta Geiger. Antes de tentar mudar uma cultura, no entanto, os líderes devem entender a cultura atual de sua igreja. Geiger diz que eles podem começar a fazer isso prestando atenção às histórias e heróis que atualmente são levantados dentro da igreja.

Então, eles terão uma ideia melhor dos valores e ideias que são valorizados dentro de uma igreja. E, mantendo alguns dos valores positivos de uma igreja, eles podem começar a introduzir alguns valores novos de uma só vez na cultura de uma igreja, como uma maior ênfase no voluntariado e no serviço.

COMO VOCÊ TRAZ VOLUNTÁRIOS PARA UMA EQUIPE?

A etapa final do processo de recrutamento de voluntários é “onboarding”, ou trazer oficialmente um novo voluntário para uma posição. E essa parte do processo é muito importante, diz Adkins. “Fazer isso muito bem aumentará a probabilidade de servir a longo prazo e querer continuar a servir e a querer fazer parte da mudança de seu pipeline e recrutar outras pessoas para participar”, diz Im.

O caminho para ter sucesso na integração, diz Adkins, é tornar tudo “limpo e claro”. “Você quer ter certeza de que eles sabem quais são os próximos passos, que eles são claramente definidos e definidos”, diz Adkins. 

Adkins acrescenta que cada voluntário deve ter uma descrição clara do papel, exemplos que podem ser encontrados no Ministry Grid , uma plataforma de treinamento voluntário baseada em assinatura fornecida pela LifeWay Leadership.

Novos voluntários também devem receber um resumo conciso e fácil de seguir das informações necessárias para a posição. Todo voluntário não precisa de um fichário de três argolas, diz Adkins, mas uma página ou duas que explica claramente o que eles precisam saber para começar pode ser incrivelmente útil.

Os anfitriões também enfatizam a importância de fornecer treinamento e desenvolvimento contínuos, bem como feedback para os voluntários, para que possam continuar a crescer.

E, como sempre, eles concordam que os líderes da igreja devem ajudar seus membros a ver a importância final de servir na igreja.

“Quando você serve, é como você se torna mais semelhante a Cristo – porque é isso que Jesus veio fazer”, diz eu. “Então, por que você não faz o que Jesus fez, e por que você não cresce e se torna mais semelhante a Ele?”

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Fonte: HELEN GIBSON – é escritora freelancer em Cadiz, Kentucky. – Matéria reproduzida de: https://factsandtrends.net/2018/06/21/

Cinco atitudes essenciais para uma vida bem sucedida

Um grande número de pessoas lida diariamente com resoluções diante dos problemas que enfrentaram no passado. Quando iniciamos um novo ano, então, uma grande quantidade de pessoas faz excelentes resoluções. Mas a estatística chocante é que 80% destas pessoas desistem das sua resoluções pouco mais de 6 semanas, após resolver fazer algo. Isto demonstra que eles são incapazes de serem disciplinadas para irem adiante. Portanto, não importa quantas resoluções de Ano Novo façamos ou quão bem intencionadas estamos, é, em última instância, que cada um de nós tenha a determinação de realizá-las. Para aqueles ainda não fizeram as suas resoluções de ano novo, aqui estão alguns princípios norteadores para fazer você pensar:

 

1. Fortaleça a sua pessoa interior.

Eu preciso estar em forma fisicamente para dar conta da minha rotina diária de trabalho (mais de 9h), no entanto, isso para mim, tem mais a ver com ficar em forma e diminuir o estresse. No entanto, mais importante que o meu bem estar físico é o meu bem estar emocional, ou seja a minha pessoa interior (quem eu sou, como sou amado e capaz de amar, como eu me sinto em relação ao outro e a Deus). Provérbios 4.23 diz: “Acima de tudo, guarde o seu coração, pois dele depende toda a sua vida.“.

