Ouça o podcast do pastor Elton Melo:
Slide da ministração:
Texto: Isaías 61.1-4
“O Espírito do Senhor Deus está sobre mim, porque o Senhor me ungiu para pregar boas-novas aos mansos; enviou-me a restaurar os contritos de coração, a proclamar liberdade aos cativos e a abertura de prisão aos presos; a apregoar o ano aceitável do Senhor e o dia da vingança do nosso Deus; a consolar todos os tristes; a ordenar acerca dos tristes de Sião que se lhes dê glória em vez de cinza, óleo de alegria em vez de tristeza, veste de louvor em vez de espírito angustiado; a fim de que se chamem carvalhos de justiça, plantados pelo Senhor para a sua glória. E edificarão os lugares antigamente assolados, restaurarão os de antes destruídos e renovarão as cidades assoladas, destruídas de geração em geração.”
Isaías 61.1-4
Contextualização bíblica
Isaías 61 é uma palavra de restauração.
O povo de Deus havia experimentado dores profundas. Havia marcas de cativeiro, perdas, destruição, vergonha, tristeza e ruínas. Não era apenas uma crise externa; era também uma crise de alma.
Havia cidades quebradas, mas também havia corações quebrados.
Havia estruturas destruídas, mas também havia memórias feridas.
Havia lugares assolados, mas também havia pessoas desanimadas.
E é nesse cenário que Deus libera uma palavra profética.
O Senhor anuncia que o Seu Espírito viria sobre o Ungido para realizar uma obra completa: anunciar boas-novas, curar os quebrantados, libertar os cativos, consolar os tristes, trocar cinzas por glória, tristeza por alegria e angústia por louvor.
Essa palavra encontra seu cumprimento pleno em Jesus Cristo. Em Lucas 4, Jesus entra na sinagoga, lê Isaías 61 e declara: “Hoje se cumpriu esta Escritura em vossos ouvidos.”
Portanto, Isaías 61 não é apenas uma promessa antiga. É uma revelação da missão de Cristo. E onde Cristo chega, a restauração chega também.
Ele não veio apenas para perdoar pecados; veio para restaurar vidas.
Ele não veio apenas para abrir o céu; veio para curar o coração.
Ele não veio apenas para nos levar à eternidade; veio para nos libertar das prisões que nos impedem de viver a vontade de Deus hoje.
Contextualização para a igreja
Neste fim de semana, a Igreja Batista Independente Filadélfia, em Coqueiral de Aracruz, celebra 22 anos de história.
E celebrar 22 anos é mais do que fazer memória de uma data. É reconhecer uma caminhada.
São 22 anos de cultos, orações, lágrimas, batismos, ceias, campanhas, visitas, discipulados, evangelizações, famílias cuidadas, vidas alcançadas e testemunhos construídos.
Mas toda igreja que tem história também tem marcas.
Nenhuma igreja chega a 22 anos sem enfrentar lutas.
Nenhuma igreja permanece de pé sem atravessar desertos.
Nenhuma comunidade espiritual amadurece sem passar por estações difíceis.
Há vitórias que devem ser celebradas.
Há milagres que devem ser lembrados.
Há pessoas que precisam ser honradas.
Há testemunhos que precisam ser contados.
Mas também há dores que precisam ser entregues.
Há perdas que precisam ser curadas.
Há feridas que precisam ser tratadas.
Há cinzas que precisam sair das mãos do povo de Deus.
Por isso, esta noite não é apenas uma noite de aniversário.
É uma noite de cura.
Deus não nos reuniu aqui apenas para olhar para trás.
Deus nos reuniu para tratar aquilo que não pode continuar nos acompanhando.
Porque uma igreja não pode entrar em uma nova estação carregando correntes antigas.
Uma família não pode viver o futuro presa às dores do passado.
Um crente não pode avançar no propósito segurando cinzas nas mãos.
O Senhor está dizendo nesta noite:
“Antes de Eu falar sobre o futuro, quero curar o passado. Antes de Eu liberar a missão, quero tratar o coração. Antes de Eu colocar vocês para reconstruir, quero tirar as cinzas das suas mãos.”
Foco da mensagem desta noite
Eu preciso entregar as cinzas do passado para receber a cura que me libera para o futuro.