Recentemente li um livro onde o autor faz a distinção entre nosso mundo exterior e nosso mundo interior. Ele diz que nosso mundo interior é “um centro em que escolhas e valores podem ser determinados, onde a solidão e a reflexão podem ser perseguidas. É um lugar para realizar culto e confissão, um lugar onde a poluição moral e espiritual dos tempos não precisa penetrar “.(Gordon MacDonald, em Ordenando seu mundo privado).

Poucas pessoas praticam o cuidado do eu interior regularmente. Resolva cuidar do seu eu exterior e interior. Você acabará por agradecer a si mesmo!

2. Olhe mais para frente e, quando necessário, no retrovisor.

Isso certamente é mais fácil dizer do que fazer, mas lembre-se que se viver olhando para trás, você não irá avançar. Há um tempo e um momento onde a reflexão sobre o passado é bem vindo, mas também há um tempo para avançar para o que está por vir. Devemos aprender com as nossas falhas, erros, desastres do passado, recusando-nos a deixar que definam quem somos ou para onde estamos indo. Os espelhos retrovisores são necessários em nossos veículos, mas prefira dirigir pelos caminhos da vida, olhando através do parabrisa.

3. Elimine a desordem. 

Não muito tempo atrás, minha esposa e eu (mais o filho mais novo) nos mudamos para um estado diferente. Foi nossa última das seis mudanças ao longo dos últimos 15 anos. É incrível como a gente percebe que acumulou coisas além do que realmente precisamos para o nosso dia-a-dia. Muitas coisas, atolam, perturbam o ambiente da nossa casa, escritório, etc. Há muitos objetos que não usamos mas guardamos, porque pensamos: ” um dia… quem sabe, usarei isto”. O resultado é que guardamos muitas coisas que agora se tornam inúteis e não valem a pena mantê-los.   

Aproveite, esta é a hora de olhar a confusão em nossas próprias vidas. O novo ano nos oferece uma mudança para inventar os sentimentos que abrigamos, os hábitos que nos causam danos ou a ansiedade que nos faz perder o sono. Qual é a sua desordem? Talvez seja hora de eliminar uma desordem desnecessária que está pesando você ou ocupando espaço em seu coração. Talvez seja hora de chamar o “caminhão de mudança”.  

4. Não tome atalhos. 

Vivendo em Curitiba, uso o Waze para dirigir pelas ruas e estradas. Na maioria das vezes, a voz em segundo plano é reconfortante (algumas são chatas), mas  eu sei que esta tecnologia tem meus melhores interesses em mente. No entanto, há momentos em que eu tento superar o Waze e eu tomo uma vez ou outra um atalho que considero ser o “melhor caminho”. Quase toda vez, o Waze oferece o caminho mais rápido, mais curto e sem estresse para me levar ao meu destino. Quando se trata de nossa liderança, nosso crescimento pessoal, ou nossos relacionamentos, não há atalhos, por mais fáceis ou atrativos possam parecer.

5. Eu vou viver e liderar agora!  

Não tenho certeza sobre você, mas acho que gasto muito tempo pensando na praticidade das coisas e não há tempo suficiente para pensar em elaborar coisas novas. Neste ano novo, eu decidi não fazer uma longa lista de afazeres, perder-me nos detalhes ou sofrer paralisações por ficar elaborando mentalmente uma dúvida. Escolhi viver a minha vida hoje, um dia de cada vez. Além disso, eu sempre pensei mais nos outros que em mim mesmo e, como resultado sempre fui disponível para os outros e nunca para mim mesmo (e pior, para a minha própria família). Por mais que os outros sejam importantes em minha vida (e de fato são), não posso me “acabar” vivendo a agenda de outra pessoa. As pessoas que interagem comigo precisam que eu as lidere e não que eu “passe as mãos nas suas cabeças”


elton 200x200Elton Melo é casado com Ionice Silva Melo, tem dois filhos, uma nora e uma neta. É palestrante motivacional, presidente da Editora Batista Independente, pastor na Igreja Batista Independente de Curitiba. formado em Economia com especialização em Economia Empresarial, é graduado em teologia pela FTSA de Londrina e estudou psicanálise na AEP em Vitória-ES. Atua no desenvolvimento de pessoas e coaching e focando na excelência da liderança. (email: [email protected]) – este artigo pode ser livremente reproduzido, mantidos os créditos do autor.

Quatro falhas dos lideres de muita visão

Os líderes são muitas vezes encorajados a liderar a 30 mil pés, o que é uma metáfora para liderar acima da rotina diária e pensar mais adiante, planejar com antecedência e navegar para o futuro. Assim como os aviões voam alto para se elevar acima da turbulência e acima das nuvens, levando a 30.000 pés, permite que um líder se eleva acima da urgência de hoje e estrategicamente pense e planeje o futuro. Mas, assim como é perigoso que os aviões voem demais (as companhias aéreas comerciais são limitadas a 45 mil pés), é perigoso quando um líder leva sua vida, sua organização a 60 mil pés, quando um líder sobe muito acima do trabalho (aqui no Brasil, diríamos que ele vive nas nuvens). Aqui estão quatro falhas do líder de 60 mil pés:

 

1. Esquece sobre hoje: Quando um líder opera a 30 mil pés, o líder ainda pode entrar e executar hoje. A 30 mil pés de distância, o líder planeja o futuro com um senso dos desafios e das realidades de hoje. Mas o líder de 60 mil pés negligencia as responsabilidades de liderança de hoje. Líderes que só estão focados no futuro podem deixar de executar hoje.

2. Cria soluções para problemas que não existem: Liderar a 60 mil pés significa liderar acima da realidade, vivendo apenas no domínio filosófico das idéias. Idéias e pensamento criativo são excelentes, mas quando um líder está separado das realidades diárias, os problemas mais urgentes são ignorados e as soluções são projetadas para problemas que não existem. As idéias e o pensamento criativo a 60 mil pés raramente estão conectados à realidade.

3. Atua com pouca urgência: A razão pela qual as pessoas querem voar alto é que há menos turbulência, normalmente, quanto mais você vá. A atração de liderança de 60 mil pés está acima, completamente acima, a turbulência. Mas a liderança removida da realidade sempre significa liderança sem urgência. A 30 mil pés, um líder pode pensar e planejar e elaborar estratégias sem perder a urgência. 60 mil pés é muito alto.

4. Decisões separadas do contexto: Quando um líder não conduz a partir do contexto, as decisões estão sempre fora de sincronia com o contexto. E a liderança de 60 mil pés puxa um líder muito longe do contexto e da cultura do time. 

Conclusão: É importante que os líderes atinjam 30 mil pés, evetualmente subam um pouco acima. Apenas não viva em 60 mil pés. É perigoso que seja alto demais.


Este artigo originalmente apareceu em EricGeiger.com e é usado com permissão.

Como alcançar o seu potencial

Resenha de leitura do livro “As 15 Leis do Crescimento” de John Maxwall (Editora CPAD). Fui presenteado com este livro e quero abençoar a sua vida com a resenha. a leitura aqui é resumida. a leitura deste livro é fácil e todos os princípios são voltados para o seu crescimento e desenvolvimento pessoal. O autor começa com algumas perguntas: Como eu consigo alcançar o meu potencial máximo? Essa é a grande pergunta do livro.

 

O autor inicia a resposta com o verbo CRESCER. E como fazer para crescer? Para ele, você precisa estar comprometido com o propósito de desenvolver e viver todo o seu potencial. O crescimento deve ser avaliado em todos as áreas da sua vida, ajudando você a ser uma pessoa mais eficiente e proativo. Você verá como pode chegar tão longe, quando simplesmente praticar estas leis.