Nesta noite, eu quero convidar cada pessoa a fazer uma caminhada espiritual diante de Deus.
Não é apenas ouvir uma mensagem.
É responder a uma convocação.
Hoje, o Senhor vai nos conduzir a olhar para dentro.
Vai nos conduzir a reconhecer feridas.
Vai nos conduzir a liberar prisões.
Vai nos conduzir a entregar cinzas.
Vai nos conduzir a receber alegria, louvor e restauração.
A pergunta desta noite não é apenas: “O que aconteceu comigo?”
A pergunta é: “O que eu vou fazer com aquilo que aconteceu comigo?”
Vou carregar?
Vou esconder?
Vou alimentar?
Vou transformar em identidade?
Ou vou entregar ao Senhor?
Porque o passado não pode ser mudado, mas pode ser curado.
As perdas não podem ser apagadas, mas podem ser ressignificadas.
As cinzas não podem voltar a ser o que eram, mas podem ser trocadas por glória.
Então, a partir de Isaías 61, eu quero ministrar esta palavra com decisões na primeira pessoa.
Porque hoje não basta dizer: “Deus vai curar alguém.”
Eu preciso dizer: “Deus vai me curar.”
Não basta dizer: “Alguém precisa entregar as cinzas.”
Eu preciso dizer: “Eu vou entregar as minhas cinzas.”
Não basta dizer: “A igreja precisa avançar.”
Eu preciso dizer: “Eu vou avançar curado pela graça de Deus.”
Para ser curado do seu passado, nesta noite…
1. Receba a presença do Espírito para curar suas feridas
“O Espírito do Senhor Deus está sobre mim…”
Isaías 61.1
A primeira frase do texto revela a fonte de toda restauração:
“O Espírito do Senhor Deus está sobre mim.”
A cura verdadeira não começa na força humana.
Não começa na tentativa de esquecer.
Não começa na capacidade de seguir em frente sozinho.
Não começa na aparência de que está tudo bem.
A cura começa na presença do Espírito Santo.
Há dores que uma conversa ajuda, mas só o Espírito cura.
Há lembranças que o tempo ameniza, mas só Deus restaura.
Há feridas que a gente consegue esconder das pessoas, mas não consegue esconder do Senhor.
O texto diz que o Espírito unge para restaurar os contritos de coração.
Contrito é aquele que está quebrado por dentro.
É aquele que continua de pé, mas está ferido.
É aquele que serve, canta, trabalha, participa, mas carrega dores silenciosas.
E hoje o Senhor não está acusando quem está ferido.
Ele está se aproximando para curar.
Nesta noite, eu não preciso fingir força.
Eu não preciso esconder minhas lágrimas.
Eu não preciso espiritualizar minha dor.
Eu posso abrir o coração e dizer: “Senhor, toca onde ainda dói.”
A Igreja Filadélfia chega aos 22 anos porque o Espírito sustentou esta casa. Mas nesta noite, o Espírito não quer apenas sustentar uma instituição; Ele quer tocar pessoas.
Ele quer tocar líderes cansados.
Ele quer tocar famílias marcadas.
Ele quer tocar membros feridos.
Ele quer tocar corações que passaram por perdas.
Ele quer tocar pessoas que ainda estão sorrindo por fora, mas chorando por dentro.
Por isso, a primeira decisão desta noite é:
Eu recebo a presença do Espírito para curar minhas feridas.
Eu paro de negar.
Eu paro de fugir.
Eu paro de esconder.
Eu paro de endurecer.
Eu abro meu coração para a ação de Deus.
Declaração congregacional
Eu recebo a presença do Espírito Santo.
Eu permito que Deus toque minhas feridas.
Eu não escondo minha dor do Senhor.
Eu abro meu coração para ser curado.
2. Libere seu passado e saia das prisões emocionais
“A proclamar liberdade aos cativos e a abertura de prisão aos presos.”
Isaías 61.1
O texto fala de cativos e presos.
Isso nos mostra que nem toda prisão é visível.
Há prisões que não têm grades.
Há cadeias que não aparecem no corpo, mas prendem a alma.
A pessoa pode estar no culto e estar presa.
Pode levantar as mãos e estar presa.
Pode cantar e estar presa.