Como fazer uma avaliação pessoal que beneficie sua vida e ministério

É nessa época do ano novamente! Não, não o Natal. É tempo de avaliação! Desde dezembro de 1993, tomei a última semana de cada ano para avaliar minha vida. Quando comecei este processo há vinte e três anos, fiquei frustrado, confuso e desapontado. Eu simplesmente “esperava” que meu futuro se tornaria melhor. Aprendi que a esperança não é um bom plano.

Na época, eu tinha vinte e nove anos e escrevi minha demissão no início desse ano. Eu não estava apenas renunciando de meu pastorado especificamente, mas o ministério por completo. No entanto, antes de lê-lo para minha igreja, fui convidado para uma conferência de treinamento de liderança para ouvir John Maxwell. Eu nunca tinha ouvido John Maxwell antes, mas por desespero eu fui. Entre outras coisas, ele mencionou fazer uma avaliação pessoal anual.

Depois de ouvir Maxwell, destruiu minha demissão. Em vez de renunciar, comecei a juntar um processo para me avaliar. Quando meu irmão de 31 anos foi morto em um acidente automobilístico em 16 de dezembro do mesmo ano, sua morte proporcionou ainda mais combustível na minha alma para avaliar minha vida, para desenvolver um plano para onde eu estava indo para que eu pudesse fazer todos os dias contagem.

Esta avaliação continua a ser a coisa mais importante que faço todos os anos para ajudar meu futuro a ser melhor do que o meu passado. Meu processo não é complexo, mas exige várias horas de esforço não perturbado. E produz várias páginas de notas com perspectiva honesta, objetivos desafiadores, planos intencionais e cronogramas realistas.

Existem quatro áreas principais que avaliei:

1- A minha saúde

Se eu não estou prestando atenção à minha saúde, o próximo ano provavelmente não será bom. Nenhuma área (física, mental, emocional, espiritual) pode ser ignorada. Cada um pode e afeta os outros.

2- Meus Relacionamentos

Minha vida é feita com minha esposa, minhas filhas, meus genros, meus netos, amigos, mentores, mentores e conhecidos. O meu tempo de avaliação me ajuda a garantir que cada um desses relacionamentos esteja recebendo prioridade, atenção e tempo do que ele precisa.

3- Minhas Finanças

A vida para a maioria das pessoas está cheia de altos e baixos financeiros. Às vezes não há nada que você possa fazer sobre isso. O hospital permanece e doenças prolongadas, despesas de faculdade e casamentos podem rapidamente drenar anos de poupança. Mas, eu descobri que a avaliação anual me ajuda a planejar melhor o quanto eu posso esperar, minhas despesas, o quanto eu posso economizar, dar e investir. A Bíblia é bastante clara do que prestar atenção às finanças é melhor do que não fazê-lo.

4- Minha carreira / Ministério

Nesta seção eu pergunto: “Estou cumprida?” “Eu fui frutífera neste ano?” “Eu estou sendo fiel?” “O ​​que Deus parece pronto para fazer comigo no futuro?”

Quando mantenho essas quatro áreas em foco, parece abordar o futuro com mais confiança. Então, todos os anos, em 26 de dezembro, comecei a fazer essas quatro perguntas sobre cada uma dessas áreas .

Onde eu estive?

É importante não viver no passado, mas devemos parar ocasionalmente de olhar para lá. Em cada uma dessas áreas, quais decisões, pessoas e eventos nos levaram para onde estamos? Em cada automóvel, há um pequeno espelho retrovisor no meio de um enorme pára-brisa. O espelho retrovisor é uma ferramenta para olhar para onde você esteve, e o enorme pára-brisa existe para que você possa ter uma visão clara de tudo o que está por vir.

Onde estou agora?

Seja honesto neste ponto sobre a condição ou status de cada uma dessas áreas de vida. Eles se tornaram o que você esperaria há cinco ou dez anos? Quais as áreas que precisam de melhorias? Quais áreas você deveria celebrar?

Onde eu sonho em ir?