Pode trabalhar na obra e estar presa.
Pode sorrir para todos e estar presa por dentro.
Preso à mágoa.
Preso à culpa.
Preso à lembrança de uma palavra.
Preso a uma decepção.
Preso a uma perda.
Preso ao medo de confiar novamente.
Preso à vergonha.
Preso ao sentimento de fracasso.
Mas Jesus veio proclamar liberdade.
Liberdade não significa negar que doeu.
Liberdade significa que a dor não vai mais governar minha vida.
Liberdade não significa apagar a memória.
Liberdade significa que a memória será curada.
Liberdade não significa dizer que o que aconteceu foi certo.
Liberdade significa que eu não vou mais deixar o erro do outro determinar minha prisão.
Nesta noite, eu preciso tomar uma decisão espiritual:
Eu libero o MEU passado e SAIO das prisões emocionais.
Eu libero aquilo que me prendeu.
Eu libero aquilo que me amargurou.
Eu libero aquilo que tentou endurecer meu coração.
Eu libero aquilo que tentou roubar minha alegria na casa de Deus.
Há pessoas que não perderam a fé, mas perderam a leveza.
Não abandonaram a igreja, mas perderam a alegria.
Não deixaram de servir, mas servem feridas.
Não desistiram de Deus, mas continuam presas a situações que Deus quer curar.
Hoje o Senhor está abrindo prisões.
E quando Deus abre a prisão, eu preciso sair.
Há gente que se acostuma com a prisão.
Acostuma com a dor.
Acostuma com a mágoa.
Acostuma com o lugar de vítima.
Acostuma com a cinza.
Mas nesta noite o Espírito está dizendo:
“Saia. Eu abri a porta. Eu estou te chamando para fora.”
Declaração congregacional
Eu libero o passado.
Eu saio das prisões emocionais.
Eu renuncio à mágoa, à culpa e à amargura.
Eu escolho viver a liberdade que Cristo me dá.
3. Entregue suas cinzas e receba a glória de Deus
“Glória em vez de cinza…”
Isaías 61.3
Cinza é o que sobra depois que algo foi consumido.
Cinza fala de perda.
Cinza fala de fim.
Cinza fala de algo que teve forma, mas queimou.
Cinza fala de sonhos interrompidos.
Cinza fala de expectativas frustradas.
Cinza fala de ciclos que terminaram com dor.
Todo mundo tem alguma cinza.
Cinzas de relacionamentos.
Cinzas de projetos.
Cinzas de sonhos.
Cinzas de perdas familiares.
Cinzas de momentos difíceis.
Cinzas de palavras que feriram.
Cinzas de fases que deixaram marcas.
E igrejas também têm cinzas.
Cinzas de tempos difíceis.
Cinzas de conflitos superados.
Cinzas de perdas ministeriais.
Cinzas de pessoas que partiram.
Cinzas de projetos que não continuaram.
Cinzas de lágrimas que ninguém viu.
Mas o texto diz que Deus dá “glória em vez de cinza”.
Deus não pede apenas para eu jogar fora as cinzas. Ele faz uma troca.
Eu entrego cinza. Ele entrega glória.
Eu entrego dor. Ele entrega cura.
Eu entrego vergonha. Ele entrega honra.
Eu entrego luto. Ele entrega consolo.
Eu entrego passado quebrado. Ele entrega futuro restaurado.
A pergunta é: por que tanta gente continua segurando cinzas se Deus está oferecendo glória?
Às vezes eu seguro cinzas porque aquilo fez parte da minha história.
Às vezes eu seguro cinzas porque ainda não consegui soltar.
Às vezes eu seguro cinzas porque tenho medo de esquecer.
Às vezes eu seguro cinzas porque transformei a dor em identidade.
Mas hoje o Senhor está dizendo:
“Entregue as cinzas. Eu tenho glória para colocar no lugar.”
A glória de Deus não apaga a história.
A glória de Deus redime a história.
O que doeu não será desperdiçado.
O que feriu não terá a última palavra.
O que queimou não vai definir o futuro.
Por isso, declare:
Eu entrego minhas cinzas e recebo a glória de Deus!
Declaração congregacional
Eu entrego minhas cinzas.
Eu solto o que queimou.