Agora é hora de sonhar com o futuro e anotar seus objetivos. Imagine os vários componentes de sua saúde, relacionamentos, finanças e carreira / ministério cinco anos a partir de agora e dez anos a partir de agora. Como é a sua vida?

Que ações devo tomar para chegar lá?

Ter um sonho sem um plano só faz um sonhador. Seu futuro não melhorará acidentalmente. O que precisa mudar? Posso ainda aqui John Maxwell me dizer: “Se você sempre faz o que sempre fez, você sempre obterá o que sempre obteve!” Se você espera melhorias em seu futuro, deve haver melhorias em suas ações! Escreva seu plano de ação com as datas de quando você começará, então comece!

Enquanto outros estão comendo sobras, comprando pechinchas, retornando presentes, assistindo TV ou caçando no dia seguinte ao Natal, espero que você se junte a mim em uma avaliação pessoal. Nosso futuro, nossas famílias, nossas finanças, nossas carreiras e ministérios serão melhores para isso! Então, podemos realmente dizer: “Feliz Ano Novo!”

Três áreas onde os líderes nunca devem tomar atalhos

Em uma cultura que valoriza tudo instantaneamente e luta esperando por qualquer coisa, os atalhos são todos delírios. Corte tornou-se mesmo uma palavra-chave para tomar atalhos, maximizar o tempo e fazer as coisas mais rapidamente. “Corte sua agenda”,  “corte seu calendário”, “corte sua reunião de liderança”, “Corte sua vida “.

Eu não sou contra todos os cortes e atalhos, pois alguns atalhos são, obviamente, úteis e benéficos. Por exemplo, se um processo de trabalho puder ser executado em quatro etapas sem perder qualidade, então não há necessidade de torná-lo seis. Por todos os meios, pegue esse atalho. Mas há alguns atalhos que os líderes nunca devem tomar. E devemos ter cuidado para que nossa obsessão com a eficiência não nos afaste da eficácia. Muitas lideranças efetivas levam tempo e não oferecem atalhos. Aqui estão três áreas em que os líderes nunca devem tomar atalhos:

1. Desenvolver credibilidade – Um mundo de plataformas exasperou a realidade de que as pessoas podem trabalhar rapidamente para desenvolver uma marca externa que supera seu caráter interno. Tragicamente, os líderes podem planejar sua imagem ao planejar ao ar livre seu próprio desenvolvimento. A credibilidade, para um líder, é o resultado de uma integridade sustentada em longos períodos de tempo. As tentativas de acelerar a credibilidade irão inevitavelmente causar que as pessoas atuem de maneira inconsistente com a realidade.

2. Missão de esclarecimento– Os líderes sabem que organizações e ministérios aguardam uma missão clara e convincente que os define e dá significado a toda a atividade. Mas a missão de esclarecimento e comunicação leva um investimento de tempo e energia. Leva tempo para ouvir, aprender a cultura, compreender oportunidades, desenvolver linguagem ao lado de outras pessoas e articular uma direção. Uma missão (tipo feita em microondas) raramente agarra as pessoas porque falta a convicção do líder. E uma missão fotocopiada, algo que um líder lê em outro lugar, raramente muda pessoas porque falta contexto. Os líderes não devem tomar atalhos na missão de desenvolvimento, declaração e defesa.

3. Desenvolver outros – O desenvolvimento da liderança é um processo longo e árduo. Desenvolver outros é uma das principais responsabilidades de um líder, mas o fruto do trabalho muitas vezes não é revelado por anos. Assim, líderes atraídos para atalhos inevitavelmente negligenciam o desenvolvimento de outros.

Não sofra soluções de continuidade no desenvolvimento de liderança. Não corte uma missão de esclarecimento. E não tente pegar atalhos no desenvolvimento da sua credibilidade.


Este artigo originalmente apareceu em EricGeiger.com e é usado com permissão.

thom reiner

Dez expectativas injustas sobre a esposa do pastor

thom reiner

A esposa do pastor em muitas igrejas carrega pesados ​​fardos. Às vezes, são expectativas impossíveis, feitas por membros da congregação. Para ser justo, esta postagem poderia se referir a qualquer pessoa da equipe da igreja, homem ou mulher, para que pudesse ser chamado de cônjuge dos ministros. Por simplicidade, e porque eu principalmente ouço desse grupo de pessoas, eu me refiro a elas como esposas de pastores. Então, quais são algumas dessas expectativas injustas? Aqui estão as dez “melhores” expectativas impostas a essas senhoras.

  • “Espero que compareçam a todas as funções da igreja”. Uma esposa nos disse que os membros da igreja se ressentem quando ela é vista fazendo algo fora da igreja.
  • “Muitos membros da igreja esperam que eu saiba tudo o que está acontecendo na igreja”.  Em outras palavras, eles esperam que ela esteja por dentro de tudo o que seu pastor / marido sabe.
  • “Nós temos vários membros da igreja que se sentem livres para reclamar sobre meu marido”. Então, sua igreja tem vários membros que faltam em inteligência emocional.
  • “Os membros da Igreja utilizam-me como um assistente de fato para o meu marido, me dando mensagens para ele”. Uma esposa compartilhou conosco que recebeu onze mensagens para dar ao marido depois de um serviço de culto específico.
  • “Ainda estou espantado com quantos membros da igreja esperam que eu funcione como um empregado da igreja”.  Alguns devem liderar música ou tocar piano. Espera-se que outros atuem em um papel específico do funcionário do ministério, como diretor de estudantes ou crianças.
  • “Alguns dos membros esperam que nossos filhos sejam perfeitos e atuem perfeitamente.”  Uma esposa explicou que ela e seu marido eram novos em uma igreja quando um membro da igreja os confrontou sobre seus filhos com boa frequência. Seu pecado extravagante estava correndo na igreja depois de um culto de adoração.
  • “Eu sempre deveria ser perfeitamente formado e vestido quando eu sair da casa.” Um membro da igreja expressou seu descontentamento com a esposa de um pastor que entrou em um supermercado sem maquiagem. Você não pode fazer essas coisas.
  • “Eu não tenho liberdade em nossa igreja para ser tudo menos perfeitamente composto emocionalmente.” Esta história realmente chegou a mim. Um diácono disciplinou a esposa de um pastor por derramar lágrimas na igreja quatro dias depois que seu pai morreu.
  • “Eu acho que alguns dos nossos membros da igreja esperam que minha família faça um voto de pobreza”. Ela estava especificamente se referindo à crítica que recebeu por comprar uma minivan de seis anos depois que seu terceiro filho nasceu.
  • “Tantos membros da igreja esperam que eu seja sua melhor amiga”. E, obviamente, a esposa de um pastor não pode ser a melhor amiga de todos, então ela decepciona ou irrita os outros.

Estes são alguns dos comentários que recebemos neste blog ao longo dos anos das esposas dos pastores. E parece que estes ensaios são mais tendenciosos de gênero. Por exemplo, o marido de um ministro de crianças comentou que raramente tem a pressão e as expectativas que ele vê impostas às cônjuges. Mas, mais do que outros cargos de pessoal, o pastor é, naturalmente, o foco de atenção e, muitas vezes, críticas. E a família do pastor, por extensão, torna-se o foco de expectativas injustas e não razoáveis.


Fonte: Este artigo foi originalmente publicado em  ThomRainer.com  em 04/09/2017. Thom S. Rainer é presidente e CEO da LifeWay Christian Resources. Entre suas maiores alegrias é sua família:  sua esposa Nellie Jo; Três filhos, Sam, Art e Jess; E dez netos. Dr. Rainer  pode ser encontrado no Twitter @ThomRainer e no facebook.com/Thom.S.Rainer.