Eu recebo a troca de Deus.
Eu recebo glória em vez de cinza.
4. Troque a tristeza por alegria e angústia por louvor
“Óleo de alegria em vez de tristeza, veste de louvor em vez de espírito angustiado…”
Isaías 61.3
Deus não quer apenas mudar circunstâncias. Ele quer trocar vestes.
O texto fala de óleo e veste.
Óleo de alegria.
Veste de louvor.
Isso aponta para uma mudança visível e profunda.
Deus troca o ambiente interior da alma.
Há pessoas que estão vestidas de angústia.
Elas acordam angustiadas.
Trabalham angustiadas.
Vão ao culto angustiadas.
Conversam angustiadas.
Servem angustiadas.
A angústia vira uma veste.
A pessoa se acostuma a andar coberta por peso.
Mas Deus diz: “Eu tenho outra veste para você.”
A veste de louvor.
Louvor não é negação da dor.
Louvor é declaração de que Deus continua digno, mesmo depois da dor.
Louvor não é cantar porque tudo está fácil.
Louvor é adorar porque Deus continua sendo Deus.
O óleo de alegria também não é alegria superficial.
Não é euforia de momento.
É alegria que vem do Espírito.
É alegria que nasce da restauração.
É alegria de quem sabe que foi tocado por Deus.
Nesta noite, eu preciso decidir:
Eu troco tristeza por alegria e angústia por louvor.
Eu rejeito a veste da angústia.
Eu não vou continuar vestido daquilo que Deus já mandou eu tirar.
Eu recebo o óleo de alegria.
Eu visto a veste de louvor.
Esta igreja não entrará em um novo ciclo vestida de tristeza.
Esta igreja entrará revestida de louvor.
Famílias serão revestidas de louvor.
Líderes serão revestidos de louvor.
Ministérios serão revestidos de louvor.
Corações cansados serão revestidos de louvor.
Declaração congregacional
Eu recebo o óleo de alegria.
Eu rejeito o espírito angustiado.
Eu visto a veste de louvor.
Eu escolho adorar ao Senhor.
5. Se levante como carvalho de justiça
“A fim de que se chamem carvalhos de justiça, plantados pelo Senhor para a sua glória.”
Isaías 61.3
O texto começa falando de gente ferida, triste, cativa e angustiada.
Mas termina chamando esse povo de “carvalhos de justiça”.
Isso é a graça de Deus.
Deus pega o quebrado e transforma em firme.
Deus pega o triste e transforma em adorador.
Deus pega o cativo e transforma em testemunha.
Deus pega quem estava nas cinzas e transforma em carvalho.
Carvalho fala de firmeza.
Fala de raiz.
Fala de resistência.
Fala de permanência.
Fala de maturidade.
A Igreja Batista Independente Filadélfia está completando 26 anos porque foi plantada pelo Senhor.
Se fosse apenas obra humana, já teria acabado.
Se fosse apenas força humana, já teria cansado.
Se fosse apenas estratégia humana, já teria sido derrubada pelos ventos.
Mas esta igreja foi plantada pelo Senhor.
E o que Deus planta, Ele sustenta.
O que Deus planta, Ele fortalece.
O que Deus planta, Ele faz frutificar.
Nesta noite, eu preciso parar de me definir pelas minhas feridas.
Eu não sou apenas alguém que sofreu.
Eu não sou apenas alguém que perdeu.
Eu não sou apenas alguém que foi ferido.
Eu não sou apenas alguém que atravessou desertos.
Eu sou carvalho de justiça.
Eu sou plantado pelo Senhor.
Eu sou sustentado pela graça.
Eu permaneço para a glória de Deus.
Por isso, eu declaro:
Eu me levanto como carvalho de justiça.
Declaração congregacional
Eu sou plantado pelo Senhor.
Eu permaneço firme pela graça de Deus.
Eu não sou definido pelas minhas feridas.
Eu me levanto como carvalho de justiça.
6. Reconstrua o que foi assolado
“E edificarão os lugares antigamente assolados, restaurarão os de antes destruídos e renovarão as cidades assoladas…”
Isaías 61.4
Depois da cura vem a reconstrução.
Deus não cura apenas para aliviar minha dor.
Deus cura para me devolver à missão.
O verso 4 diz: “edificarão, restaurarão, renovarão.”
Observe a sequência espiritual:
Primeiro Deus cura.
Depois Deus levanta.
Depois Deus envia para reconstruir.
Quem foi restaurado se torna restaurador.
Quem foi consolado se torna consolador.
Quem foi liberto se torna instrumento de libertação.
Quem entregou cinzas ajuda outros a receberem glória.
Essa é a palavra para esta igreja.
A Igreja Filadélfia não está sendo curada apenas para se sentir melhor.
Está sendo curada para reconstruir.
Reconstruir famílias.
Reconstruir altares.
Reconstruir relacionamentos.
Reconstruir ministérios.
Reconstruir sonhos.
Reconstruir vidas.
Coqueiral de Aracruz precisa de uma igreja curada.
Porque uma igreja curada acolhe melhor.
Uma igreja curada serve melhor.
Uma igreja curada ama melhor.
Uma igreja curada evangeliza melhor.
Uma igreja curada discerne melhor o futuro.
Por isso, nesta noite, eu não apenas recebo cura.
Eu assumo responsabilidade.
Eu reconstruo o que foi assolado.
Eu coloco minhas mãos na obra.
Eu não fico apenas assistindo.
Eu não fico preso ao que passou.
Eu participo do que Deus vai fazer.
Declaração congregacional
Eu sou curado para reconstruir.
Eu sou restaurado para restaurar.
Eu coloco minhas mãos na obra de Deus.
Eu participo do novo tempo do Senhor.
Conclusão
Nesta noite, Deus nos trouxe a um altar de cura.
A Igreja Batista Independente Filadélfia celebra 26 anos, mas o Senhor nos lembra que não basta ter história; é preciso ter saúde para continuar a missão.
Deus honrou o passado.
Deus sustentou esta casa.
Deus guardou esta igreja.
Deus levantou pessoas.
Deus curou famílias.
Deus salvou vidas.
Deus abriu portas.
Deus foi fiel.
Mas agora Ele pergunta:
“O que vocês ainda estão carregando que não deve entrar no próximo ciclo?”
Hoje é noite de deixar as cinzas no altar.
Eu não vou carregar para amanhã aquilo que Deus quer curar hoje.
Eu não vou entrar no futuro preso ao passado.
Eu não vou continuar vestido de angústia se Deus preparou veste de louvor.
Eu não vou continuar sentado sobre cinzas se Deus preparou glória.
Apelo
Senhor, nesta noite eu venho ao teu altar.
Eu entrego minhas dores.
Eu entrego minhas perdas.
Eu entrego minhas mágoas.
Eu entrego minhas frustrações.
Eu entrego minhas lembranças feridas.
Eu entrego minhas cinzas.
Eu recebo tua cura.
Eu recebo tua liberdade.
Eu recebo tua alegria.
Eu recebo tua restauração.
Eu recebo tua glória.
Eu libero o passado.
Eu saio da prisão.
Eu visto a veste de louvor.
Eu me levanto como carvalho de justiça.
Eu sou curado para reconstruir.
Em nome de Jesus, amém.
Fechamento profético de sábado
Eu declaro, em nome de Jesus, que esta igreja não entrará nos próximos anos carregando cinzas antigas.
A Igreja Batista Independente Filadélfia será uma casa de cura.
Uma casa de restauração.
Uma casa de reconciliação.
Uma casa de novos começos.
Uma casa onde feridos encontram cuidado.
Uma casa onde cativos encontram liberdade.
Uma casa onde tristes recebem alegria.
Uma casa onde cinzas são trocadas por glória.
O passado será lembrado com gratidão, tratado com maturidade e entregue aos pés do Senhor.
E o futuro será abraçado com fé, unidade e unção.
Amém.
Transição para o domingo:
“Hoje Deus tratou as nossas cinzas. Amanhã, Deus falará sobre a nossa missão. Hoje recebemos cura. Amanhã receberemos direção. Hoje Deus tocou a nossa história. Amanhã Ele profetizará sobre o nosso futuro.”
Ministração do pastor Elton Melo, por ocasião do 22º aniversário da Igreja Batista Independente Filadéfia em Coqueiral de Aracruz, Estado do Espírito Santo.
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